A ciência vem sendo usada por charlatões para "provar" falsas verdades e adoecer a população e o ecossistema.
Quem está por trás da tão possível privatização da água? Se ela for privada, como ficará a vida de quem não puder pagar por ela? A privatização das coisas públicas faz bem para quem?
Um jovem prodígio brasileiro, com muito pouco recurso, na sua escola técnica desenvolveu uma tecnologia capaz de tornar pessoas em coma comunicáveis.
As tecnologias da comunicação interconectaram o mundo, mas agora estão dando brecha para que mentiras e fatos mal-interpretados decidam o destino das pessoas. A quem interessam as Fake News?
O mistério dos corpos que não se desfazem depois da morte. A santidade da personalidade que ali habitava é que causa esse fenômeno? Mistério!

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

O futuro já aconteceu e o tempo é uma ilusão

agosto 27, 2015


Por Lucas Rabello

Em Mistérios do Mundo
“A diferença entre passado, presente e futuro é apenas uma persistente ilusão…”, Albert Einstein.
Existe um lugar em que o tempo passa diferente de pessoa para pessoa. Nesse lugar, nenhum relógio marca a mesma hora e passado, presente e futuro estão essencialmente congelados, e também aconteceram ao mesmo tempo. Também tudo o que aconteceu desde a origem do universo até o seu fim existe ao mesmo tempo.
Nesse lugar, o que para você é o futuro já é uma memória distante para outra pessoa. Para você, seu filho nem sequer nasceu, mas para seu vizinho ele já tem 20 anos. Em outras palavras, você pode nem ter decidido se quer ter filhos ou não, mas você não tem escolha. Deve ser chato morar em um lugar como esse, afinal de contas, você não parece ter liberdade de escolha, é tudo uma ilusão.
Mas que lugar é esse?
O nosso universo. Parece ficção, mas tudo isso foi descoberto pelo cientista mais célebre de todos os tempos, Albert Einstein, em 1905.
Desde que nascemos, temos a ideia de que o tempo passa no mesmo ritmo para todas as pessoas, e que todos no planeta viajam juntos rumo ao futuro. Não parece ser uma ilusão, certo?
Hora de complicar as coisas. De acordo com Einstein, o tempo é uma espécie de lugar, uma dimensão onde andamos até a morte. Enquanto você lê esse texto, o tempo passa, certo? Na verdade, não. É você quem está viajando por um lugar chamado tempo através de um meio de transporte que não pode ver, mas é bem rápido, tão rápido quanto a luz.
Esse meio de transporte invisível viaja a 1,08 bilhão de km/h, a velocidade da luz.
Como você deve saber, de acordo com a relatividade de Einstein, tempo e espaço são uma coisa só, chamada espaço-tempo, onde nada pode viajar mais rápido do que a luz.
E a essa altura, você já deve ter notado um grande problema. Se você está andando na velocidade da luz enquanto lê esse texto, se você se levantar e ir ao banheiro a 4 km/h, você terá ultrapassado a velocidade da luz?
É claro que não. O que acontece é que essa velocidade é descontada. Em outras palavras, “emprestadas” pelos motores que empurram o tempo. Eles emprestam um pouco de sua velocidade para tudo o que se move. Isso tem um preço, claro: o tempo passa mais devagar para você.
Sei que provavelmente está tudo muito confuso. Vou tentar exemplificar:
Você está parado nesse instante, atravessando o tempo a 1,08 bilhão de km/h, mas então decide dar uma volta em sua Ferrari novinha a 180 km/h. O que acontece? Você pega emprestado do “banco do tempo” 180 km/h, e ele desconta de seu relógio, isto é, o tempo para você passa mais devagar em relação a todas as outras pessoas que estão paradas no momento. Um momento que durava 60 segundos agora passa a durar 59,9999999999953 segundos. O carro acelera, mas freia seu relógio – apenas o SEU. Depois de uma hora viajando no carro a essa velocidade, você viaja 0,0000000576 milésimo de segundo para o futuro.
