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domingo, 13 de maio de 2018

O andarilho das estrelas: Provas científicas de reencarnação?



Pode não ser familiar para o grande público brasileiro, mas existe um livro com uma temática tão profunda e enigmática, mas que o mesmo tempo nos ajuda a quebrar certos estigmas, como aquele que rejeita qualquer noção de paranormalidade ou reencarnações como "impossíveis de serem comprovadas pelo método científico".
Será mesmo?
O nome do livro - caso esteja se perguntando - é bastante sugestivo: O andarilho das estrelas. 
Embora o nome possa causar certo estranhamento naqueles que ainda não conhecem muito a literatura parapsicológica, ele pode ser um dos caminhos mais impressionantes para a comprovação utilizando o rigor cientifico de um fato ainda considerado "místico" ou "sobrenatural", as ditas reencarnações.
Mas como?

Vejamos esse breve resumo, extraído do blog Ah duvido:

Danell Standing era uma pessoa comum, professor de faculdade, que vivia tranquilamente na Califórnia. Até o dia em que foi pego matando um colega de trabalho em um dos laboratórios da universidade. Por esse crime ele acabou sendo preso e torturado na cadeia. Por oito anos ele ficou encarcerado, sendo cinco anos na solitária, onde passava a maior parte do tempo em uma camisa de força, depois ele acabou enforcado. A parte interessante da história se passa na época em que ele ficou isolado do mundo, preso em uma camisa de força. Pois de alguma maneira Danell conseguiu desenvolver técnicas para controlar suas dores e sua mente, chegando ao ponto de conseguir se auto-hipnotizar. Dessa forma ele parecia ficar boa parte do seu tempo em um estado de coma, mas na verdade ele estava “vivenciando suas vidas passadas”.
Claro que todos achavam que essas suas experiências eram uma bobagem completa, porém uma das histórias que ele relatou se mostrou bastante intrigante. Um dia Danell revelou que em uma vida passada fora um marinheiro e que no ano de 1809 partiu do porto da Filadélfia com destino às Ilhas da Amizade.
No meio dessa suposta viagem seu navio teria naufragado e ele teria sido o único sobrevivente. Durante 8 anos ele teria ficado preso em uma ilha, até que foi resgatado por um navio que passou por lá. No dia que foi salvo, ele carregava um remo continha esse texto:

“Serve esta para informar pessoa em cujas mãos este Remo vier a cair que DANIEL FOSS, natural de Elkton, Maryland, um dos Estados Unidos da América do Norte, e que zarpou do porto da Filadélfia em 1809 a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha desolada em fevereiro do ano seguinte e ali erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos, subsistindo com carne de foca – sendo ele o último sobrevivente da tripulação do dito brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e naufragou aos 25 de novembro de 1809.”

De início ninguém acreditou nessa história, porém Danell Standing pediu que a enviassem para o curador do Museu da Filadélfia o que ele havia escrito e assim foi feito. A resposta do curador segue transcrita abaixo:

“É verdade que existe aqui um remo como V.Sa. descreveu. Mas poucas pessoas sabem de sua existência pois ele não está em exibição ao público.
Na verdade, e já ocupo este cargo há dezoito anos, eu próprio não sabia de sua existência. Mas, consultando nossos antigos registros, descobri que tal remo foi-nos doado por um certo Daniel Foss, de Elkton, Maryland, no ano de 1821.
Não foi senão depois de longa busca que encontramos o remo, numa sala de madeirames diversos num sótão em desuso. As chanfraduras e o relato estão entalhados no remo, exatamente do modo descrito por V.Sa..
Está também em nossos arquivos um livreto, doado na mesma época, escrito pelo dito Daniel Foss e impresso em Boston pela firma N. Coverly, Jr.
Esse livreto descreve oito anos da vida de um náufrago numa ilha deserta. É evidente que esse marinheiro, em sua velhice e passando necessidades, fez circular o dito livreto entre as almas caridosas.
Tenho muita curiosidade em saber como V.Sa. tomou conhecimento desse remo, cuja existência nós, do Museu, ignorávamos. Estarei correto em presumir que V.Sa. teria lido esse relato em algum documento posteriormente publicado por esse Daniel
Foss? Terei a maior informação em receber quaisquer informações sobre o assunto e comunico a V.Sa. que estou tomando providências imediatas para recolocar o remo e o livreto em exibição.
Sem mais, firmo-me mui atenciosamente,
 
Hosea Salsburt"
E antes que me perguntem, sim, este livro foi baseado em um fato verídico. Aliás, apesar de estarmos - ao menos aparentemente - diante de uma das provas mais cabais de que eventos extrafísicos são reais, não ocorreu nenhum noticiamento na grande mídia sobre tal fato. Mesmo podendo estarmos diante de uma das provas mais indiscutíveis de que existe vida após a morte, reencarnação etc., esse livro parece ser jogado ao esquecimento, como uma manobra bem articulada para ocultar que eventos paranormais são passíveis de observação científica, como se existissem conspiradores tentando esconder uma verdade da humanidade.

Seja como for, o andarilho das estrelas é um livro escrito pelo Americano Jack London, o mesmo reconhecido como um escritor admirável mas sem criatividade para criar suas histórias, precisando sempre de uma inspiração externa para escrever seus livros. Nesse livro em específico, o mesmo se baseou no relato de um prisioneiro que morreu no ínicio do século XX, mas que, graças a ele, podemos ter provas de que a reencarnação existe. E, consequentemente, de que o mundo espiritual e seus mistérios são reais.

Caso o leitor ainda esteja cético em relação a veracidade do texto e do livro, pesquise os termos "The star rover is a fake book?" ou simplesmente "Star rover fake". Não há pesquisas relacionadas, em nenhum jornal, fonte, ou blog mencionando alguma prova de que este livro seja alguma jogada de marketing ou algo do gênero. O que é estranho, afinal, é um dos livros mais famosos do Jack London. Porque não existe quase nada a respeito dele, mesmo sobre críticas dos céticos?

"Que coisa estranha", não é mesmo?