A ciência vem sendo usada por charlatões para "provar" falsas verdades e adoecer a população e o ecossistema.
Quem está por trás da tão possível privatização da água? Se ela for privada, como ficará a vida de quem não puder pagar por ela? A privatização das coisas públicas faz bem para quem?
Um jovem prodígio brasileiro, com muito pouco recurso, na sua escola técnica desenvolveu uma tecnologia capaz de tornar pessoas em coma comunicáveis.
As tecnologias da comunicação interconectaram o mundo, mas agora estão dando brecha para que mentiras e fatos mal-interpretados decidam o destino das pessoas. A quem interessam as Fake News?
O mistério dos corpos que não se desfazem depois da morte. A santidade da personalidade que ali habitava é que causa esse fenômeno? Mistério!

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segunda-feira, 31 de março de 2014

Depoimento - RTS - Petra Pavlak

março 31, 2014
Aspectos trabalhados: Despertar da consciência (ser mais intuitiva, guiada pela intuição), autoconhecimento, resistência à mudança e outros.


“Eu já tinha até esquecido como era a felicidade plena, e pude perceber essa felicidade durante as sessões com o Dhin.”
Um amigo me indicou o Dhin, e eu o procurei para resolver alguns problemas que estavam me atrapalhando em minha vida.
Mas o principal objetivo era tornar-me mais intuitiva, com consciência desperta para que eu pudesse sair dessa Matriz que me encontro e estar presente no momento Agora.
Para minha surpresa, vi nas sessões muitos desafios antes desse despertar, fatos que nem imaginava que me poderia ter causado dano. Sempre que recebia o email de retorno do Dhin me emocionava pelo fato dele ter se aprofundado em muitos aspectos da minha vida intima.
Um desses casos, era o meu pai, que me abandonou com 1 ano de idade, não imaginava que isso tinha causado nenhum trauma, porque minha mãe me criou tentando fazer o papel de ambos. Mas o fato é que isso me deixou sim alguns probleminhas, que nem imaginava que era por causa do pai. O Dhin viu logo no começo, que eu tive muito pouco desse amor, e perdi, e por ter perdido, eu tentei preencher com a energia masculinha (tentando ser igual ao meu pai) o que terminou me deixando com algumas personalidades mais masculinas, como ficar buzinando e sem paciência quando alguém me colocava em perigo na estrada, ou não conseguir a me adaptar em situações que requeriam adaptação na rotina diária. O interessante é que durante na semana das sessões, a mulher do meu pai me falou que ira vir me visitar, eles moram a 1000km daqui, e ela quer vir me conhecer e ele  já fazia 12 anos que não o via, interessante isso acontecer bem no meio das sessões...
Outro fato interessante que ele mencionou foi que eu sou muito sonhadora, que vivo em  um mundo ilusório, de fantasia, e realmente eu sou assim, muito sonhadora... muito otimista, vivo o mundo o vendo como um conto de fada... eu fiquei impressionada com a descrição de cada item do Dhin porque tudo que ele mencionou era Eu... daquele jeitinho. Mas, muito dos problemas estavam trancados dentro de um baú, me fazendo mal, criando um bolo de energia que afetava a saúde e os relacionamentos...

Um dia antes da segunda sessão, o inesperado aconteceu, eu acordei! Eu estava indo para o Yoga,  faço uma pequena viagem, pois são 30km de ida e mais 30km de volta, e no caminho da ida, de repente, eu olhei para o cenário, e realmente vi, vi as arvores, o asfalto, os carros... a arvore balançando, pessoas andando com suas diversas fisionomias... foi tudo tão mágico e intenso, porque realmente eu estava ali,  presente! No Agora!! Quando cheguei em casa e fui deitar, visualizei todo o caminho  que percorri com exatidão, foi muito real e nítido! Senti uma paz  e felicidade que já até tinha esquecido como era. No outro dia fui trabalhar, e uma amiga, que é muito sensível, olhou para mim, com um sorriso muito gostoso, então eu perguntei o que era aquele sorriso, e ela me disse: “Você transmite muita paz, muita coisa boa!” – O Dhin comentou que as pessoas próximas iriam ver a diferença, mas não achei que seria tão rápido e com tanta intensidade. Foi a sensação mais incrível que tive, a mais esperada!
Hoje, eu sinto mais a presença do Agora, os sonhos estão mais nítidos, e eu consigo me interiorizar bem mais. Eu  me vejo em transição, em uma metamorfose, muitas coisas eu vejo que já mudaram  e outras eu sei que irão mudar, mas que necessitarão de mais tempo e mais compreensão a respeito.
O trabalho do Dhin é fenomenal, a percepção que ele tem, é muito boa!!
Petra Pavlak
_______

Comentário do Terapeuta

Petra tinha uma característica que eu considero bastante comum entre as pessoas que eu chamo de esotéricas (me incluo nesse grupo e me refiro às pessoas espiritualistas, místicas, metacognitivas de uma forma geral) que era de ser sonhadora, super otimista.

Ser sonhador e otimista é algo ótimo, sem sombra de dúvidas. Os sonhos e o otimismo precisam andar juntos para que a pessoa se sinta motivada em sua vida, na busca por metas pessoais. O problema se dá quando esse otimismo todo não é baseado na realidade. Muitas das pessoas esotéricas são muito sonhadoras e tiram os pés do chão nisso. Acabam se transportando para uma realidade muito bonita onde tudo "poderá" dar certo... Ficam vivendo nesse estado de consciência que não lhes permite ver a realidade como ela é.

Eu penso que muito dessa maneira de pensar/sentir a realidade de uma forma sonhadora vem da educação religiosa/espiritualista que muitos de nós receberam na infância ou que adotaram em outro estágio da vida pela doutrinação em meios gnósticos, espíritas, religiosos, pois o que há muitas vezes nesses grupos ideológicos é uma alimentação constante e inconsciente de esperança: "Um dia a humanidade despertará! - Um dia, Jesus voltará! - Vamos sofrer muito agora, mas em vidas futuras seremos melhores! - Não expresse seus desejos inferiores, assim será uma alma iluminada!"...

É claro que essas ideias não são transmitidas da maneira literal que coloquei aqui, mas se você se afastar e observar analiticamente de fora, perceberá que essas ideologias consistem em alimentar esperanças no futuro, criar expectativas de acontecimentos grandiosos, os supostos "saltos quânticos" de consciência... enfim, várias fantasias são criadas e assim se programam as pessoas a serem sonhadoras, felizes e cheias de esperança no futuro. Assim elas não se focam no momento atual, no AGORA de que a Petra Pavlak falou. Não vivem o seu momento atual e não resolvem suas questões emocionais, varrendo-as para debaixo do tapete, lançando-as para o futuro. É assim que a vida da maioria das pessoas passa no "razo", na dedicação às ideologias que ao invés de (re)conectar os sujeitos à sua divindade, os aprisiona em crenças intelectualizadas, filtros sutis de percepção da realidade que são muito difíceis de percebermos sozinhos e de nos livrarmos deles.

Vejamos que quando critico essas características, não quero dizer que Petra as tivesse todas. Petra era sim uma sonhadora otimista e isso a impedia de ver algumas coisas, mas todos nós sempre temos alguns véus diante dos olhos. Petra teve os resultados que teve por que se abriu genuinamente, com sinceridade e confiança para este processo terapêutico. Petra já vinha num processo mais ou menos consciente e mais ou menos voluntário de despertar, de desabrochar.

