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domingo, 15 de junho de 2014

A cultura da não exclusividade

junho 15, 2014


Há algo no ar: na ficção, na mídia e na vida real, o comportamento sexual não exclusivo tem aparecido com recorrência. Mas ainda há muitos mitos envolvendo a bissexualidade.

por Carol Bensimon*Carol Bensimon: a cultura da não exclusividade Arte de Gilmar Fraga/Zero HoraFoto: Arte de Gilmar Fraga / Zero Hora



Nos últimos meses, comecei a ler livros que tinham títulos do tipo Sexual Fluidity(“Fluidez Sexual”) e Notes For a Bisexual Revolution (“Notas para uma Revolução Bissexual”). Dei um tempo com a ficção a fim de compreender um pouco as discussões sobre sexualidade. Quer dizer, antes de tocar nessa literatura especializada, eu sabia que algo estava acontecendo, e não era só porque Kate Perry cantou que tinha beijado uma garota e gostado disso, nem porque uma parcela considerável das adolescentes do mundo inteiro está agarrando amigas em festas com tanta naturalidade. Não.

A evidência mais óbvia, para além do que a mídia me dizia sobre celebridades – Tom Daley, campeão olímpico de saltos ornamentais, começou a sair com um homem pela primeira vez, e Chirlane McCray, a primeira-dama de Nova York, tinha um histórico de relacionamentos com mulheres antes de se casar com Bill de Blasio – a evidência mais óbvia de uma mudança sociocultural em curso era a de que muitas de minhas amigas e conhecidas manifestavam um comportamento não exclusivo em suas vidas privadas. Em outras palavras: elas se envolviam sexual e afetivamente tanto com homens quanto com mulheres. Em uma só palavra: bissexuais.

É claro que havia, dentro dessa lógica que estou chamando de não exclusiva (nem hétero, nem homo), uma gama muito variada de desejos e comportamentos. Algumas dessas pessoas, por exemplo, tinham se engajado em relacionamentos longos com ambos os gêneros (não ao mesmo tempo, que fique claro), enquanto outras reservavam as relações sérias aos homens e às pequenas aventuras ao sexo feminino. Mas vou me concentrar em tudo isso mais adiante. Por ora, precisamos desfazer alguns mitos, evocar o sexólogo Alfred Kinsey e rabiscar um significado para a palavra bissexual.
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O senso comum não tem muitas coisas elogiosas a dizer sobre a bissexualidade. Bis costumam ser vistos como seres instáveis, promíscuos, confusos e eternamente insatisfeitos. Alguns são taxados de héteros “passando por uma fase”, outros de gays e lésbicas sem coragem para se assumirem como tais. Para a maioria, portanto, ser bissexual não parece sequer uma orientação válida, mas antes algo transitório, provisório, um estágio, enfim, a ser superado.

Sem dúvida, tal equívoco deve muito à teoria freudiana. Segundo Freud, todos nós nascemos bissexuais. Nosso desejo por ambos os gêneros, no entanto, teria uma vida curta, encerrando-se com o famoso Complexo de Édipo, momento em que nos tornaríamos heterossexuais (usualmente) ou homossexuais (excepcionalmente).

De lá para cá, estudos nas áreas da psicologia, sociologia, genética e neuroendocrinologia avançaram um bocado, mas os bissexuais continuaram mais ou menos um mistério para todo mundo. Isso explica porque a terapeuta cognitiva-comportal de Roberta, uma de minhas amigas bis, disse a ela, em 2004: “Você precisa se decidir”.

Alfred Kinsey com certeza se reviraria no túmulo. Nos já longínquos anos de 1948 e 1953, esse biólogo de formação sacudiu os Estados Unidos ao publicar seus célebres relatórios sobre a vida sexual norte-americana. Baseando-se nas milhares de entrevistas que realizou, Kinsey propôs que a sexualidade humana fosse entendida como um continuum, cujos extremos seriam a hétero e a homossexualidade. Foi a origem da escala Kinsey, uma escala de 0 a 6 em que 0 corresponde a uma atração exclusiva pelo sexo oposto e 6 a uma atração exclusiva pelo mesmo sexo. Os números de 1 a 5 representariam diferentes graus de bissexualidade.