Pouca coisa, certo? Sim, as velocidades que experimentamos no dia-a-dia são extremamente insignificantes para ter um efeito notável na passagem no tempo. 1,08 bilhão parece ser muito mais do que o suficiente…
Mas o banco do tempo pode falir?
Sim, e é aí que tudo fica ainda mais interessante. Se uma nave futurista viajar a 1 bilhão de km/h, o banco do tempo estará em apuros. Aí vai mais um exemplo:
Suponha que sua Ferrari possa atingir a mesma velocidade da suposta nave. Na rodovia que você viaja, há uma pessoa no bar. Então, um ladrão aparece do nada e aponta uma pistola na cabeça do indivíduo. Você passa pela rodovia à 1 bilhão de km/h. Seu relógio marca 14h30, e quando você passa em frente ao bar você não vê a pessoa sendo ameaçada de morte. Por que? Porque o tempo passou mais devagar para você do que para as pessoas no bar. Seu relógio marca 14h30, mas o relógio do bar marca 14h45. Você viajou para o futuro. E vê ou uma pessoa morta ou a polícia prendendo o sujeito no bar. Você vê algo que para as pessoas que estavam no bar ainda não está decidido.
Temos então um paradoxo. Tanto você como o homem ameaçado vivem o que os dois chamam de agora. Mas para ele é futuro algo que você já tem na memória, algo que para você já é passado.
Por incrível que pareça, as coisas ainda podem ficar mais complicadas. Segundo Einstein, grandes distâncias também podem distorcer a ideia de que exista um agora para todos. Em outras palavras, para um alienígena vivendo em outra galáxia, o momento em que você está em frente ao celular ou computador lendo esse artigo é um passado distante.
“A concepção dele sobre o que existe neste momento no Universo pode incluir coisas que parecem completamente abertas para nós, como o vencedor das eleições presidenciais dos EUA de 2100. Os candidatos ainda nem nasceram, mas na ideia dele sobre o que acontece exatamente agora já vai estar o primeiro presidente americano do século 22”, escreveu o físico Brian Greene, da Universidade Columbia, nos EUA, em seu livro The Fabric of the Cosmos (O Tecido do Cosmos).
Então o futuro já aconteceu…
Se você pensar um pouco, temos aqui uma conclusão extraordinária. Toda a história do universo já está escrita e, obviamente, não temos o que chamamos poder de escolha. Seu dia de amanhã já está definido no tecido da realidade do universo.
Universos paralelos
Existe, no entanto, uma teoria de que sim, temos poder de escolha mesmo em um universo determinado. São os mundos paralelos, e são ainda mais bizarros do que tudo o que foi apresentado até aqui.
A Teoria dos Muitos Mundos, criada pelo físico norte-americano Hugh Everett em 1957, sugere que a cada possível ação que fazemos, o universo se divide em realidades paralelas, onde cada possível ação é executada. Por exemplo, você está em uma festa, e encontra alguém que não tem coragem de puxar conversa. Em algum universo paralelo, uma cópia sua chegou até essa pessoa, e levou um fora. Em outro, a cantada deu certo. E em outro, vocês se casaram e tiveram filhos. Assim funcionaria com cada possível resultado de uma ação, infinitos universos gerados com infinitas possibilidades.
Temos, nesse cenário, um futuro aberto para qualquer coisa, o oposto do que a relatividade de Einstein aceita. Em teoria, é bonito, mas testar isso na prática é um desafio imenso (diferentemente da relatividade de Einstein, que já foi testada na prática com observações cósmicas e em laboratórios).
E você, leitor, fica do lado de Einstein e de sua relatividade, ou aposta em realidades alternativas paralelas? Tenha toda a liberdade de escolha para decidir. Ou não…



terça-feira, 18 de agosto de 2015

O Efeito Rebote - A Depressão Integrativa Pós-Iniciação no Salto Quântico Genético

agosto 18, 2015


Eu e todos os iniciados com que falei até hoje, após passarem pela iniciação do Salto Quântico Genético com Bruno Guerreiro de Moraes, vivemos por um tempo (que varia de sujeito para sujeito) um estado psicológico de "depressão integrativa".