O que eu fiz como terapeuta foi remover mais véus que estavam diante dos seus olhos e aquilo de melhor que já havia dentro dela simplesmente se mostrou para a própria. Petra está desabrochando, talvez não para fora, mas para dentro de si mesma, enfim.

A metamorfose de Petra continuará, pois a mudança é um processo constante para quem tem a coragem de buscar o autoconhecimento. 

Os resultados que Petra teve não são garantidos a todos os clientes. Cada cliente tem os seus resultados particulares e eles serão maiores ou menores de acordo com as circunstâncias que atravessam cada um.

Uma terapia precisa ser feita sempre com o máximo possível de ENTREGA do paciente/cliente. As informações que as pessoas costumam obter da RTS pelos relatórios não tendem a serem agradáveis, mas o autoconhecimento é muito mais um processo doloroso de desconstrução-reconstrução interior do que uma grande alegria. Eu diria que é uma surpresa, pois não sabemos o que iremos encontrar nessa jornada.

Para todos aqueles que também quiserem experimentar a possibilidade de resolverem seus conflitos com a RTS, eu lhes aguardo no link abaixo:


por Dhin Akari

sábado, 29 de março de 2014

Depoimento - RTS - Rodrigo Santana

março 29, 2014


Conflitos trabalhados: Fácil irritação com pequenos acontecimentos, dificuldade em manter o foco e prazer para estudar, difícil comunicação com a Supraconsciência (já sendo iniciado no SQG).


"Bom Din, já tive tempo o suficiente (acho eu) para poder analisar as mudanças e implicações que o RTS teve em mim.

Dos meus três problemas o que mais se destacou foi o contato com a supra consciência, eu tive uma real mudança do que antes eu podia ter como comunicação com o que eu tenho agora, mesmo sendo pouca coisas que eu consigo sentir eu notei que aquela barreira de não comunicação (sou uma alma terrestre que teve um trauma muito forte no dia da invasão, que foi  forte o suficiente para a supra consciência se decepcionar comigo) foi quebrada e que com muito treino e perseverança eu conseguiria uma comunicação normal como qualquer pessoa que fez o salto padrão possui.


O segundo que eu mais notei diferença foi a irritabilidade, que felizmente eu pedi para ser trabalhada na hora certa, porém foi avaliada na hora errada, quando o Din fez minhas sessões de RTS eu estava passando pelo processo dos 21 dias então eu supostamente deveria ficar mais irritado, mas aconteceu o contrario e eu fiquei um pouco menos irritável (qualquer coisa que eu cismasse era capaz de me deixar irritado) e com um visível aumento do meu "pavio" me tornando muito menos explosivo e muito mais calmo.


O terceiro aspecto trabalhado teve a avaliação prejudicada pelo processo dos 21, uma coisa que eu percebi naquelas três semanas foi de que eu fiquei mais aéreo, mas não muito, porém eu senti um visível aumento na minha vontade de estudar e uma coisa que eu percebi quase que de imediato foi de que eu finalmente estava feliz com meu curso, eu finalmente tinha animo de ir para a faculdade e aprender.


Portanto eu senti as mudanças em todos os aspectos e todas foram mudanças positivas e quase que de imediato após finalizar todas as sessões.

Gostaria de mais uma vez agradecer o trabalho do Din e de dizer que é um trabalho justo real e uma pechincha pelas mudanças que ele fez."

- Rodrigo Santana
______

Comentário do terapeuta: 

O primeiro item de que o Rodrigo fala, comunicação com a Supraconsciência, é um dos mais procurados entre meus clientes da RTS. Muitas pessoas passam pelo SQG e não tem um contato bom com a sua centelha por que esta está resolvida a não falar ou por que a própria pessoa tem dificuldade em identificar a comunicação, entender a linguagem transcendente da supra, etc. Os motivos variam muito de pessoa para pessoa.

E eu digo que tratar essa comunicação é algo muito complicado para mim. A supraconsciência é uma instância soberana no Universo e se ela se resolve a não falar com o elemental, não há nada que eu possa fazer.

O caso do Rodrigo era reparável, sua centelha já queria se comunicar com ele ou por algum motivo mudou de ideia e por isso ele teve éxito nessa busca. Mas, já alerto a todo mundo que tenha a intenção de buscar a RTS para isso que não há muito o que eu possa fazer. Tudo depende da vontade divina da Supraconsciência de cada um.

Outro aspecto que costumam me pedir bastante e que é complexo de se trabalhar é o desenvolvimento espiritual. Isto é algo muito vasto e só me dizer isto não adianta. O desenvolvimento espiritual é de cada um e vem na medida em que a pessoa se aperfeiçoa nas suas práticas voltadas para isso. O meu trabalho é mais voltado para mudanças na vida, saúde, nas emoções, nos pensamentos e comportamentos. Na espiritualidade eu posso ajudar, mas se nem você mesmo sabe o que quer, é impossível para que eu possa fazer alguma coisa.

O Rodrigo também tinha o problema de se irritar por mínimas coisas. Às vezes o simples gesto de alguém já era suficiente para que ele se irritasse. Com Rodrigo foi possível amenizar ou desfazer essa programação, porém há pessoas acometidas por problemas de saúde psiquiátrica que depositam demasiada expectativa sobre a RTS. 

Em alguns casos a irritabilidade é sintoma de um problema que só um psiquiatra bom e atencioso pode tratar. A maioria dos problemas que precisam ser tratados por psiquiatras não apresentam melhora com RTS. Precisar se tratar com um psiquiatra ou com psicólogo não é vergonha alguma e todos nós podemos precisar vez ou outra na vida. 

O importante é você buscar o tratamento mais adequado para o seu problema e não alimentar falsas esperanças em nossas terapias alternativas e depois se frustrar. Elas podem ser muito boas para reduzir alguns sintomas, mas curas absolutas de problemas psiquiátricas, pelo menos até este momento, não aconteceram.

Din

RTS



segunda-feira, 24 de março de 2014

Entrevista com o Respiradoriano

março 24, 2014

    Caros leitores do Blog Força Subconsciente, trago a vocês um entrevista muito esclarecedora com o "dono da casa", o Sr. Dhin Akari. Como alguns devem saber, ele passou recentemente pelo processo dos 21 dias e é hoje um praniano, ou seja, vive de luz e não necessita mais de alimentos sólidos para não bater as botas. Enquanto esperamos pelo diário sobre o processo, que o mesmo está retocando, temos aqui um tiragosto: Perguntas e respostas sobre dúvidas que todos os interessados na área devem ter. Espero que gostem!


