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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Theta Healing - Por Myrella Brasil

outubro 31, 2013

Acesse a sabedoria que existe em você com ThetaHealing



ThetaHealing é uma técnica que vai te ensinar a identificar e mudar crenças, sentimentos e padrões bloqueadores, criando imediatamente uma nova realidade para sua vida. Esta ferramenta pode ser facilmente aprendida por qualquer pessoa que tenha interesse em evoluir como ser humano. E possibilita que você tenha um acesso consciente às frequências de ondas cerebrais Theta.
ThetaHealing é uma técnica que pode gerar curas emocionais, mentais e físicas que qualquer pessoa, pode aprender e praticar. Ela se baseia no fato de que nossa realidade é criada por aquilo que acreditamos. As vezes não temos consciência de que trazemos uma determinada crença e que esta nos impossibilita de alcançarmos o que almejamos, gerando uma realidade de desequilíbrios, frustrações e doenças.
Estudos de física quântica e testes com eletroencefalograma comprovam que a ondas Theta são capazes de gerar curas instantâneas para doenças de diversos tipos. Através desta frequência você pode recriar e transformar sua vida!
Muitos bloqueios, sintomas desagradáveis e doenças, sejam eles físicos, emocionais, mentais e espirituais, são criados por sistemas de crenças. Ao detectar estas crenças é possível removê-las e transformá-las.  Assim vivendo a vida em seu potencial máximo, com saúde plena e a capacidade de manifestar o melhor para si.
Atualmente o ThetaHealing vem se expandindo em diversos países do mundo, promovendo curas, ampliando o nível de consciência e transformando a vida de milhares de pessoas.
Qualquer pessoa pode praticar o ThetaHealing?
Sim. Praticar ThetaHealing é uma capacidade inerente ao ser humano. Todos podem ter acesso a este maravilhoso instrumento para manifestar o que realmente faz parte de seu propósito de vida, ser saudável em todos os níveis.
Todos os cursos são certificados pelo ThetaHealing Institute of Knowledge (THInK-EUA), tendo reconhecimento internacional. A americana Vianna Stibal fundou o ThetaHealing Institute em 1994, após se curar de um câncer. Sua cura foi realizada através do acesso a estas frequências elevadas Theta. Ao elaborar a técnica, Vianna começou a ensiná-la e a difundi-la em diversos países do mundo, gerando curas profundas e obtendo resultados surpreendentes.
No curso básico você vai aprender as bases do ThetaHealing:
  • Como acessar conscientemente a frequência de onda cerebral Theta, identificar e mudar crenças, sentimentos e padrões bloqueadores, utilizar seus sentidos psíquicos e intuição em todas as situações, manifestar o que realmente é importante em sua vida, acessar a sabedoria inata dentro de si, criar sentimentos e programas positivos em sua vida, fazer uma leitura do corpo, aplicar ThetaHealing em si mesmo e nos outros, ativar a juventude e vitalidade que existe em você.
Este curso é realizado em três dias e não possui pré-requisitos, site: www.thetahealing.com.br 
(Myrella Brasil, mestre em Biologia Molecular; terapeuta transpessoal; pesquisadora; escritora; palestrante; colaboradora do DM; e-mail: myrellabrasil@gmail.com; site: www.saude-bemestar.net.br)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Os Benefícios da Amizade: Discutindo a relação humana

outubro 16, 2013
Por que temos tantas dificuldades nos relacionamentos? Pais e filhos. Família. Amantes. Amigos. Colegas de trabalho e estudo. Vizinhos de bairro. Todos têm suas próprias queixas sobre os desafios para manter relações edificantes e amigáveis. Mas será que investimos algum tempo para refletir sobre nossa contribuição para amenizar ou incrementar essas dificuldades?

Estamos no mundo com pessoas. Somos seres relacionais. Precisamos interagir para sobreviver. Nossos projetos de autorrealização envolvem, necessariamente, os outros. E a despeito da auto-evidência desse fenômeno, nem sempre estamos conscientes disso. E, ás vezes, agimos como se fossêmos náufragos autossuficientes, isolados em ilhas  desertas.