Definir o que é ser bissexual, portanto, pode parecer difícil à primeira vista, uma vez que o termo deve abarcar uma variedade imprecisa de desejos e comportamentos. Além disso, essas duas coisas nem sempre estão em sintonia (o que teria um peso maior na formação de uma identidade?), fato que deixa tudo ainda mais complicado. Mas a complexidade é instrínseca à sexualidade humana, e aceitá-la me parece sem dúvida muito mais honesto do que tentar transformar um campo altamente subjetivo em uma ciência exata. Nesse sentido, tendo a simpatizar muito com a definição da ativista LGBT Robyn Ochs: “Eu me considero bissexual porque reconheço em mim o potencial de me sentir atraída, romântica e/ou sexualmente, por pessoas de mais de um sexo, não necessariamente ao mesmo tempo, não necessariamente da mesma maneira, e não necessariamente no mesmo grau”.
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As palavras de Ochs apontam para uma característica intrínseca à bissexualidade, característica esta que está no cerne da descrença em relação a sua própria existência: a bissexualidade dificilmente se apresenta como algo perceptível no instante presente. Com isso quero dizer que, se você encontrar minha amiga Alice de mãos dadas com outra mulher, vai depreender que ela é lésbica. Se encontrá-la com um homem, concluirá que é hétero. A identidade bi, portanto, só se constrói a partir de uma narrativa; é preciso conhecer o histórico das relações afetivas de Alice, bem como suas disposições e desejos em relação a ambos os gêneros, para que se tenha a real dimensão de sua sexualidade.

E as histórias de vida dessas garotas não podiam ser mais variadas. Vamos começar com Sofia, 24 anos (todos os nomes são fictícios, ok?). Sofia namorou uma menina por três anos, depois teve um relacionamento igualmente longo com um cara. Ela sempre achou muito natural o fato de se sentir atraída por ambos os gêneros, embora suas amigas mais conservadoras se refiram com frequência à sua “fase lésbica”.

– Não foi uma fase – explica. – Eu gosto de caras e gosto de mulheres, simples assim. Parece meio clichê dizer, mas não acho que o que a pessoa carrega no meio das pernas seja tão decisivo na hora de você se relacionar com alguém.

De fato, muitas mulheres bis costumam afirmar que se sentem atraídas “pela pessoa, não pelo gênero”. Isso, no entanto, não é uma regra. Em uma noite infernal do verão porto-alegrense, entro no skype para falar com Roberta, que está em algum quartinho europeu preparando uma tese de doutorado. Ela tem 30 anos. Nós costumamos trocar impressões sobre identidade sexual e afins. Nessa noite, Roberta me diz que o que ela espera de um gênero é diferente do que espera do outro. Sempre foi assim. Então começa a relembrar seus 20 e poucos anos:

– Eu gostava de jogar com as gurias. Tinha muito mais facilidade de ir a lugares gays e flertar com elas. Com caras, o sexo era ótimo, mas eu não conseguia acordar ao lado deles. Com mulheres, o sexo não era tão bom no início, mas eu gostava mais de estar com elas. Ainda que, sexualmente, não me completasse tanto.

Roberta agora tem uma relação monogâmica com uma mulher. 

Ainda preciso falar de Gabriela (estou deixando muitas amigas de fora, desculpa). Ela tem 24 anos e não lembra de alguma vez na vida ter se considerado hétero ou homo. A não exclusividade a acompanha desde os 13. Nunca namorou mulheres porque não gosta do “tipo de dinâmica que se cria” nos relacionamentos longos com o sexo feminino (excesso de discussões sobre a relação, pelo que entendi). É casada com um homem, e o casal costuma se envolver com outras meninas, sexual e afetivamente. Além da subverter o padrão monogâmico, Gabriela também gosta da bagunça de gêneros:

– As pessoas que me atraem hoje se apresentam de uma maneira que desafiam os rótulos de “homem” e “mulher”. É isso. Eu me sinto atraída por quem apresenta seu gênero de uma forma não tradicional.

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O potencial subversivo da bissexualidade é o tema do livro da israelense Shiri Eisner, Notes for a Bisexual Rrevolution. Eisner vê a orientação bissexual não como uma categoria, mas como uma espécie de não categoria que, no fundo, está negando todo e qualquer rótulo. Alguns autores são citados para corroborar sua tese, como o norte-americano Kenji Yoshino, que afirma que o potencial subversivo da bissexualidade seria maior do que o da homossexualidade, uma vez que a primeira não pode ser “heterossexualizada” como a segunda ao ser imaginada (erroneamente, claro) como uma simples inversão.

Como no livro de Eisner, a palavra “revolução” também é usada no título de um documentário francês de 2008 sobre bissexuais (Bisexual Revolution, ou La Bisexualite: Tout un Art?, de Laure Michel e Eric Wastiaux, disponível na íntegra em vimeo.com). E, em uma compilação de depoimentos de bis do mundo inteiro, encontro e destaco este do ativista espanhol Miguel Obradors Campos: “A bissexualidade é a sexualidade da pós-modernidade, uma alternativa ao atual sistema polarizado hegemônico, bem como ao racionamento normativo da afeição sexual. A bissexualidade é, sem dúvida, uma reivindicação da liberdade humana e das belezas que vão além das fronteiras que tentam restringi-las”.