    • Clauden Eye: Muy bien! Listo, podemos começar?
      Dhin: Listo. Podemos! hehe
      Boua noitche braziu
      é um prazer estar aqui

       Haha pelo visto estás cheio de energia! Que bom! Vamos tentar fazer algo produtivo que venha a ajudar muitas pessoas que se interessam pelo tema. Vamos começar com uma pequeña  apresentação, se, por ventura, algum leitor não te conhecer?
      Por exemplo, nome (ou pseudônimo), ocupação e um pouco da tua trajetória até aqui? 
      Ótimo. Eu não uso meu nome verdadeiro de maneira pública na internet por causa da minha profissão e tal. Prefiro ser discreto, embora muita gente leitora do blog já me conheça, já saiba minha identidade por que foi atendida por mim na RTS. Opto por me apresentar como "Dhin".
      Eu estudo ciências humanas, trabalho com pesquisa na vida "real" e agora também atuo
       como terapeuta alternativo. Fiz alguns cursos e iniciações e sistematizei meu método próprio de cura que chamo, provisoriamente, de RTS (Clique aqui para conhecer).
      Minha trajetória até aqui é parecida com a de muita gente que chega nos domínios Força Subconsciente na rede. Eu fui espírita e desde o início da minha adolescência tive essa inclinação para o pensamento metafísico de questionar quem somos todos nós, de onde viemos pra onde vamos.. etc.
      Até que cheguei no SQG feito pelo Bruno G. de Moraes e aí as coisas se ampliaram mais ainda. Mas objetivamente sobre Respiratorianismo, viver de luz eu já conhecia desde muito antes. Hoje tenho 23 anos, mas fiquei sabendo dessa possibilidade aos 13. Eu estava em casa vendo tv com minha mãe à noite quando assistimos à Evelyn Levi Torrence no programa do Jô. Essa entrevista dela é um clássico aqui no Brasil pra quem pesquisa o assunto.
      Desde a primeira vez que eu vi esse assunto, e eu lembro muito bem disso acontecendo, eu pensei "um dia eu vou fazer isso!". Pois bem, cá estou! Hahahahah 
            
      Bastante interessante e impressionante tu teres conseguido um objetivo tão grandioso com apenas 23 anos! Houve apoio familiar na tua caminhada? Ou tu eres uma "ovelha desgarrada"?
      Foi uma baita empreitada, tchê... Eu passei o ano de 2013 todo planejando uma viagem para a cidade de Canela, aqui no Rio Grande do Sul, pra fazer os 21 dias lá.
      Em casa eu só dizia que ia viajar pra aproveitar minhas férias da faculdade e do trabalho. Não dei detalhes do que aconteceria. Apenas avisei que eu ia voltar mais magro da viagem e também que comeria "um pouco menos" depois que voltasse.
      Mas até parece que eles gravariam essas informações né? ¬¬
      Então não tive apoio deles, por que nem sabiam e sequer entenderiam se eu explicasse. Não estou subestimando a capacidade deles de entenderem as coisas, mas eles são evangélicos, acreditam em telejornal, em Jesus, em fazer as várias refeições do dia pra se manter... etc, etc...
      Entendo. De todas as formas, tu foi atrás e fez o processo. Quando tu decidistes "Agora eu vou ser praniano e ninguém me segura"? Como foi o planejamento e a preparação? Houve uma dieta especial, meditação, leituras ou algo mais que te ajudou?
      Ah, com certeza. A decisão fatídica (rsrsrs) acho que foi lá mesmo quando eu tinha 13 anos. Por que desde aquela época eu lia muito sobre parapsicologia, metafísica. Acho que nessa época eu era católico até, e aí aos 14 anos eu entrei num site espírita e fiquei muito envolvido pela doutrina (que anos depois eu descobri que é algo aparentemente bom, mas perigoso). Aí, em 2012 conheci o Bruno pessoalmente para fazer o SQG. Passei uns 4 dias quase inteiros junto com ele e comprovei que ele vive de luz.
      Ele apenas bebia líquidos o dia inteiro e por mais calóricos que os líquidos fossem, não seriam suficientes para manter uma pessoa plenamente lúcida, disposta, vigorosa dias inteiros como eu vi no caso dele. Eu já não duvidava muito de que era possível viver de luz, já estava há alguns anos sem comer carne, depois sem comer galinha, apenas beliscando pescados...
      O que me faltava era um local distante da família para fazer os 21 dias. Teria que ser distante da família por que com ela por perto seria muito estressante e qualquer fraqueza que eu sentisse, e eu senti, já seria motivo de alvoroço deles, além de preocupa-los com a perda de peso que acontece nos primeiros dias. Para me preparar psicologicamente e entender o processo eu li o livro Viver de luz da Jasmuheen, conversei com pessoas que já tinham passado pelo processo li diários dessas pessoas, vi documentários.. enfim... me aparatei de toda a "teoria". E digo que isso é fundamental, pois há riscos em fazer o processo sem preparação. Recebo e-mails de pessoas que ficam sabendo num dia do processo e no outro já decidem iniciá-lo. Isso é um risco enorme! Não se deve fazer nada sem se planejar antes, ainda mais algo que vai mexer com seu corpo, com sua saúde, com sua vida. Não são só os 21 dias, é o resto de sua vida que vai mudar.
      Então, em 2013 eu me planejei. Combinei com um amigo, ele aqui no blog é conhecido como Reptile, e começamos o processo juntos em janeiro de 2014. Aliás, em 2013 eu deixei toda aquela história de que não comeria mais isso ou aquilo para traz e comi muito! Hahahaha para me despedir.

      De hecho, muita gente pode encarar o processo como um "oba oba eu também quero" sem pensar que correm risco, que não é tão simples assim... Mas, voltando ao assunto, tu não seguistes as dicas da Jasmuheen, como cortar todo tipo de alimento de origem animal ao menos um ano antes? Este ano de "despedida" da comida não tornou mais difícil o processo?
      De jeito nenhum. O que eu acho é que a Jasmuheen assim como várias pessoas que pesquisam assuntos esotérios, espiritualistas, metafísicos, se deslumbram ao descobrirem algo extraordinário e aí acabam misturando isso com suas crenças espirituais/religiosas. A Jasmuheem mesmo é adepta da New Age, uma nova religião, mais sofisticada desenvolvida para prender as pessoas dessa nova era de aquário em que o mundo está agora. Ela é influenciada pelas entidades dessa religião, já que diz se comunicar com eles por telepatia, acho que ela é até canalizadora de alguns. O processo em si não é influenciado pelo que você comeu ou deixou de comer antes. Por isso não precisa criar uma série de rituais, mitos e crenças sobre como chegar aos 21 dias. O que você precisa de fato, segundo a minha experiência, é saúde física e mental. Não vá você usar drogas, beber, se chapar antes ou coisa parecida durante o processo. Eu diria até que diminuir a alimentação antes de começar os 21 dias é que deixa o processo pior, por que o corpo fica com menos energia e até que a alimentação prânica se ative no DNA você vai precisar da energia vinda dos alimentos, isso sim. Objetivamente o que o corpo precisa para a ativação da capacidade é não comer nada absolutamente durante os 21 dias. Não beber nada durante os 7 primeiros. É isso que vai ativar a capacidade. Se você é carnívoro, vegetariano ou qualquer "preparação" que faça antes, é indiferente. O que ativa a capacidade é a abstinência de comida.
      Então eu recomendo que se coma muito antes de começar o processo. rsrsrsr... Mas é claro, essa é a minha experiência pessoal. Tudo que falo aqui é baseado nela e cada pessoa que use o seu discernimento para o seu processo. O que acho fundamental é que com antecedência a pessoa aumente de peso, ganhe massa muscular, por que veja só, eu sempre fui magro, comecei o processo pesando 65 kg, e eu tenho 1.77m de altura. Dá pra ver que eu sou magro.
      No processo eu perdi 8kg! fiquei muito magro, muito mais do que já era. Se eu tivesse malhado bastante, cultivado músculos no ano anterior como eu disse que faria e não fiz por que só enrolei, rsrsr... não teria ficado tão magro assim.
      Então recomendo a todo mundo que ganhe massa antes do processo e que parem com essas histórias de "não pode comer isso ou aquilo". Isso é desinformação, do meu ponto de vista. Não faz diferença já que depois não precisará de nada para comer mesmo.
      É como se você precisasse passar por uma cirurgia que não entende bem como acontece mas se prepara, procura o melhor médico, vai lá e faz. Pronto, volta pra casa curado. Não tem mistério. Todas as fantasias que você criou antes por medo, por mitos e por crenças que te fizeram adotar simplesmente perdem o sentido. Não tem razão nenhuma. Foi assim comigo.