O termo depressão empregado aqui não deve ser confundido com a doença contemporânea que aflige milhões de pessoas no mundo. A depressão pela qual nós iniciados passamos é diferente desta, a começar pelo fato de não ser uma patologia e sim um estado transitório que é efeito do choque de realidade que é comprovada na iniciação. É uma tristeza que NÃO É paralisante, mas é profunda e reflexiva - por isso é "integrativa". Difícil de definir, diga-se. 

Toda vez que nos frustramos com algo (quebra de uma expectativa), seja por horas ou por dias, entramos num estado passageiro de tristeza e reflexão. Por exemplo, quando você começa em um novo emprego pensando que ele será como na sua expectativa e, ao engajar-se, se frustra com uma realidade diferente do esperado. Após, vem uma "tristezinha" seguida de pensamentos sobre a realidade do contexto que encontrou, sobre o seu papel naquele lugar, o seu futuro ali, o seu passado do emprego antigo, as consequências da escolha de mudar de emprego, etc...

Assim como no exemplo, ser iniciado no SQG causa essa mesma depressão integrativa - até mesmo em sujeitos que não tem acesso completo às suas memórias (Salto Padrão) - e é isto que chamei de REBOTE pela primeira vez em meu depoimento sobre a Iniciação.

Este efeito colateral é sentido com uma profundidade verdadeira, é vivida como uma tristeza que fica de pano de fundo dos dias do iniciado até que ele a supere pela meditação especial do SQG (conversação com a Supraconsciência). É, de fato, um sentimento de morte. A morte de si mesmo como conhecia-se.

Embora seja uma vivência dramática, é a partir dessa grande morte interior, ou grande frustração com a realidade espiritual em que estamos, que amadurecemos para lidar com este contexto. E esta é a função psicológica de uma depressão integrativa: desfazer a ilusão para que se possa reunir energia para enfrentar a realidade com força. Por isso, a "dádiva" do SQG, eu digo, é esse renascimento que se pode fazer como alma, ressurgindo como uma Fênix, retomando o controle da sua própria existência no Universo dirigido pela Consciência Superior.

Efeito Rebote é um termo trazido por mim para o contexto do SQG, justamente por ser como um efeito colateral como muitas medicações às vezes trazem aos usuários. É um efeito ruim, mas esperado e comum para aqueles que usam a medicação até que ela passe a dar o seu resultado de cura/tratamento.

Bruno Guerreiro de Moraes, o ministrante do Salto, construiu um artigo sobre o Efeito Rebote e publicou no seu site oficial onde estão todos os conteúdos da pré-iniciação. Você poderá lê-lo a seguir.

Abraços,

Dhin

A Morte Interior - O Efeito Rebote Pós-iniciação o Salto Quântico Genético - A Verdade por trás da ‘verdade’



Efeito Rebote... o que é Isso? Iniciação o Salto Quântico Genético
O Efeito Rebote é a Morte Interior, algo necessário que vai “matar” a antiga visão de mundo, para dar lugar a uma nova, e muito mais promissora visão, um novo paradigma...

Pessoa recentemente iniciada no ‘Salto’, por Email:

Olá Bruno, na segunda, terça e quarta eu não me sentia bem e fiquei mais deitado do que ativo. Na quinta meu computador pifou, tive que formatar e reinstalar tudo. Depois disso tudo baixou uma depressão daquelas bem pesada. Pela primeira vez na minha vida não sei o que devo fazer e também não vejo perspectivas. A vontade que eu tenho é deixar de existir, isto é, que eu enquanto espírito/energia, seja deletado do universo. Não é simplesmente uma questão de suicídio, mesmo por que eu jamais o cometeria devido minhas crenças pessoais. É não querer existir, quer seja no plano físico, aqui ou em outro nível e também no nível espiritual. Então por não mais acreditar em nada é que prefiro deixar de existir, afinal que porcaria é essa em que fui colocado? Tenho certeza que por mais imbecil/idiota/inocente que eu enquanto espírito seja, jamais concordaria com tantas dificuldades como as que venho passando. Então a partir disso eu questiono tudo... não há portanto nada que justifique minha existência enquanto espírito e por consequência como ser humano.