Muitos têm atitudes que parecem negar o facto de que quando nascemos, somos lançados no centro de vidas que se entrelaçam: nossos pais, a família, os amigos de nossos pais. E  não há  como fugir. Para onde formos, onde estivermos, somos parte de uma teia de relações que se interliga irremediavelmente.

E hoje, que precisamos construir nossa network (rede de trabalho) para uma vida profissional bem realizada, como não valorizar o facto de que somos agentes causadores de bem ou mal-estar nos ambientes? Como ignorar o papel da forma como interagimos no desencadear de eventos agradáveis ou não à nossa busca de realização, pessoal ou profissional?

Então, se é inútil ignorar esse aspeto central de nossa existência; se precisamos conviver e interagir, porque não fazê-lo com um mínimo de esforço para uma sociabilidade gratificante para nós e nossos pares? 
Cada vez mais, nas entrevistas para admissão ou ascensão no mundo do trabalho, a habilidade que o candidato apresenta para construir amizades e estabelecer vínculos duradouros é mais valorizada. Os estudiosos do comportamento humano já perceberam que alguém capaz de ser um bom amigo, terá mais possibilidades de construir relações de trabalho produtivas e harmónicas.

O filósofo Áttalo da Roma Antiga dizia que “É mais doce fazer um amigo do que já tê-lo, assim como é mais doce para um artista pintar um quadro do que já tê-lo pintado". Séneca, o filósofo estóico, exortava seus discípulos a valorizarem a amizade, quando dizia: ”A amizade é a virtude que o sábio deve apreciar entre todas as coisas”. O pensador de Córdova ensinava que não se pode viver feliz sem olhar para o outro. Ele apontava a confiança, a sinceridade e o elogio em forma de reconhecimento como elementos essenciais às relações duradouras. Contudo, é preciso não perder de vista que para o exercício da confiança, da sinceridade e  do reconhecimento do outro,  próprios da boa amizade, é necessário nos aproximarmos das pessoas. Há que se fazer amigos. Não existem fórmulas ou alquimias capazes de garantir a conquista e manutenção de amizades sólidas. Entretanto, alguns cuidados podem ajudar.

A tarefa de aproximação exige muito em tato, sensibilidade e disposição para vencer as dificuldades advindas da timidez ou do orgulho. Em consequência, é preciso atentar para os passos iniciais da trilha da amizade. A primeira impressão pode ser modificada, mas é duradoura, por esse motivo é fundamental formar boa impressão nos primeiros contactos. Gestos simples podem  ter efeitos significativos para promover aproximações agradáveis com possibilidades de progresso:

Sentimento gera comportamento. É essencial ter atitude positiva em relação aos ambientes que frequentamos. Quando vamos a lugares que nos produzem bem-estar, tendemos a adotar atitude amigável em relação às pessoas que ali estão. A benevolência em relação às pessoas e lugares ajudam-nos a adotar atitude de proximidade e empatia. É sempre bom rever preconceitos e predisposições que alimentamos em relação aos lugares que precisamos frequentar. Talvez muito da antipatia ou mal-estar identificados sejam projeções de fantasias e crenças distorcidas que nutrimos, às vezes de forma inconsciente.

Comportamento provoca reações. Nossas atitudes desencadeiam reações no ambiente. Aja com empatia. Olhe nos olhos das pessoas; cumprimente de forma calorosa (sem efusividade em demasia, mas com calor humano). Atente para o que vai dizer; muitos comentários inocentes que fazemos podem ser mal interpretados e surtirem efeito  diferente do previsto.

Não somos seres de isolamento. O pensador contemporâneo, André Comte-Sponville diz que somos seres de solidão, ou seja, ninguém pode viver a dor e o desejo do outro. Nós é que responderemos pelas nossas escolhas e ações. Mas, nem por isso precisamos agir como seres isolados. E em complemento, Sponville também nos diz que: “A solidão não é a rejeição do outro, ao contrário, é a solidão compartilhada, habitada, iluminada. A solidão humana é uma regra da existência, mas o isolamento é exceção”. Nós e nossas atitudes condicionam a dimensão e a qualidade dos vínculos que criamos e fortalecemos.