      Muito interessante mesmo!! No seu diário, o Sr. Bruno também menciona não haver feito nenhuma dieta especial, conforme a recomendava a Jasmuheen. Agora, estas informações, de certa forma novas para quem estuda a "área", vieram unicamente de tua experiência ou também da supraconsciência? Mais, hoje em dia a supracitada autora recomenda um método gradual, no qual a pessoa vai se alimentando cada vez menos ao longo dos anos, de forma a correr menos riscos. Estaria ela, depois de ter escrito um livro tão importante para o despertar da humanidade, espalhando desinformações? Tu conheces algum caso de sucesso deste processo gradual, ou seja, alguém já se tornou praniano por este método do "pouco a pouco, ano a ano"? 
      É, o Bruno mesmo havia comido bastante carne vermelha no mesmo dia em que começou o processo. Isso é um tapa na cara de quem acredita no contrário. Rsrsrsrsr.... E a supraconsciência corroborou isso comigo, não lá durante os 21 dias, mas aqui em casa dias depois de ter terminado o processso. Por que lá na casa em que fiquei em Canela não havia comida, obviamente e ninguém me pressionava para comer. Mas quando cheguei aqui em casa a coisa mudou de figura. Minha família toda havia feito comidas especias para me esperarem já que estavam com saudade, pois passei uns 23 dias fora no total. Então na volta pra casa eu comi e depois fiquei culpado: "poxa, passei todos esses dias sem comer nada e agora comi tanto aqui com eles!" eu pensava. Pois fui meditar esperando ouvir uma bronca da Supraconsciência e para a minha surpresa ela foi muito "relax".
      Ela me disse claramente (depois dos 21 dias a conexão com a supraconsciência deu outro salto, a comunicação está muito melhor) algo do tipo: "Nem se estresse com a comida. Se está com vontade de comer, coma. Não há razão para ficar sofrendo. O que importa é a razão pela qual se come. Se come para, inconscientemente, afogar emoções, aí sim estará sendo patológico, negativo, entorpecente o uso de alimentos. Mas se for pelo prazer, que mal fará? Se comer de modo equilibrado para apenas se sentir feliz saboreando, por que isso lhe faria mal? O seu corpo agora não depende disso para viver e logo eliminará a matéria orgânica desnecessária. Relaxe, seja feliz."
      É claro que eu estou traduzindo em palavras o que a supraconsciência fala de maneira simbólica. Quem tem o contato claro com ela sabe que ela não fala exatamente dessa maneira, mas sintetizei aqui a ideia total que ela me passou naquela noite de meditação.
      De lá em diante não me importei mais em me dar o prazer de saborear nada. Principalemente por que eu gosto de estar com os amigos e todo mundo sabe que as situações sociais são permeadas pela alimentação. Então eu vou nos eventos e como. Como muito menos do que qualquer pessoa, e do que eu comia antes de ser respiratoriano, mas como.
      É uma tentativa minha também de me manter "camuflado" na sociedade, por que imaginem uma pessoa num evento qualquer sem comer nada? Óbvio que será enchovalhada pelas demais pessoas, por que é assim que funciona a cultura, se você não faz o que todo mundo faz... aguente as críticas.
      Se eu quisesse confrontar as pessoas com a minha capacidade de viver sem comer, tudo bem ir nos lugares e mostrar isso. É o que muita gente faz e eu admiro isso. Mas não foi o que escolhi pra mim. Pelo menos não agora. Talvez no futuro, não sei. Então, tu me perguntou também sobre a Jasmuheem recomendar que as pessoas vão parando de comer gradualmente. Eu acho isso arriscado. Não conheço ninguém que tenha feito isso. Mas o que me parece é que isso põe a saúde em jogo pelo seguinte: se o corpo da pessoa depende dos alimentos para ter os nutrientes, reduzir a ingestão deles vai diminuir a disponibilidade dos nutrientes para o metabolismo isso vai levar a fragilidades do sistema fisiológico (acho eu) e deixar a pessoa um pouco debilitada. É o que me parece. Fora que atualmente, na cultura atual do mundo, a magreza extrema é sinal de adoecimento além de estar fora do padrão de beleza "desejável" (a menos que seja uma pessoa com distorção da autoimagem, bulêmica, anoréxica) e se você for magro demais assim receberá muitas críticas, deboches, etc. Eu mesmo prefiro parecer "fortinho", é assim que me gosto mais e me sinto mais adequado à sociedade. hehehe...
                                                                                                 
      Aaapoizé, estas são implicações que quem planeja fazer o processo raramente considera! Realmente a aceitação social, por exemplo, de um vegetariano já é complicada, imagine de um praniano!!
      Nossa... nem me fala, cara. Não sei se tu lembra na época em que eu comecei a me tornar vegetariano, devo ter comentado contigo algo, mas era super complicado... e por mais bem resolvido que você seja, ouvir gracinhas sempre incomoda. Incomoda cada vez menos, mas incomoda. A gente quer se diferenciar da massa, mas é fato que somos parte dela e estamos atrelados culturalmente. Então sempre que você é tratado com diferença por não agir de acordo com a tradição, você sofre uma represália. Não estou dizendo que temos que sucumbir à tradição para não sofrer represálias, muito pelo contrário!!!! Rsrsrsr... Mas acho que a gente pode escolher brigar por umas coisas e se entregar pra outras se não fica muito chato viver... Prefiro não ser radical em nada. Nem 8, nem 80. Imagina, Clauden Eye, nós que somos gaúchos não comendo carne? Pois é... todo mundo avacalha. rsrsr 
       Hoje eu sigo evitando comer carne. Num churrasco mesmo, não adianta, não como. Mas se for um alimento que tenha carne misturada, tipo um carreteiro, um saduíche que tenha sei lá, um presunto... não me importo. Ainda mais pelo seguinte agora eu não como todo os dias como antes. Eu como tipo uma, duas, no máximo três vezes por semana! kkkkk Então quando eu como é tipo uma festa pra mim! Meu corpo faz uma festa por causa da sensação de prazer! rsrsrsrr...

      Realmente complicado, ser vegetariano é difícil, mas para gaúchos é MUITO difícil! rsss (eu, o entrevistador, sou vegetariano desde 2012 e lhes garanto que a pressão social é enorme!) Mas, voltado à ajuda da supra, foi ela que te deu o sinal verde: Pode ir fazer o processo! Ou a decisão foi apenas tua? Alguma entidade ajudou no processo?
      Ah, sim, claro. Acho que em agosto de 2013 mais ou menos eu meditei e perguntei à supra se eu deveria fazer o processo. Recebi aprovação dela, mas por via das dúvidas perguntei mais vezes depois.
      Todas com sinal verde. Rsrsr…
      Então, sobre ter ajuda de entidades, esse é um tema controvérso pra nós que somos iniciados do salto já que a gente sabe que por aqui tem mais entidades querendo atrapalhar do que ajudar.
      Mas parece que tive ajuda de seres extraterrestres... talvez uns familiares meus que estiveram por lá na casa em Canela durante os meus 21 dias! KkKkkk.... Mas sobre isso quero deixar para narrar com detalhes no meu diário dos 21 dias. Vou publicá-lo, mas ando sem tempo de continuar sua digitação... Basta as pessoas ficarem ligadas na página do Força Subconsciente no facebook  que eu vou anunciar lá a publicação do mesmo.