Minha Resposta:

Agora tive tempo de te responder, viu... o que está passando já é bem conhecido por mim, e chamasse "efeito rebote", quando as pessoas fazem a iniciação o 'Salto', e acabam vendo por si mesmas a real situação da humanidade e do mundo, passam por um período de depressão por que literalmente estão morrendo... sim isso mesmo, morre a antiga e alienada pessoa, para dar lugar a uma nova criatura que agora despertada para a realidade nua e crua seguirá assim pela eternidade, rumo a seu status divino. Esse processo de Morte interior faz parte, e quando acontece é ótimo sinal. Eu também passei por um período assim, durou no meu caso uma semana, a duração desse efeito varia de pessoa para pessoa, e depende da quantidade de crenças errôneas que a pessoa alimentava antes da iniciação. Isso é muito simples entender.

Até a sua iniciação você foi educado dentro de um certo conjunto de crenças que até então acreditava ser a verdade. Essa era a diretriz que seguia, e isso fazia a sua existência fazer sentido. Sabia o que fazer, onde fazer, como fazer e os resultados que obteria. Mas uma vez que acaba vendo por si mesmo que na verdade essas antigas diretrizes são todas falsas, isso é, não leva ninguém a lugar algum, e na realidade uma armadinha alienante que serve para manter os escravos sob controle, então começa essa processo de "morte interior". A morte é o resultado de perceber que tudo o que tem seguido de ideias até então eram mentiras. Depois de perceber que tudo que seguiu por essa vida, e por outras é falso, vem a depressão, como a que descreveu, mas uma vez que a depressão passa, renasce uma nova pessoa, que parece igual por fora, mas é bem diferente por dentro, essa nova pessoa renasce com um novo entusiasmo, uma nova visão de mundo, seu paradigma muda completamente, e outro bem mais embasado cientificamente toma conta para ser a nova diretriz, uma realmente promissora que te levará a resultados progressivos. E o famoso "renascer das cinzas" e como uma Fênix mitológica a nova criatura seguirá com entusiasmo redobrado o caminho para o despertar completo dos potencias do deus interior.

Então fique ciente disso, e não se preocupe, logo o processo de morte interior vai passar, e um novo homem surgirá, um bem mais sensato, concentrado, realista e promissor. Agora você SABE DA VERDADE e pode sair da prisão. No seminário eu falo do exemplo do filme "A Vida é Bela", onde o menino alienado acha que está dentro de um grande jogo, mas na realidade é um campo de concentração para extermínio durante a segunda guerra mundial. Enquanto o menino achar que ali é apenas um jogo, nunca se esforçará para fugir, e pior, vai perder oportunidades de fugir, caso elas apareçam, simplesmente por que não entende que precisa fugir... Por que vai fugir, se está "tudo bem"? Por que escapar se na verdade aquilo ali é apenas uma "brincadeira"? Compreende o brilhantismo desse processo alienante? Quando o menino perceber que ali não é jogo, é Campo de Concentração para Extermínio, já será tarde demais, ele já estará morto, e no caso das almas, vai ficar num plano astral inferior, e reencarnará com amnésia, apenas para repetir o mesmo e enfadonho processo que já vem seguindo a talvez centenas de vidas passadas.


Reforçando o Argumento:

Pessoa por email:

EFEITO REBOTE SEM TER DADO O SALTO? 

Olá Bruno, Chamo-me M., sou de Maceió e tenho 20 anos. Desde os meus 14 anos que me interesso muito por assuntos esotéricos em geral. Já passei por diversas religiões e nunca me senti satisfeito com nenhuma, pois várias perguntas não são respondidas e simplesmente ninguém busca as respostas, as pessoas já pensam que sabem de tudo e ponto, raro aquele que não se deixa alienar e contesta. 