Outro filósofo que mostrou aspectos reveladores sobre os benefícios da amizade para uma vida bem vivida, foi Montaigne. Ele escreveu nos seus Ensaios: “A amizade cresce com o desejo que  dela temos”. E realmente, a leitura de bons autores que pensaram a amizade leva-nos a concluir que, são inúmeros os benefícios advindos do cultivo de boas relações. E essas são frutos, sobretudo, da nossa vontade de cultivá-las.
Soluções Plus - Build Your Health
 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Capitalismo: poderia ser pior?

outubro 07, 2013

Imagine um mundo onde você não tem liberdade: Seu dia a dia é norteado pelas decisões de um governo autoritário e sem receio de usar da violência; você não tem direito a deixar o país ou mesmo viajar; você recebe apenas itens básicos como alimentação e moradia em troca do seu trabalho diário, que não te satisfaz pessoalmente. O exército é o órgão mais importante e policia todas as tuas atividades e as dos outros cidadãos: você não é livre para compor uma música, reclamar que não gosta do governo ou mesmo acessar a internet, sob pena de ir preso - e sabe-se lá o que mais! 
Entretanto, neste cenário onde um governo controla todos os aspectos da sua vida, o mesmo não funciona sozinho. Ah, não, há pessoas no comando. Você deve jogar segundo as regras deles, sem chance de questionar, sem reclamar, sem ter como fugir. Eles vivem no luxo, tem acesso a tudo que é negado (ou falta) ao povo e não tem a mínima hesitação na hora de usar a força e derramar sangue para manterem-se no poder.
Quem está familiarizado com a Nova Ordem Mundial deve ter se lembrado imediatamente que este é o mundo desejado pela elite global: Tudo e todos ferrenha e violentamente controlados, quase sem direitos e obedecendo as suas vontades.
Mas não. Isso que você leu já existiu, em metade do mundo, no século XX e, ainda hoje, está presente em alguns países. Chama-se Comunismo. Neste artigo, vamos tentar falar simplesmente de uma coisa prática, que afeta nossa vida diretamente e que ninguém dá importância: vamos falar de política.
Muy bien, antes de mais nada, quero deixar claro que não sou pró-capitalismo e não estou aqui para defendê-lo ou dizer que é algo bonito, porque não é. Ele é cruel, implacável, nos escraviza e tem todos os defeitos que já estamos carecas de saber por viver numa sociedade que segue este sistema. Há artigos que tratam disso, como este, este e este outro. Não quero chover no molhado. Minha intenção aqui é tentar elucidar que, por incrível que pareça, o sistema alternativo que existe nos dias de hoje é muito pior.
Séc. XIX. Revolução Industrial (doravante chamada R.I.). Trabalhadores têm cargas horárias beirando o absurdo, crianças trabalham, as condições são as piores possíveis. Pessoas abandonam o campo, criando grandes cidades caóticas. Os “burgueses” - possivelmente a palavra mais odiada jamais inventada – controlam os meios de produção, pagam salários miseráveis e ficam com todo o lucro. Isto foi o que aprendemos na escola: a revolução industrial foi má e nos condenou à sociedade capitalista. Esta é a visão que nos é passada hoje, aqui no Brasil.
Agora tentemos ver este fato de uma outra óptica: a de quem vivia na época (hoje, claro, colocamos nossa visão de mundo do séc. XXI em tudo que analisamos historicamente. Vamos tirar estes “óculos” por alguns instantes):
Em 1800 e guaraná-com-rolha, antes da R.I., tudo era fabricado artesanalmente, sem auxílio de maquinário algum. A pobreza era o estado normal de todas as pessoas – salvo, claro e para variar, as elites religiosas e os governantes. As condições de vida eram insalubres, obviamente, para os padrões de hoje. A nobreza era “dona” dos plebeus e detinha os direitos sobre as terras onde os mesmos se encontravam. Os bens eram produzidos manual e lentamente por pessoas que os iniciavam e terminavam, ou seja, operavam todo o processo, tornando-o demorado e caro.  Vale mencionar também que esta produção artesanal estava sob controle das corporações de ofícios e seu comércio sob a das associações de comerciantes. De forma geral, ainda que os artesãos dominassem todo o processo produtivo (e não ficassem trabalhando mecanicamente numa linha de montagem como hoje), tudo era caro e a produção era bastante limitada, inacessível ás pessoas.
Com a mecanização e produção em série, os produtos tornaram-se bastante mais baratos e “faliram” quem produzia artesanalmente. Mais e mais pessoas começaram a trabalhar nas fábricas, inclusive abandonando o campo (se as condições de vida já eram ruins na cidade, no campo a miséria era ainda maior). A carga horária era, sem dúvida, escravizante, mas notem como ela decresceu rapidamente nos primeiros anos da R.I., em contraste com nossos tempos, onde ela se mantém praticamente estável:

Horas de trabalho por semana para trabalhadores adultos nas indústrias têxteis inglesas:

·         1780 - +/- 80 horas semanais
·         1820 - 67 horas semanais
·         1860 - 53 horas semanais
·         2007 - 46 horas semanais
OBS.: (no período de 1800 – 1870, os salários aumentaram mais de 300%)

Longe de ter sido ruim para as pessoas, a mecanização trouxe o progresso e melhores condições de vida: graças ao progresso técnico e científico dela, hoje eu e você estamos usando um computador e não morremos em tenra idade por uma simples gripe. Además, duzentos anos atrás, as pessoas viviam e trabalhavam para comer e se vestir: hoje trabalhamos para trocar de carro, ir no cinema, pagar a faculdade. Percebem a diferença? Ouve uma melhora na vida do ser humano, isso é inegável (vejam bem, eu disse que a vida melhorou, não disse que as pessoas são mais felizes!). A qualidade de vida das pessoas deu um salto gigantesco e o mundo passou a poder abrigar mais pessoas. Tenham em mente que o mundo era miserável antes do capitalismo: ele não criou os pobres, apenas os herdou. Lembrem-se de todos os filmes medievais que você viu: todos são pobres e apenas a aristocracia vive no luxo, às custas do trabalho dos “plebeus”.

Clássica imagem dos nosso livros escolares de história, a luta de classes: Os burgueses gordos vivendo ás custas do trabalho do proletariado, na clássica estratégia illuminati "dividir e conquistar". Estes livros não mencionam que a burguesia liberou os pobres de trabalharem para a nobreza para trabalharem para si próprios.

Por que, então, os escravizadores permitiram tal desenvolvimento? Simplesmente porque este progresso era necessário para que o planeta pudesse abrigar mais pessoas e se tornasse mais produtivo para eles.
Sei que já devo ter atiçado a ira de muitos por este texto, lo siento, mas agora explicarei o porquê de haver escolhido um tema tão delicado: Estudando economia, eu conheci a pirâmide de Maslow. De forma resumida, para não me estender muito, Abraham Maslow foi um psicólogo americano que colocou as necessidades humanas em níveis hierárquicos, ou seja, você atende as mais básicas e urgentes para só então buscar satisfazer as menos urgentes.