      Esperamos ansiosos por este diário, Dhin! (ou, pelo menos, eu espero! hehehe) Mas bueno, e durante o processo? Houve alguma tentativa de sabotagem? Chegou um ponto em que tu esteves prestes a desistir ou mesmo chegou a temer pela tua segurança? Acredito que certamente houve inseguranças em algum ponto... como foi lidar com isso?
      Ótima essa pergunta cara, por que o que a gente pensa quando tá com fome (eu pensava quando sentia fome antes de começar o processo) que se não comer em breve começaria a me sentir mal, e me sentia. Se ficasse umas 5 horas sem comer, já tremia, tinha queda de pressão, nossa, várias coisas. Então lá, durante os 21 dias eu pensava que em algum momento eu sentiria tanta fome e tantaaaa sede que ia sentir a morte por perto.
      Para a minha surpresa, em nenhum momento senti isso.
      No primeiro dia apenas senti um pouco de fome, se bem me lembro (detalhes corretos no diário), nos demais sentia bastante sede mas é tudo muito suportável cara... nada desesperador. Em nenhum momento me senti em risco de vida. Foi fantástico. Sabotagem por seres escravistas ou seus agentes, não senti nenhuma. Muito pelo contrário também. Tive visões lindas lá, a Supraconsciencia se manifestava em mim e eu por várias, várias vezes chorava de alegria!
      Por semanas aqui em casa estive chorando de alegria também.
      Não tinha muita explicação. Uma sensação muito boa de autossuficiência, plenitude, soberania me invadia e a única saída era sentar e chorar. Não tem explicação. Uma amiga clarividente, a Dalila Favareto, havia me dito muito antes dos meus 21 dias que esse processo seria o meu "2º Salto" e olha, ela é boa mesmo! Acertou em cheio. Os benefícios de viver de luz são tantos que só chorando mesmo, de tanta felicidade. hehehe
      Estou mais feliz, meu humor está mais estável, me sinto mais racional, com mais saúde emocional, mais autocontrole... a sensação de liberdade de poder comer ou não comer então! Muuuaahh ha ha ha haaa!!! Essa é inenarrável!
      E a disposição? Vish... eu tenho tanta disposição física e mental que chega a ser chato! kkkkk Não me desligo nunca. Por exemplo, há dias em que eu acordo as 7 horas da manhã... saio (sem café da manhã, claro) para o meu estágio, passo a manhã toda nele, durante o meio dia faço alguma coisa que precise (não almoço) vou para a aula, passo a tarde nela e à noite trabalho.
      Venho para casa e ainda atendo clientes de RTS até depois da meia-noite.
      Imagina... tudo isso sem comer nada, sem esmorecer, sem sentir fome, mal sentindo cansaço.
      Aí eu quero dormir e não tenho sono. Pode? Depois de um dia cheio desses? Kkkkk... Mas é, gente e uma sensação de felicidade me acompanha. Eu nunca pensei que um dia me sentiria tão feliz, tão bem na minha vida. Juro pelas pessoas que mais amo.
      Minha saúde melhorou, minha pele...
      Em casa mesmo, quando cheguei dos 21 dias, minha mãe disse "nossa, tu está com uma cara ótima, está mais magro, mas consigo ver como tu tá bem!"
      Isso foi dito por outras várias pessoas da minha convivência também. Apesar da magreza todo mundo nota que você está bem, por que os olhos ficam mais brilhantes, o cabelo, a pele, os pêlos... Enfim cara... melhora tudo. Recomendo muito que todo mundo estude bem o processo, malhe bastante e ganhe muitos músculos antes e aí então o faça! Hahaha...
      Desejo que tenham o êxito que tive. Foi um divisor de águas na minha vida. Um segundo SQG pra mim.

      Excelente cara, agora sim que o povo vai sair fazendo o processo amanhã mesmo! haha Mas brincadeiras à parte, fico muito curioso em saber como foi que tu soubes que estava sendo alimentado de prana. Há um "botão" de liga/desliga que, de repente, estala e tu sente que já não precisa de comida? Ou a fome se esvai aos poucos? O Repitle, que fez o processo contigo, teve as mesmas reações?
      O Reptile teve um problema de saúde que começou antes do processo. Uns 15 dias antes e se agravou logo no primeiro dia. Como sabemos que pra começar o processo você precisa estar pleno de saúde ele resolveu desistir e me deu assistência apenas.
      Eu soube que estava sendo alimentado de prana logo no primeiro dia, por que "estalou" um botão de liga/desliga em mim Hehehehe... vou contar no diário como foi. Mas pra antecipar, eu estava com fome no primeiro dia e aí eu cochilei e os sintomas de fome sumiram (inclusive a sensação de fome) e nunca mais voltaram. Depois, meditando com a supra durante o processo ela me explicou que eu havia pré-ativado a capacidade no meu DNA já. Foi assim que ela me ensinou a pré-ativar a capacidade de Viver de Luz no DNA de quem eu quiser. Por isso eu lancei esse "serviço parapsicológico". Ao invés de como os respiratorianos dizem que a capacidade de viver de luz deles é ativada entre o 3 e 4 dias, a minha foi logo no primeiro, então eu praticamente não sofri tanto a abstinência de comida (tremedeira, queda de pressão, etc) A fome simplesmente some e você perde a necessidade de comer naturalmente. Apenas some essa necessidade de você, o que fica é uma fome psicológica, uma vontade de ter os sabores na boca, de sentir determinadas viscosidades passando pela garganta... é bem psicológico por que você vê que não é o corpo pedindo, é a mente, é o corpo emocional reclamando como uma criança mimada, já que essa é a função dele.

      Êita, tu acabastes de ganhar um futuro cliente com esta agora! hahaha A fome ser psicológica é amplamente retratada pelos pranianos, mas a questão é: tu conseguistes ganhar algum peso depois ou teu peso vai ser este "eternamente"? Te falta a força física? Perdestes mais peso ainda desde o processo?
      Então... o meu peso subiu por que eu como esporadicamente. O mais legal disso tudo é que o corpo fica mais inteligente e ele obedece ao que você pede racionalmente. Eu determinei ao meu corpo que ele voltasse ao peso original (65kg), sendo que voltei do processo bem abaixo ainda, com 60kg. Disse a ele que sempre que eu comesse era pra ele usar os alimentos para aumentar o meu peso novamente até a marca de 65 kg, que é o que tenho agora.
      Outro amigo meu que viveu de luz por 5 meses, o TiV, contou que ele ficou com o peso sempre abaixo após os 21 dias.
      Eu não queria isso, por isso fiz esses comandos ao meu corpo que respondeu tão rápido que as mesmas pessoas que me diziam que eu estava muito magro se impressionaram com a rapidez que eu voltei ao "estado normal" da minha aparência. Meu peso subiu os 5 quilos que eu queria em menos de 15 dias. Quando paro de comer e meu intestino está vazio o peso não baixa, segue nos 65 kg que determinei. Nosso corpo é inteligência pura, mano! ^^ Rssrsr 