De fato, a ideia de que a bissexualidade teria algo de transgressor aparece com alguma frequência. Em um momento histórico em que os gays – ao menos no Primeiro Mundo – já conquistaram alguns direitos básicos, incluindo o do casamento, uma das instituições mais antigas e normativas de nossa sociedade, talvez isso faça mesmo sentido.

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Nesta altura, você deve estar se perguntando: por que há mais mulheres bis do que homens? A psicóloga Lisa Diamond expõe uma bela teoria em Sexual Fluidity: Understanding Women’s Love and Desire. Segundo Diamond, uma combinação de fatores culturais e biológicos faz com que as mulheres tenham uma sexualidade mais fluida. O desejo sexual feminino, por exemplo, está menos submetido a hormônios do que o masculino, o que acaba fortalecendo a importância dos fatores socioculturais. Isso não quer dizer que todas as mulheres sejam bissexuais, mas que muitas têm um potencial que pode vir à tona em determinadas circunstâncias.

A reverência da mídia e das artes à beleza feminina também é algo que deve ser levado em conta. Não podemos achar que séculos de culto ao feminino não teriam uma influência também nas mulheres, a ponto de borrar as fronteiras entre o desejo de “ser” e o desejo de “ter”.

De 1995 a 2005, Diamond conduziu uma pesquisa com 89 mulheres que se declaravam lésbicas, bis ou “sem rótulo” (unlabeled). A cada dois anos, elas relatavam à psicóloga suas experiências e os níveis de atração pelos dois gêneros. As conclusões são interessantíssimas. Se a bissexualidade fosse realmente um estado transitório, a tendência era que, com o passar do tempo, essas mulheres passassem a se auto-declarar lésbicas ou heterossexuais. Pois o que aconteceu foi exatamente o contrário, com a maioria delas seguindo o caminho da não exclusividade de gênero.

Eu chamaria isso de uma revolução silenciosa.

* Escritora, autora de Todos Nós Adorávamos Caubóis
Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/04/carol-bensimon-a-cultura-da-nao-exclusividade-4485475.html

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Depoimento - RTS - Marcelo Menezes

junho 02, 2014
Conflitos trabalhados: Imaturidade em alguns aspectos da personalidade, autoconhecimento e outros.


"Muito obrigado Din, essa última sessão foi particularmente interessante para mim. Gostei muito de tuas análises e dos relatórios, pois para mim soou não como verdades ditas, pois as verdades para mim atualmente, nada mais são do que crenças que se cristalizam em idéias ortodoxas. Soaram muito mais como algo libertador para meu espírito, pareciam coisas que precisava conhecer somente para mim, para que pudesse me apaziguar em minha alma.

Com certeza, quanto mais caminho no conhecimento da Psicologia, me encaminho para o conhecimento de outros campos como o da Física Quântica, o qual penso hoje em articular com conhecimentos metafísicos e filosóficos já existentes sobre a consciência para progredir meus estudos. O atual e já caquético paradigma positivista que acaba por limitar o nosso conhecimento do universo nunca conseguiu se sustentar muito bem dentro da ciência psicológica, pois a lacuna estava justamente nos conhecimentos ditos espiritualistas, os quais foram renegados e rebaixados como conhecimentos de menor escalão, mas que a Física Quântica vem também denunciar essa arbitrariedade. Hoje meus estudos se direcionam por essas veredas, pois a realidade é Consciência e a Psicologia não pode mais negar isso na defesa de uma ortodoxia sem sentido imposta pelo materialismo positivista. Quem vê não são os olhos nem o cérebro, mas quem o manipula e o intenciona, a Consciência.

Cheguei até você por essas vias, as quais não acredito ser mero acaso ou coincidências, mas ponto de um percurso em que não é mais intencionado apenas por minha vontade egóica, mas por uma intenção mais complexa. Muito gratificantes as sessões que tive contigo de RTS, não por apontarem para um autoconhecimento, mas sim por transcenderem o conhecimento de meu ego me apontando a real realidade de meu ser. Isso não tem preço nem métrica.

Para mim como profissional da Psicologia, a qual antes de ser um conhecimento científico propriamente dito era denominada de o "estudo da alma", é imprescindível levar em consideração que a realidade é muito maior do que conseguimos perceber, e reduzí-la aos limites do nosso próprio ego é um orgulho que o ser humano não pode mais sustentar. Essa é a nossa real crise que se revela por todos os problemas e mediocridades que caracterizam a atualidade e as formas de vida possíveis, é a crise do nosso narcisismo, pois a realidade não se conforma ao que nós desejamos, pois somos grandiosos nas profundezas de nosso ser e essa sempre foi a nossa realidade, o sentido de nossas existências.
Desde já lhe agradeço e no futuro, com certeza, voltarei para outras sessões."