Notem que auto estima, respeito, ausência de preconceitos, criatividade, etc. –notadamente características de pessoas mais desenvolvidas intelectual e espiritualmente -  estão mais no topo da pirâmide. Nós, que nos importamos em meditar, ajudar/respeitar as pessoas e desenvolver nossa espiritualidade somente o fazemos porque já estamos realizados nos níveis mais baixos da pirâmide. Você, já iniciado, deixou de comer ou foi morar debaixo da ponte para pagar pelo curso? Acredito que não. Devo crer que, na era pré R.I., a sociedade conferia às pessoas comuns condições de preencher os níveis mais básicos desta pirâmide? Duvido. Hoje as pessoas conseguem? Algumas. Poucas, na realidade. Mas existem. Por exemplo, os pranianos, que obtiveram este nível incrível de desenvolvimento espiritual, certamente tinham suas necessidades mais básicas já supridas e buscavam algo mais – o topo da pirâmide. Por isso, ainda que seja um sistema desleal e implacável com os fracos, o capitalismo ainda é o que de melhor temos à disposição: Permite que ALGUNS de nós tenham a liberdade de fazer/estudar/criticar o que bem entendemos. Certamente o Sr. Bruno desenvolveu-se, aprimorou-se e hoje ajuda a inúmeras pessoas graças à “liberdade entre aspas” que nossa sociedade capitalista confere.
Eu gosto de ver jornadas de trabalho de 8 ou mais horas diárias, para as pessoas ganharem dinheiro que será gasto em futilidades que elas NÃO precisam, sustentando um sistema que te faz gastar desejando algo que te trará um problema (junk food) e depois gastar o que sobrou recorrendo a uma solução (remédio para emagrecer)? Gosto de saber que tem pessoas jantando caviar dentro de um jatinho enquanto outros estão morrendo de fome e frio nas ruas? Claro que não!! Confesso que foi necessário muito estudo e coragem para escrever este artigo: como, então, pude vir aqui falar que um sistema tão desumano, que nos escraviza, não é o pior?
Bueno...
Me digam qual o único sistema que se opôs, até hoje, ao capitalismo? Bingo! O Marxismo/Socialismo/Comunismo. E o que aconteceu? 

Nada demais, apenas uns 100 milhões de mortos.


Vala comum na Ucrânia, datando de 1937-39. Extermínios em nome do "bem comum" ocorreram em regimes comunistas antes mesmo do início da segunda guerra mundial.

Você provavelmente não sabe, mas 1/3 da população do Camboja foi desta para melhor no genocídio promovido pelo governo Khmer Rouge, na segunda metade da década de 70.
Num mundo comunista (descrito no início deste texto), seremos todos eternamente gado. Tive a sorte de estudar por uma temporada na Europa e conheci muitos jovens de países da antiga URSS, como Ucrânia, Polônia e diversos países do Leste Europeu. Qual o consenso no discurso deles? Ódio ao comunismo. Fiz, também, amigas chinesas, pessoas de imenso coração, mas, infelizmente, mente fechada. Reproduzo o diálogo que tive durante um almoço com elas (em tradução livre, claro, e não, eu não falo chinês! rsssss):
-No Brasil, sempre ouvimos falar que na China há muita censura. É verdade?
-Sim, mas não tem perigo. É bobagem. Tem gente que vai preso porque é burra e fala mal do governo, mas é só ficar quieto que não tem problema nenhum.
-Wow, mas nem reclamar no facebook não pode? Rsss
-Não, na internet chinesa facebook é proibido. Só dá para usar quando conseguimos conexão clandestina do Japão, mas é muito lenta! Um pena!
-Entendo, mas vocês não ficam com raiva de tanta opressão? De não poder falar sobre as coisas que vocês acham que estão erradas ou entrar em qualquer página web que dê vontade?
-Ah, mas o governo é bom. Nos fornece as coisas, só temos que trabalhar para compensar. É perigoso só para quem é burro de ficar reclamando, aí pode ir preso e ainda trazer problemas para a família.
Eu não quis instigar nela a vontade de lutar pelo direito de expressão porque, confesso, temo pela segurança de quem faz isso lá. Mas o fato é que ela (e, acredito, a grande maioria dos jovens de lá), está conformada em viver sem liberdade plena, sob o chicote de uma dúzia de “líderes”. Somos deuses e merecemos ser tratados como tal, oras! Duvido que tivéssemos chegado a conhecer o Salto, ou mesmo que o Sr. Bruno tivesse chegado às informações que chegou se tivéssemos nascido sob uma ditadura: a história nos mostra que a individualidade e a liberdade são severamente restringidas quando tais governo estão presentes. Em regimes deste tipo, não há respeito pelas vidas, os fins justificam os meios e é paredão para quem não concordar (não de Big Brother, de fuzilamento)!
Coréia do Norte: você teria coragem de criticar o governo se morasse lá?  