      Muy bien Dhin, depois desta creio que esgotastes grande parte da minha curiosidade! Vou segurar a que resta para o diário! hehe Tu podes deixar um recado para as pessoas que estão estudando sobre viver de luz e que desejam algum dia passar pelos 21 dias? Que conselho tu darias para aqueles querem seguir teus passos e chegar lá? Meditação? Ioga? Academia? Salto todo dia? (rsss)
      Olha, essas tuas últimas sugestões eu recomendo todas. Meditação transcendental, ioga eu recomendo.
      Fazer o Salto com o Bruno para ter um contato com a supra, acho fundamental. Musculação, já que nos 21 dias perderá líquidos e com isso a massa muscular. Antes dos 21 dias, com um ano de antecedência, fazer academia para ter essa massa. Isso sem restrições alimentares, nenhuma. Se você é alguém que não tem distúrbio alimentar é o que recomendo por que é o que está calcado na minha experiência pessoal.
      Lá, durante os 21 dias, relaxar, repousar bastante, evitar coisas estressantes, contato com família muito próximo... ter alguém entendido do processo por perto para eventualmente fazer favores a você quando se sentir muito fraco... Eu recebi sessões de TRF da Patrícia Gomes (patriciagomes9@hotmail.com), ajudas da Dalila Favareto e sessões de biomagnetismo do GiovaneFranco também. Rsrsrsrsr (momento merchandising) Me ajudaram por que liberaram entraves do meu sistema que eu lá não teria como me dar conta e nem como removê-los sozinho. O meu processo dos 21 dias foi um periodo de recolhimento pra receber essas terapias e pra repensar toda a minha vida. De fato eu saí de lá novo, pronto para viver um novo paradigma, com o poder pessoal aumentado, com o contato com a supra melhorado, com um corpo mais eficiente e mais inteligente... eita, me emocionei aqui!!! Rsrsrsrsr
      Não tenho mais o que dizer, apenas que estudem o processo, não se atenham a crenças bobas, preparem-se com antecedência e se joguem!
      Obrigado Clauden Eye pela oportunidade de conversar sobre mais esse tema controverso hehehehe...

      Buenas, muito obrigado então, em nome de todos que leram! Sucesso aí rapá!

    sexta-feira, 21 de março de 2014

    Depoimento - RTS - Wilson Fukura

    março 21, 2014

    Aspectos trabalhados: Rinite, crenças sobre dinheiro.

    "Bem, depois de ter passado pela RTS as coisas aconteceram muito rápido pra mim, eu queria muito fazer o SQG, mas não tinha tempo e nem dinheiro suficiente, decidi que faria TRF, RTS e Despolarização antes de fazer o Salto, pra ir tendo experiências reais e sair da teoria. 

    Depois da sessão de RTS onde pedi pra remover a famosa crença do: "só se consegue dinheiro roubando" de repente consegui guardar dois salários, peguei um pouco emprestado da minha mãe e consegui alguém pra ficar no meu lugar nos dias de seminário (que acabou ficando e diminuindo minha carga horária de 15hrs diárias para 10) não pensei duas e vezes e fui sem fazer a Despolarizacão ainda, achei que não podia deixar passar a oportunidade. 

    Chegado lá não consegui realizar o Salto padrão. Resumindo minha alma é daqui da Terra e minha supra não quis decidir ainda de que lado da guerra quer ficar e ela sempre quis ficar longe de confusão então se fizesse contato comigo seria como cair de paraquedas no campo de batalha. Espero que a decisão dela seja provisória até eu me acostumar e refletir sobre tudo que foi aprendido e isso me trouxe aqui novamente."

    Wilson Fukura 
    wilsonfukura@hotmail.com

    ______________

    Comentário do terapeuta:

    É importante salientar que quem passa pela RTS nem sempre percebe as mudanças na sua realidade. A RTS é uma técnica que modifica a realidade de cada sujeito de acordo com o que ele quer, mas as remodelações feitas a nível do subconsciente são tão sutis que muita gente não percebe.

    O subconsciente é como o plano do nosso ser onde tudo sobre nós está programado, como num (super) computador. Quando modifico a programação na pessoa com minha habilidade paranormal, a nova programação passa a fazer parte dela e ela não sente nada objetivo quanto a isso (na maior parte dos casos). Na verdade os novos pensamentos/sentimentos/comportamentos passam a fazer parte da pessoa de tal forma que ela segue em frente como se essas novas programações sempre tivessem sido dela. É como se ela não tivesse feito nada com a RTS, por isso algumas pessoas que fazem uma sessão ou duas apenas, nem percebem nenhuma diferença em si, nem eliciam sintomas do tratamento.

    Muitas mudanças só são perceptíveis a longo prazo. E há um erro de muitas pessoas que querem ver os resultados de maneira imediata, o que nem sempre é possível em razão de inúmeros fatores psicológicos, espirituais, energéticos...

    O Wilson Fukura, por exemplo, teve sua realidade transformada e percebeu a sutilidade da mudança. Sendo mais explicativo:

    Wilson queria fazer o Salto com o Bruno G. Moraes e não conseguia tempo no seu trabalho por ser ele alguém fundamental pro funcionamento da empresa, alguém (até então) insubstituível na função (ele acreditava nisso). Não conseguia juntar o dinheiro para a iniciação, já que tinha crenças negativas sobre ele. 

    Após o tratamento com a RTS os resultados não apareceram de um dia para o outro e quando surgiram não vieram dizendo "veja, eu sou um resultado da remodelação do seu subconsciente!". (Risos). 

    Tudo ocorreu sutilmente. A crença negativa do Wilson sobre dinheiro saiu de seu sistema permitindo a ele a criação de alternativas para obter os recursos financeiros de que necessitava. A remoção da crença liberou o potencial criativo do Wilson de gerar a possibilidade de ter o dinheiro que queria. Uma vez que a crença limitante foi removida, Wilson conseguiu manifestar o seu desejo (juntar dinheiro).

    Wilson também acreditava (inconscientemente) que só ele poderia fazer o seu trabalho, que seria complicado deixar sua função por dias para ter férias, para fazer o Salto, etc. Essa programação também foi removida. Tempo depois, "surgem" na mentalidade de Wilson os pensamentos novos, filhos da nova programação, de planejamento para deixar alguém em seu lugar enquanto se ausenta, etc. Mudança essa que até diminui a sua carga de trabalho que o deixava bastante sobrecarregado.

    Quando os pensamentos começaram a mudar, provavelmente, Wilson não pensou "opa, esse pensamento eu nunca tive. É resultado da RTS!". A coisas simplesmente vão acontecendo na vida do sujeito de acordo com o que está programado no seu subconsciente.

    Percebem? Tudo acontece sutilmente. Os pensamentos mudam, mudam as emoções, mudam os planos... a realidade que a pessoa quer criar começa a se manifestar, já que as programações impeditivas saem do caminho. Mas muitas dessas mudanças só são perceptíveis semanas ou até meses depois do tratamento. Isso para quem parar para analisar se houve mudanças, por que quem nem se questionar sobre tal coisa talvez nem perceba.