Tenho apenas 20 anos é verdade, mas me considero uma pessoa com uma certa experiência, pois enfrentei muita coisa na vida muito cedo. Eu era um pouco revoltado, pra você ter ideia saí da casa da minha mãe com 15 anos e fui morar num terreiro de candomblé aonde meu avô tinha traído minha avó e se casado com a mãe de santo de lá, terminei me envolvendo com a filha da mãe de santo e tive uma filha com ela aos 16 anos. 

Arrependido de tudo e vendo minha vida indo por um caminho meio sombrio, logo separei e voltei para casa da minha mãe. Confesso que hoje eu dou risada de mim mesmo contando essa situação...

Pois bem, já tinha visto seu blog a uns anos atrás, mas não tinha dado muito valor, até que semana passada vim parar nele novamente meio que do nada. Vi em um único dia tudo que tinha em seu site e nos outros sites parceiros seu (Força Subconsciente...), vi todos os vídeos, todos os tópicos... vi TUDO. Senti uma profunda necessidade de fazer o 'Salto' com você, quase que uma obrigação. Naquele dia confesso que fui dormir meio desorientado, vinha muita coisa na minha cabeça, mas consegui dormir rapidamente pois minha mente ficou cansada depois de tanta informação de uma só vez. 

Quando acordei é que veio o baque, passei quase o dia inteiro deitado e comendo muito pouco. Fiquei fazendo as coisas meio que no automático e estou assim até agora, falando só o necessário com as pessoas e com uma tendência a me isolar o máximo possível, estou me sentindo um peixe fora d'água. Só comecei a me sentir melhor hoje, mas ainda meio sem chão. Eu não tive muito bloqueio para acreditar nas coisas que li, eu já tinha uma pré-disposição a acreditar nisso pois já tinha assistido a algum tempo a série Alienígenas do Passado do History que me convenceu um pouco. 

Mas o que não sei é o por que fiquei tão mal sem motivo? Senti uma grande vontade de chorar alguns minutos atrás sem motivo algum, chorei só por chorar mesmo, então fiquei com vontade de vim aqui escrever para você e vim. Será que estou sofrendo algum tipo de rebote mesmo sem ter dado o salto? tem como ter um choque psicológico assim, mesmo sem entrar em contato com nada além de letras escritas numa tela? Bom, fica ai a pergunta! Espero fazer o 'Salto' em breve. 


Resposta:

Pelo jeito está passando por efeito rebote sim, pelo jeito a sua consciência já está tão despertada que já conseguiu ver por si mesmo que é verdade, agora o que tem de fazer é se recuperar desse choque (tipo um choque térmico mesmo) se reorganizar e criar um plano perante esse novo paradigma descoberto. Ficar deprimido apenas não adianta nada, ficar achando a vida toda muito "cinzenta" não te levará a lugar algum. 

Se recupere desse choque de realidades, e renasça a partir das cinzas, para recuperar a sua posição no universo e ir além, mais adiante até o infinito. 

Aguardarei o seu retorno, abraço.

Depois de Passar pela Morte Interior (efeito rebote) a Pessoa renasce como uma Fênix






Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...

Sobre a incrível geração que se apega fácil (e desapega mais fácil ainda)