Como último argumento a um mundo com o mínimo de governo possível, deixo o óbvio, mas que deve estar passando despercebido de cada um de nós: Governos servem à NWO. Governos estão nas mãos das elites globais, seguem sua agenda e, cada dia, criam mais e mais leis para privar-nos de liberdade. Todos sabemos que, quanto mais governo, mais eles querem controlar nossa vida, mais pessoas como o Sr. Feliciano tentam impor à força seu modo de vida para todas as pessoas, mais e mais impostos são exigidos para manter a maquinaria pública (e, adivinhem, nosso dinheiro acabar nos bancos!).
Na Venezuela, você não pode trocar todo seu dinheiro por dólares e sair viajar. No Brasil, você não pode fazer um aborto e é obrigada a arruinar sua vida caso aconteça uma gravidez no momento errado. Nos EUA, espionagem governamental é procedimento padrão. Pode parecer discurso de um liberal de extrema-direita, mas o fato é que os governos (dos senhores feudais aos nossos deputados, passando pela igreja Católica e por presidentes que decidem enviar jovens para guerras que eles decidiram que iam acontecer) foram e são, sem dúvidas, as maiores instituições de opressão, desinformação e infelicidade que existem. Este é o único motivo pelo qual o capitalismo não é o pior sistema “disponível” no momento: ele pressupõe que o governo não vai mandar na tua vida, que você é “livre” para ficar rico (ou para morrer de fome). Neste sistema, os escravizadores precisam usar de elaboradas técnicas de engenharia social para manter-nos ignorantes e alienados... trabalhe, coma porcarias, gaste com coisas supérfluas, contraia matrimônio, crie os filhos e morra. Mas HÁ a possibilidade de você se desvencilhar de tudo isso (olhe para nós! Estamos tentando e ninguém está usando a força para nos impedir –ao menos no plano material, no espiritual já é outra história! Rsss). Eu passei mais de seis meses sem comprar nem uma peça de roupa e comendo miojo para pagar a iniciação do Salto, mas nenhum “representante” do governo foi lá prender o Sr. Bruno por estar fazendo algo ilegal ou conspirar contra a ordem (não posso deixar de lembrar de quando o governo chinês proibiu a reencarnação sem autorização do Estado).


Tibet livre? Vixe, só na próxima encarnação... 

Se alguém leu até o fim, agradeço e peço desculpas por estender-me tanto. Apenas uma breve conclusão. Minha visão é a seguinte: enquanto não tivermos, todos, uma consciência de que “você não precisa ser consumista para ser feliz”, sabermos de nossa origem e que somos um só, vivendo em uma prisão, seguiremos necessitando de governos (e colocando nossa esperança neles!!), os quais, no presente momento, podem ser apenas de dois tipos e acho que deixei minha colocação bem clara: infeliz e desgraçadamente, o capitalismo ainda é o “menos pior” que dispomos!

sábado, 5 de outubro de 2013

Estamos Dormindo - Por Renato de Resende

outubro 05, 2013


ESTAMOS DORMINDO

Façam silêncio estamos dormindo
De olhos abertos e a boca sorrindo
Sonambulando em todos lugares
Nas avenidas, praças e bares
Nos edificios e corredores
Estamos dormindo, grandes atores!

Façam silêncio estamos dormindo
De olhos abertos e a boca sorrindo
Somos pedreiros, garis, senhores
Donas de casa, grandes doutores
E engenheiros e trocadores
Estamos dormindo, grandes atores!

Façam silêncio estamos dormindo
De olhos abertos e a boca sorrindo
Nas romarias e peregrinagens
Nas sacristias, templos e altares
Somos rabinos, padres, pastores
Estamos dormindo, grandes atores!

Estamos dormindo tranquilamente
Loucos mendigos, ricos dementes

Sonambulando impunemente

Uns mortos-vivos, sombras de gente



______________________________

Renato de Resende é ator, músico e compositor. É mais alguém obstinado pelo autoconhecimento e indignado com as desigualdades e a produção de alienação em que o mundo vive. Contrate-o para trabalhos artísticos.