    FATOR QUÂNTICO

    Din Akari -Terapeuta Alternativo
    Mude sua vida para melhor com a 

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    quarta-feira, 19 de março de 2014

    Ressonância mórfica: a Teoria do Centésimo Macaco!

    março 19, 2014

    Na biologia, surge uma nova hipótese que promete revolucionar toda a ciência

    Por José Tadeu Arantes,
    ilustrações Dawidson França

    Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha "A" descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio da ilha "A" aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha "B" começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.

    Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie. Este é uma história fictícia, não um relato verdadeiro. Numa versão alternativa, em vez de quebrarem cocos, os macacos aprendem a lavar raízes antes de comê-las. De um modo ou de outro, porém, ela ilustra uma das mais ousadas e instigantes ideias científicas da atualidade: a hipótese dos "campos mórficos", proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake. Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.

    Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico. São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, uma totalidade articulada e não um mero ajuntamento de partes.

    Sua atuação é semelhante à dos campos magnéticos, da física. Quando colocamos uma folha de papel sobre um ímã e espalhamos pó de ferro em cima dela, os grânulos metálicos distribuem-se ao longo de linhas geometricamente precisas. Isso acontece porque o campo magnético do ímã afeta toda a região à sua volta. Não podemos percebê-lo diretamente, mas somos capazes de detectar sua presença por meio do efeito que ele produz, direcionando as partículas de ferro. De modo parecido, os campos mórficos distribuem-se imperceptivelmente pelo espaço-tempo, conectando todos os sistemas individuais que a eles estão associados.

    A analogia termina aqui, porém. Porque, ao contrário dos campos físicos, os campos mórficos de Sheldrake não envolvem transmissão de energia. Por isso, sua intensidade não decai com o quadrado da distância, como ocorre, por exemplo, com os campos gravitacional e eletromagnético. O que se transmite através deles é pura informação. É isso que nos mostra o exemplo dos macacos. Nele, o conhecimento adquirido por um conjunto de indivíduos agrega-se ao patrimônio coletivo, provocando um acréscimo de consciência que passa a ser compartilhado por toda a espécie.

    Até os cristais

    O processo responsável por essa coletivização da informação foi batizado por Sheldrake com o nome de "ressonância mórfica". Por meio dela, as informações se propagam no interior do campo mórfico, alimentando uma espécie de memória coletiva. Em nosso exemplo, a ressonância mórfica entre macacos da mesma espécie teria feito com que a nova técnica de quebrar cocos chegasse à ilha "B", sem que para isso fosse utilizado qualquer meio usual de transmissão de informações.

    Parece telepatia. Mas não é. Porque, tal como a conhecemos, a telepatia é uma atividade mental superior, focalizada e intencional que relaciona dois ou mais indivíduos da espécie humana. A ressonância mórfica, ao contrário, é um processo básico, difuso e não-intencional que articula coletividades de qualquer tipo. Sheldrake apresenta um exemplo desconcertante dessa propriedade.

    Quando uma nova substância química é sintetizada em laboratório - diz ele -, não existe nenhum precedente que determine a maneira exata de como ela deverá cristalizar-se. Dependendo das características da molécula, várias formas de cristalização são possíveis. Por acaso ou pela intervenção de fatores puramente circunstanciais, uma dessas possibilidades se efetiva e a substância segue um padrão determinado de cristalização. Uma vez que isso ocorra, porém, um novo campo mórfico passa a existir. A partir de então, a ressonância mórfica gerada pelos primeiros cristais faz com que a ocorrência do mesmo padrão de cristalização se torne mais provável em qualquer laboratório do mundo. E quanto mais vezes ele se efetivar, maior será a probabilidade de que aconteça novamente em experimentos futuros.

    Com afirmações como essa, não espanta que a hipótese de Sheldrake tenha causado tanta polêmica. Em 1981, quando ele publicou seu primeiro livro, A New Science of Life (Uma nova ciência da vida), a obra foi recebida de maneira diametralmente oposta pelas duas principais revistas científicas da Inglaterra. Enquanto a New Scientist elogiava o trabalho como "uma importante pesquisa científica", a Nature o considerava "o melhor candidato à fogueira em muitos anos".

    Doutor em biologia pela tradicional Universidade de Cambridge e dono de uma larga experiência de vida, Sheldrake já era, então, suficientemente seguro de si para não se deixar destruir pelas críticas. Ele sabia muito bem que suas idéias heterodoxas não seriam aceitas com facilidade pela comunidade científica. Anos antes, havia experimentado uma pequena amostra disso, quando, na condição de pesquisador da Universidade de Cambridge e da Royal Society, lhe ocorreu pela primeira vez a hipótese dos campos mórficos. A idéia foi assimilada com entusiasmo por filósofos de mente aberta, mas Sheldrake virou motivo de gozação entre seus colegas biólogos. Cada vez que dizia alguma coisa do tipo "eu preciso telefonar", eles retrucavam com um "telefonar para quê? Comunique-se por ressonância mórfica".

    Era uma brincadeira amistosa, mas traduzia o desconforto da comunidade científica diante de uma hipótese que trombava de frente com a visão de mundo dominante. Afinal, a corrente majoritária da biologia vangloriava-se de reduzir a atividade dos organismos vivos à mera interação físico-química entre moléculas e fazia do DNA uma resposta para todos os mistérios da vida. A realidade, porém, é exuberante demais para caber na saia justa do figurino reducionista.

    Exemplo disso é o processo de diferenciação e especialização celular que caracteriza o desenvolvimento embrionário. Como explicar que um aglomerado de células absolutamente iguais, dotadas do mesmo patrimônio genético, dê origem a um organismo complexo, no qual órgãos diferentes e especializados se formam, com precisão milimétrica, no lugar certo e no momento adequado?

    A biologia reducionista diz que isso se deve à ativação ou inativação de genes específicos e que tal fato depende das interações de cada célula com sua vizinhança (entendendo-se por vizinhança as outras células do aglomerado e o meio ambiente). É preciso estar completamente entorpecido por um sistema de crenças para engolir uma "explicação" dessas. Como é que interações entre partes vizinhas, sujeitas a tantos fatores casuais ou acidentais, podem produzir um resultado de conjunto tão exato e previsível? Com todos os defeitos que possa ter, a hipótese dos campos mórficos é bem mais plausível. Uma estrutura espaço-temporal desse tipo direcionaria a diferenciação celular, fornecendo uma espécie de roteiro básico ou matriz para a ativação ou inativação dos genes.

    Ação modesta

    A biologia reducionista transformou o DNA numa cartola de mágico, da qual é possível tirar qualquer coisa. Na vida real, porém, a atuação do DNA é bem mais modesta. O código genético nele inscrito coordena a síntese das proteínas, determinando a seqüência exata dos aminoácidos na construção dessas macromoléculas. Os genes ditam essa estrutura primária e ponto.

    "A maneira como as proteínas se distribuem dentro das células, as células nos tecidos, os tecidos nos órgãos e os órgãos nos organismos não estão programadas no código genético", afirma Sheldrake. "Dados os genes corretos, e portanto as proteínas adequadas, supõe-se que o organismo, de alguma maneira, se monte automaticamente. Isso é mais ou menos o mesmo que enviar, na ocasião certa, os materiais corretos para um local de construção e esperar que a casa se construa espontaneamente."
    A morfogênese, isto é, a modelagem formal de sistemas biológicos como as células, os tecidos, os órgãos e os organismos seria ditada por um tipo particular de campo mórfico: os chamados "campos morfogenéticos". Se as proteínas correspondem ao material de construção, os "campos morfogenéticos" desempenham um papel semelhante ao da planta do edifício. Devemos ter claras, porém, as limitações dessa analogia. Porque a planta é um conjunto estático de informações, que só pode ser implementado pela força de trabalho dos operários envolvidos na construção. Os campos morfogenéticos, ao contrário, estão eles mesmos em permanente interação com os sistemas vivos e se transformam o tempo todo graças ao processo de ressonância mórfica.