agosto 18, 2015
Escrito por Fabricio Garcia – Via Obvious
Pratique o desapego. Esse mantra ecoa mundo afora quase como uma ordem. Não: é mais do que isso. Praticar o desapego virou uma filosofia de vida, um jeito desapegado de ver as coisas. Praticar o desapego, não sei por qual razão, é praticamente o primeiro mandamento para se resolver conflitos internos hoje em dia. Só que praticar o desapego requer prática. E praticar o desapego é tudo, menos prático.
Valendo-me de uma frase, não, melhor dizendo: um conselho, isso, um conselho que ouvi há uns dias, sobre sempre tentar ilustrar teorias com exemplos, pensei em começar esse texto comentando sobre um tipo de pessoa que existe aos montes por aí. Chamaremos essa pessoa de Dadá. Dadá passou os últimos dois anos namorando. Dadá era romântico, pelo menos era isso que demonstrava nas redes sociais, sempre com postagens amorosas, fazendo questão de mostrar para o mundo o quão feliz era por estar naquela relação aparentemente perfeita. Pois bem. Mas até as relações aparentemente perfeitas acabam. E com Dadá não foi diferente. Demorou mais de dois anos, mas o relacionamento de Dadá acabou. E a mudança de comportamento que veio a seguir foi um choque para todo mundo.
Ao contrário do que se possa imaginar, Dadá não ficou se martirizando por sua relação aparentemente perfeita ter chegado ao fim. Nada de posts ofensivos no Facebook ou tweets que pudessem de alguma forma atingir a sua ex. Não, nada disso. Dadá decidiu excluir aquele relacionamento do mapa. Era como se nunca tivesse acontecido. Mal ficou solteiro, já estava pronto para outra. “Agora eu tô solteiro e ninguém vai me segurar”. Ao melhor estilo presidiário recém-liberto, queria aproveitar sua liberdade. Dizia para todo mundo que relacionamentos eram como uma prisão. Levou o termo “compromisso nunca mais” como frase de bolso. Parecia engajado numa jornada descompromissada. Por isso nos surpreendemos novamente quando, algumas semanas depois, o Facebook anunciava que Dadá estava em um relacionamento sério. E com uma pessoa diferente.
Dadá é só mais uma em meio a tantas almas inconsoláveis que emendam um relacionamento no outro. Almas que parecem ter certa aversão à solteirice. Acho irônico, até, tendo em vista que o que costuma ocorrer atualmente é justamente o contrário: o maior medo, ao que parece, é o de se comprometer. Mas almas como a de Dadá preferem estar em um relacionamento, ainda que este não seja lá aquelas coisas, do que encarar a vida por si só. Para pessoas assim, o relacionamento funciona como uma espécie de muleta. Elas sentem que precisam desse apoio, senão caem. E, por terem se habituado às muletas, vão perdendo cada vez mais a capacidade de caminhar sozinhas.
Essa necessidade de outrem, de buscar apoio num relacionamento, é mais comum do que se imagina. Tem-se o costume de imaginar que a outra pessoa vai nos dar a estabilidade e a segurança que tememos não conseguir por conta própria. Entramos na relação como quem entra num abrigo para proteger-se da tempestade. Mas relacionamentos-abrigo são frágeis, instáveis; os problemas-tempestade, por sua vez, vêm com força total. Entende-se, então, que entrar num relacionamento por necessidade é dar um tiro no pé. E me impressiona a quantidade de pessoas que fazem isso. Masoquismo, talvez? Acredito que não.
Seguindo nessa linha de raciocínio, é possível ter uma noção melhor a respeito de um dos motivos pelos quais as relações modernas têm sido caracterizadas como superficiais. Ao enxergarmos a outra pessoa como uma muleta, um estepe, não estamos interessados nela propriamente: o interesse não está na pessoa, mas sim no que ela pode nos proporcionar (abrigo, conforto, etc). E qualquer relação baseada em interesse, seja ele material ou, nesse caso, emocional, está fadada ao fracasso. A questão aqui é que, justamente por vermos nosso parceiro como um objeto (do qual gostamos somente enquanto ele ainda tem algo a oferecer), pouco nos importamos com o sucesso ou fracasso da relação. É por isso que as pessoas Dadá não se martirizam após o término: elas sabem que logo haverá outra muleta capaz de sustentar a ferida da solidão. E depois outra. E outra. E assim sucessivamente.
Pessoas Dadá se apegam fácil, mas desapegam mais fácil ainda. Não há um sentimento de amor genuíno pelo outro, por isso a facilidade em desapegar. A expressão “usar e jogar fora” se encaixa bem nesse contexto. O termo “relacionamento descartável” também. Ainda que façamos uso prolongado de nossas muletas, elas não chegam a ter um valor sentimental tão grande assim, tornando bem menos complicada a prática do desapego: por que se martirizar por uma muleta em especial quando qualquer outra pode substituí-la perfeitamente?
Escrever sobre desapego me fez lembrar de um post que circula pela internet há um tempo. Algo a respeito de verdades cruéis sobre os relacionamentos modernos. É uma lista, na verdade. E um dos itens, um dos primeiros, diz que a pessoa mais desapegada tem o “poder” sobre a relação. Por demonstrar menos interesse, ela é o pilar mais forte. Faz sentido, assumo. Mas me entristece que faça, afinal demonstrar interesse, apego, deveria ser item primordial para uma relação prosperar. Mas não é isso que acontece: para a geração do desapego, demonstrar interesse é sinal de fraqueza. Pensem no relacionamento como uma montanha. Quanto mais interesse você demonstra, mais você escala essa montanha; consequentemente, maior será o impacto na hora da queda. O medo de cair interfere na relação de uma maneira tão absurda que os envolvidos entram numa briga para ver quem escala menos. Há também aqueles mais apegados, que escalam até o topo; são chamados de intensos. E de gente intensa a geração desapego quer distância.
Dia desses, uma amiga minha postou foto com o namorado no Instagram. A legenda era: “você me faz mais forte.” Ela, que sempre foi bastante independente, passou a se julgar mais forte estando ao lado de outra pessoa. Um outro amigo disse, em meio a uma discussão sobre relacionamentos, que só conseguiu se conhecer e se sentir feliz de verdade quando passou um tempo solteiro. Percebam: a felicidade não tem nada a ver com estarmos sozinhos ou acompanhados. Amor e felicidade podem muito bem andar juntos, mas é preciso deixar uma coisa bem clara: no corpo da felicidade, o amor não é um órgão vital.