Renato de Resende
tel: (24) 22422564  (24) 88312566
Músicas: https://soundcloud.com/renato-de-resende/

A Companhia de Teatro com a qual mais trabalha é a Companhia Teatro Livro Aberto

E os contatos comerciais são feitos com a produtora
Renata Garcia
(24) 22317167 (24) 99829627
renatagarcia29@gmail.com


FATOR QUÂNTICO
"Os deuses dormem profundamente... Acordem deuses! Vocês vivem um terrível pesadelo... O pesadelo de acharem que não são Deuses..."  Bruno Guerreiro de Moraes

Quem é você?

outubro 05, 2013
QUEM É VOCÊ?
Por Tico Santa Cruz


Você trabalha feito um burro de carga
Puxando um sistema podre que é bancado com o seu suor
E sexta-feira vai pra igreja comungar com a sua família
A voz sagrada, Jesus Cristo é o senhor
E deixa parte do salário em retribuição
À dádiva divina da palavra do pastor
É melhor garantir um lugar no céu
Aqui nesse inferno tenta só sobreviver
E o que salva é a cervejinha no fim de semana
Assistindo o jogo do seu time preferido na tv


Segunda-feira o seu filho tá em casa
Porque a escola onde estuda não tem nenhum professor
E o professor está na rua apanhando da policia
Tá cobrando seu salário lá do governador


Enquanto isso numa casa confortável
Uma família abastada reunida assiste televisão
E praguejando fala mal de quem
Tá na rua enfrentando e dando a cara
Pra lutar contra a situação


O fura-fila que entrou na sua frente
Conseguiu ser atendido muito antes de você
E aquele cara que foi reclamar do caso
Chamaram de barraqueiro, que não tinha o que fazer


A sogra dele há semanas na espera
Vai pensando que já era
Não consegue o leito num hospital
E na favela aquela guerra
Continua traficante e a polícia no controle social


Mas
Quem é você?
Quem é você?
Quem é você?


Tu fuma um beck e é chamado de financiador
Por um senhor que toma uísque e bate na mulher


E nego enche a cara no fim de semana
Sai de carro dirigindo mata cinco e puxa o carro e sai de ré


A gente gasta são seis meses de salário
Dando tudo pro governo e não tem quase nada em troca
E o governo vai tomando e gastando
Seu dinheiro eles são o parafuso, e você é a a porca


Já foram mais de 500 anos dessa história
Não mudou tanto assim desde a colonização
A diferença é que hoje o colonizador
É aplaudido num programa de televisão


A gente acha como se por um milagre
Deus, no auge da bondade, fosse um dia interceder
Enquanto esse dia não chega, a gente vai aceitando
E esperando alguma coisa acontecer


Mas
Quem é você?
Quem é você?
Me diz
Quem é você?
Quem é você?

O teu avô que trabalhou a vida inteira
Dia e noite, noite e dia, até se aposentar
Recebe agora uma miséria de salário
Fica 10 horas na fila esperando e não pode reclamar


Mas as crianças vão crescer e o futuro do Brasil
Por algum dia deverá ser bem melhor
Só que o problema é que as crianças
Estão crescendo com seus pais longe de casa
E mais ninguém ao seu redor


Eu não queria te dizer, mas eu vou ter que te falar
Tu é esperto mas tá sendo passado pra trás
E pode ser que quando tu percebas isso lá na frente
Já seja tarde demais


Agora dance, agora dance
Mão na cabeça, mão no joelho
Fica de quatro, não pode parar
Agora dance, dance, dance, dance, dance
Mãozinha pro lado, bundinha pro outro
Se finge de morto e não pare de dançar
Agora dance, dance, dance
Mão na cabeça, mão no joelho
Fica de quatro, não pode parar
Agora dance, dance, dance, dance
Mãozinha pro lado, bundinha pro outro
Se finge de morto e não pare de dançar


Quem é você?
Quem é você?
Mas quem é você?
Quem é você?


FATOR QUÂNTICO
"Eu só pediria licença para lembrar que os alienados são precisamente os que têm uma ideia fixa." Mario Quintana