Marcelo Menezes - Psicólogo


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Comentário do terapeuta:

Quando o Marcelo me procurou já se apresentando como Psicólogo, logo uma bandeira se levantou para mim. Pensei: "Bah, aí vem um cientista pseudocético fazer minhas sessões para depois negar os resultados, me atacar e tentar desqualificar meu trabalho!"
Mas esse pensamento só mostra o quanto eu mesmo ainda duvido da minha capacidade, infelizmente. O fato dos resultados da RTS serem tão relativos e imprevisíveis, não me permite ter e dar garantias ao cliente. Isso possivelmente abriria brecha para o Marcelo denegrir o meu trabalho parapsicológico, porém foi exatamente o contrário.

Marcelo não é o único profissional de nível superior que fez algum tratamento comigo e comprovou nitidamente os resultados. Mas como este trabalho com a RTS atua principalmente no plano das ideias (modificando-as), ninguém melhor do que um psicólogo, que é o profissional que tem os processos mentais como objeto de estudo, para dar força e legitimar os resultados através de depoimento público.

O que eu percebo como resistência no campo da ciência para a comprovação desses fenômenos é a tradição positivista, materialista, cartesiana que as Universidades propõem para estudar o Homem, o Universo, a Realidade que são absolutamente multidimensionais e, portanto, dotados de lógica não linear.

Os estudos científicos, além de existirem em sua maioria para a preservação das "verdades" convenientes para as elites globais, preservam e promovem essa visão reducionista das coisas.

A (pseudo-) ciência se vale de uma lógica linear  monocular para entender a realidade que é multifacetada. A psicologia também é afetada por esse câncer pseudocientífico não permitindo que o ser humano seja estudado de maneira mais holística e se submetendo a esta visão caquética do positivismo.

Certa vez, eu mesmo assisti à palestra de um Psicólogo Psicanalista que trabalhava com Hipnose. Ele relatou que durante as regressões sob hipnose de um cliente seu, este se viu como um dinossauro em vida passada. A explicação que ele deu para isto foi completamente ingênua, não lembro ao certo qual foi, mas ele referiu que o inconsciente funde algumas informações da pessoa com elementos históricos. Ora, é claro que o inconsciente funde informações mesmo, mas veja como a interpretação dos falsos cientistas é tendenciosa: eles regridem uma pessoa pela hipnose até a vida intra-uterina, e até aí tudo bem, aceitam numa boa o que a pessoa disser. Porém quando a pessoa vai em fases anteriores à vida intra-uterina (vida astral, vidas passadas, etc) aí simplesmente descartam as informações e usam qualquer justificativa dentro de suas teorias para explicar o fenômeno. Ou seja, cortam a realidade dos fatos para enquadrá-los dentro de suas explicações (crenças, dogmas religiosos e pseudocientíficos) e dane-se a lógica! "Não sabemos o que pensar sobre isso".

É evidente que os nossos acadêmicos estão negando (até para si mesmos) que a nossa consciência não tem uma existência meramente corpórea. Negam que ela viaja pelo tempo, pelas dimensões e universos preservando sua memória. A vida no corpo não é tudo. Nós não somos os "macacos evoluídos" que nascem, crescem, trabalham e morrem que querem nos fazer acreditar. Nem morremos para renascer depois, para pagar dívidas, fazer resgates, carmas... Você precisa contestar todas as afirmações.

O que as religiões e a pseudociência (que é uma forma de religião) pretendem é que tomemos seus dogmas como verdade central e pensemos a realidade a partir deles. São crenças e crenças não precisam de provas para serem aceitas pelos sujeitos, principalmente para os sujeitos alienados. Para quem precisa acreditar em algo para lograr respostas, qualquer ideologia serve. A pseudociência é uma forma de religião.

Para aqueles que optam por pensar de verdade, as experiências pessoais, a dúvida constante, a busca interior e principalmente uma postura científica para desbravar a realidade, são fundamentais.

Esse assunto é longo e reiteradamente sempre será debatido nos domínios Fator Quântico na internet.

E para encerrar, deve ficar claro que os tratamentos médicos, psicológicos e psiquiátricos não podem ser abandonados. Embora se façam as críticas às ciências, é preciso reconhecer o seu valor.

A RTS não substitui nenhum tratamento convencional, pelo contrário, eu mesmo recomendo em alguns casos os tratamentos médicos e psicológicos. Eles são fundamentais e podem salvar você da destruição.

Para ter você mesmo suas experiências pessoais com a RTS, clique neste link.

Aguardo pelo seu contato!

Din

REMODELAÇÃO 
TELEPÁTICA DO
SUBCONSCIENTE
A mudança da realidade pessoal comandada pela Centelha Divina.