sábado, 15 de agosto de 2015

5 feridas da infância que continuam a nos machucar na fase adulta

agosto 15, 2015

Visto em Pais&Filhos

Muitas correntes da psicologia afirmam que o que acontece com a gente na infância vai determinar grande parte do que seremos quando adultos. Nosso emocional e principalmente a maneira com que nos relacionamos com outras pessoas estão bastante ligados à forma como vivemos quando éramos crianças.
Da mesma forma, nossos filhos assimilam enquanto são pequenos quase tudo o que vai determinar como eles vão reagir a muitas situações depois que crescerem, principalmente as adversidades e frustrações. Lise Bourbeau, autora canadense especialista em comportamento humano, listou 5 feridas emocionais que acontecem na infância e são mais determinantes nas dificuldades de relacionamentos que os adultos podem apresentar ao longo da vida. Claro, nada disso é uma regra, mas reflexões que podemos fazer diariamente. Veja quais são:

1) O medo de ser abandonado

As crianças têm muito medo da ausência dos pais, o que, para ela, caracteriza o abandono. No início da vida, nossos filhos ainda não conseguem separar a fantasia da realidade e não têm ainda noção de tempo, por isso algumas ausências podem significar para a criança abandono absoluto.  Conforme a criança vai crescendo, ela vai lidando com isso de forma mais tranquila e percebendo que a presença dos pais não é possível o tempo todo, mas que eles sempre voltam ao seu encontro. Crianças que têm experiências com negligência na infância podem ter pela vida toda medo da solidão e da rejeição toda vez que não estiver perto fisicamente das pessoas que ama. Acontece que, muitas vezes, a solidão é necessária para entendermos quem somos e nem sempre as pessoas que amamos estão perto fisicamente de nós. Saber lidar com esse sentimento é importante para a vida adulta.

2) O medo de ser rejeitado

Uma das feridas mais profundas deixadas pela infância é a sensação da criança de não ter sido amada ou acolhida pelos pais ou mesmo pelos amigos na escola. Como as crianças começam a formar sua identidade a partir da maneira como são tratadas, elas podem se convencer de que não merecem afeto e passam a não se valorizar. E como já diz o provérbio: para sermos amados, primeiro precisamos nos amar.

