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quarta-feira, 2 de maio de 2018

Vida após a morte: Apenas ficção? A Ciência diz que não

Maior pesquisa feita sobre o assunto reuniu mais de 2.000 casos de pessoas que estavam clinicamente mortas
e quais experiências vivenciaram durante esta fase da vida ainda desconhecida para a maioria.
EXISTE vida após a morte? Eis ai uma pergunta que mexe com o consciente (e inconsciente) de muitas pessoas mundo a fora. Afinal, será mesmo que existe vida após a morte? A ciência vem cada vez mais se aproximando de uma resposta, no mínimo, satisfatória.

Se você acompanha o site Força subconsciente sabe que já postamos inúmeros posts sobre projeção astral ou viagem para fora do corpo. Você pode encontrar alguns deles aqui ou aqui, ou pesquisando na nossa barra de pesquisa. Embora muitos incrédulos tenham prazer em dizer que tudo que relatamos na página é falso e não possuí embasamento cientifico, uma pesquisa realizada por uma universidade inglesa renomada pode levantar pontos interessantes sobre o assunto tão polêmico como vida após a morte. 

Durante o período de quase meia década cientistas da Universidade de Southampton, Inglaterra, estudaram casos de pessoas que estavam clinicamente mortas. E o resultado é impressionante: Mais de 39% dos casos analisados os entrevistados relataram ter tido as mesmas experiências extrassensoriais que os demais, mesmo sem se conhecer. A pesquisa foi feita em mais de 15 hospitais diferentes e utilizou quase 2.000 pessoas para esse estudo. 

Dos 330 pacientes que sobreviveram, destes, 140 puderem ser entrevistados e cerca de 55 (39%) deles relataram experiências intrigantes sobre o assunto. 

Os entrevistados relataram experiências físicas e extra-físicas durante um período que estavam tecnicamente mortos.

A maioria dos relatos não possuem informações precisas, mas os poucos que o fizeram revelam informações bastante intrigantes sobre esse período de pré-morte.

UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL


Um desses relatos é de de uma assistente social de 57 anos que alega ter ouvido vozes e presenciado luzes incandescentes durante esse período. Segundo o relato, "[a paciente] descreveu de forma precisa pessoas, sons e atividades durante sua reanimação. Os registros médicos corroboram para o relato", diz o estudo. A mesmo também alegou ter observado as pessoas ao seu redor sem, todavia, estar sentindo o restante do seu corpo.

Tendo seus relatos como base, a paciente pode ter ficado mais de três minutos consciente, enquanto o tempo normal de atividade cerebral é de apenas 20 ou 30 segundos após uma parada cardíaca. O que deixa em aberto qual seria a razão lógica para este fato. 

A maioria dos entrevistados não conseguia se lembrar de detalhes, mas descreveram sensações e imagens que se repetiam em vários outros relatos. Cerca de 20% dos candidatos relatou ter sentido uma paz enorme, outros 27% alegaram que o tempo acelerou e desacelerou. 

Alguns lembraram de ver uma luz brilhante, outros relataram medo, sensação de afogamento ou de ser sugado por águas profundas. Do grupo, cerca de 13% alegavam que se sentiram 'separados' de seus corpos e o mesmo número alegou que sentiram seus sentidos mais aguçados do que o normal. 

Além disso, 8% relataram ter encontrado com algum tipo de presença mística ou voz familiar, e 3% alegam ter visto espíritos de religiões ou pessoas mortas.

Ninguém relatou ter vivenciado situações 'futuras'.

O doutor Sam Parnia, que liderou o estudo, nos lembra que é impossível o cérebro continuar funcionando após o coração parar de bater.
O que aumenta ainda mais o "mistério" por trás desta pesquisa.

O estudo destaca que, apesar dos pacientes terem mais tempo de consciência durante a morte clínica do que o habitual, as memórias deles podem ter sido afetadas pelo impacto de processo de reanimação ou devido ao uso dos sedativos*.

*Entretanto, considerando a riqueza de detalhes dos relatos e a suposta 'sincronicidade'  em relatar as mesmas experiências que outras milhares de pessoas ao redor do mundo que também passaram por uma experiência de quase morte, coloca em pauta o dogmatismo que algumas pessoas tem referente a esta temática, comprovando que este é um fenômeno complexo que merece estudos posteriores.

Os autores do estudo apontaram ainda algumas limitações na pesquisa, como identificar se as supostas memórias dos pacientes representavam suas percepções reais durante a fase de morte clínica ou se era algum outro processo ainda desconhecido pela ciência. 

Outro ponto levantado pelos autores do estudo foi que, devido a ausência de clareza da maioria dos relatos dados pelos entrevistados, impediu que houvesse análises mais profundas sobre o assunto*

*Como já relatado algumas vezes aqui no site, algumas pessoas tem o seu chacra do terceiro olho mal 'calibrado' o que impede que elas tenham percepções extrassensoriais com clareza, mesmo em suas projeções astrais. O que explicaria a ausência de clareza nesses relatos. Embora seja tudo muito 'fantástico' esses e muitos outras pesquisas cientificas voltadas ao âmbito dito 'paranormal' corroboram para levarmos mais a sério esse mundo desconhecido, que ainda aguarda muitos outros segredos. 

Fonte: Portal Holanda

A postagem contém alguns grifos do autor