    Tanto quanto a diferenciação celular, a regeneração de organismos simples é um outro fenômeno que desafia a biologia reducionista e conspira a favor da hipótese dos campos morfogenéticos. Ela ocorre em espécies como a dos platelmintos, por exemplo. Se um animal desses for cortado em pedaços, cada parte se transforma num organismo completo.

    Forma original
    Como mostra a ilustração da página ao lado, o sucesso da operação independe da forma como o pequeno verme é seccionado. O paradigma científico mecanicista, herdado do filósofo francês René Descartes (1596-1650), capota desastrosamente diante de um caso assim. Porque Descartes concebia os animais como autômatos e uma máquina perde a integridade e deixa de funcionar se algumas de suas peças forem retiradas. Um organismo como o platelminto, ao contrário, parece estar associado a uma matriz invisível, que lhe permite regenerar sua forma original mesmo que partes importantes sejam removidas.

    A hipótese dos campos morfogenéticos é bem anterior a Sheldrake, tendo surgido nas cabeças de vários biólogos durante a década de 20. O que Sheldrake fez foi generalizar essa idéia, elaborando o conceito mais amplo de campos mórficos, aplicável a todos os sistemas naturais e não apenas aos entes biológicos. Propôs também a existência do processo de ressonância mórfica, como princípio capaz de explicar o surgimento e a transformação dos campos mórficos. Não é difícil perceber os impactos que tal processo teria na vida humana. "Experimentos em psicologia mostram que é mais fácil aprender o que outras pessoas já aprenderam", informa Sheldrake.

    Ele mesmo vem fazendo interessantes experimentos nessa área. Um deles mostrou que uma figura oculta numa ilustração em alto constraste torna-se mais fácil de perceber depois de ter sido percebida por várias pessoas (veja o quadro na página ao lado). Isso foi verificado numa pesquisa realizada entre populações da Europa, das Américas e da África em 1983. Em duas ocasiões, os pesquisadores mostraram as ilustrações 1 e 2 a pessoas que não conheciam suas respectivas "soluções". Entre uma enquete e outra, a figura 2 e sua "resposta" foram transmitidas pela TV. Verificou-se que o índice de acerto na segunda mostra subiu 76% para a ilustração 2, contra apenas 9% para a 1.

    Aprendizado


    Se for definitivamente comprovado que os conteúdos mentais se transmitem imperceptivelmente de pessoa a pessoa, essa propriedade terá aplicações óbvias no domínio da educação. "Métodos educacionais que realcem o processo de ressonância mórfica podem levar a uma notável aceleração do aprendizado", conjectura Sheldrake. E essa possibilidade vem sendo testada na Ross School, uma escola experimental de Nova York dirigida pelo matemático e filósofo Ralph Abraham.

    Outra conseqüência ocorreria no campo da psicologia. Teorias psicológicas como as de Carl Gustav Jung e Stanislav Grof, que enfatizam as dimensões coletivas ou transpessoais da psique, receberiam um notável reforço, em contraposição ao modelo reducionista de Sigmund Freud (leia o artigo "Nas fronteiras da consciência", em Globo Ciência nº 32).

    Sem excluir outros fatores, o processo de ressonância mórfica forneceria um novo e importante ingrediente para a compreensão de patologias coletivas, como o sadomasoquismo e os cultos da morbidez e da violência, que assumiram proporções epidêmicas no mundo contemporâneo, e poderia propiciar a criação de métodos mais efetivos de terapia.

    "A ressonância mórfica tende a reforçar qualquer padrão repetitivo, seja ele bom ou mal", afirmou Sheldrake a Galileu. "Por isso, cada um de nós é mais responsável do que imagina. Pois nossas ações podem influenciar os outros e serem repetidas".

    De todas as aplicações da ressonância mórfica, porém, as mais fantásticas insinuam-se no domínio da tecnologia. Computadores quânticos, cujo funcionamento comporta uma grande margem de indeterminação, seriam conectados por ressonância mórfica, produzindo sistemas em permanente transformação. "Isso poderia tornar-se uma das tecnologias dominantes do novo milênio", entusiasma-se Sheldrake.

    Sem nenhum contato entre si, macacos de uma ilha incorporam os conhecimentos desenvolvidos na outra.É os campos invisíveis comandariam
    processos e atitudes: da formação do embrião aos modismos

    O desenvolvimento do embrião (ao alto): a ciência reducionista não explica como é que células iguais formam órgãos tão diferentes. Nas outras imagens, a moda do piercing e da tatuagem e a febre do futebol, que to
    ma conta do Brasil nas copas do mundo: comportamentos que poderiam ser influenciados pela ressonância mórfica

    É mais fácil aprender o que já foi aprendido por outros: a ideia que pode mudar o ensino


    A regeneração do platelminto (no pé da página): um fenômeno que desafia a biologia mecanicista. Na outra imagem, uma aula no interior do Brasil: processo que pode estar sendo facilitado pelo ensino praticado
    em qualquer parte do mundo

    Descubra as figuras ocultas


    Um experimento coordenado por Sheldrake mostrou que é mais fácil identificar uma figura oculta numa ilustração em alto contraste depois de ela já ter sido percebida por outras pessoas. O índice de acerto para a ilustração 2 cresceu 76% depois de ela ter sido transmitida pela televisão. O da ilustração 1, que não foi televisionada, subiu apenas 9%. A enquete foi realizada na Europa, nas Américas e na África e as pessoas entrevistadas não conheciam de antemão as "respostas". As ilustrações 3 e 4, no pé da página, estão sendo publicadas atualmente na Internet pela revista espanh
    ola El Mercurio. Quem quiser participar da pesquisa deve acessar o endereçohttp://www.mercurialis.com/ciencia/sheldrake/introduccion.html

    Anote
    Site na internet:

    www.sheldrake.org

    Livros em português:

    O Renascimento da Natureza: o Reflorescimento da Ciência e de Deus, de Rupert Sheldrake, Ed. Cultrix

    Caos, Criatividade e o Retorno do Sagrado: Triálogos nas Fronteiras do Ocidente, de Ralph Abraham, Terence McKenna e Rupert Sheldrake, Ed. Cultrix/Pensamento

    Livros em inglês:

    A New Science of Life: the Hipothesis of Morphic Resonance, de Rupert Sheldrake

    The Presence of the Past: Morphic Resonance and the Habits of Nature, de Rupert Sheldrake

    Natural Grace: Dialogues on Creation, Darkness and the Soul in Spirituality and Science, de Matthew Fox e Rupert Sheldrake

    The Physics of Angels: Exploring the Realm where Science and Spirit Meet, de Matthew Fox e Rupert Sheldrake

    Seven Experiments that Could Change the World: a Do-It-Yourself Guide to Revolutionary Science, de Rupert Sheldrake

    Os livros em inglês podem ser adquiridos, via Internet, no endereço www.amazon.comonância mórfica