3) A humilhação

Ninguém gosta de ser criticado. Mas a forma como as críticas são feitas muda tudo. As crianças querem que os pais as amem e que se sintam orgulhosos dela, por isso nada mais destrutivo do que chamar seu filho de estúpido, burro, fraco ou qualquer outro termo depreciativo. Quando nossos filhos cometem um erro, sentar, conversar e tentar corrigir é necessário, muitas vezes com firmeza. Mas dizer coisas para humilhar a criança vai transformá-la em um adulto dependente ou um adulto que precisa humilhar as outras pessoas para se sentir bem.

4) Falta de confiança

Nós costumamos fazer promessas para nossos filhos algumas vezes sem nos dar conta do quanto isso é sério para as crianças. Promessas não cumpridas geram um sentimento de desconfiança permanente que vai ser levado para outros relacionamentos, até mesmo os amorosos. Além disso, crianças que não conseguem confiar nos pais podem se transformar em adultos controladores. Como nem tudo na vida pode ser controlado, a pessoa pode se sentir nervosa e irritada em situações do dia a dia que poderiam ser facilmente resolvidas.

5) Injustiça

Quando alguém comete uma injustiça com a gente, os sentimentos de impotência, raiva e indignação são quase inevitáveis. As crianças sentem isso principalmente quando os pais são autoritários e frios e exigem mais do que a criança consegue dar naquele momento. Isso pode criar um sentimento de impotência e inutilidade que vai permanecer por toda a vida. Além disso, a crianças pode se tornar um adulto perfeccionista ao extremo e autoritário.

Traduzido e adaptado do site:La Mente és Maravillosa

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Magia e Poder - Pastores, Maçonaria e Dominação Massiva

agosto 11, 2015

Magia e Poder - Pastores, Maçonaria e Dominação Massiva


Aqui neste grande emaranhado de interesses e jogos de dominação e manipulação dos escravos da Terra, os articuladores dessa matrix se valem de todas as ferramentas possíveis para lograr seus objetivos.

Será mesmo que os pastores neopentecostais praticam aquilo que pregam? Se sim, de onde surgem os rumores de que muitos deles estejam envolvidos com o uso de magia por eles mesmos tão rechaçada? Faz parte do jogo desmerecer as armas que usam para que os seus subalternos não acreditem no poder delas e assim se mantenham no nível da alienação.

E ainda, qual será a relação das lideranças religiosas com a Maçonaria e o uso de magia como a do Candomblé, por exemplo?

Quando me questionei sobre isso, resolvi conversar com Bruno Guerreiro de Moraes sobre e mais evidências sobre este inacreditável enredo no qual estamos presos e que chamamos de Terra. Veja só:

DHIN
Hein, será que esses pastores evangélicos também usam magia ou conseguem o poder só manipulando a massa mesmo?

Bruno Guerreiro de Moraes
Usam magia sim.
Escute esse áudio:
Fala da maçonaria e deixa clara a ligação dos pastores principais com a bruxaria
DHIN
Escuta, a magia que os maçons usam é forte também, pelo que vejo nesse vídeo. Eles não tem poder pra te aniquilar ou, a magia dos Orixás é forte suficiente para nos proteger da influência deles?

Bruno Guerreiro de Moraes
Se eles têm como como me aniquilar? Claro, mas por que fariam isso? Eu sou um deles, estou do lado deles.
Esse vídeo é de cristãos, e uns bem tapados... Mas as informações que eles divulgam é bem interessante. Por isso que indiquei.
A minha visão da maçonaria e na verdade positiva.

DHIN
Eu perguntei se os maçons têm como te aniquilar estando protegido pelos Orixás.
Bruno Guerreiro de Moraes
Porém mesmo eles que defendem a liberdade, a democracia, o livre pensar, a ciência, etc... Seguem dogmas parecidos com a religião cristã. Eles usam o poder dos Orixás. Aliás me defina Orixás. O que você sabe?

DHIN
São as entidades iluminadas e poderosas que estão por trás dos cultos africanistas. Donas dos recursos da Terra. Me esclareça do que eu preciso saber.
Qual é a relação da maçonaria com o império? Até então pra mim eram o mesmo lado da força. Vejo os Orixás como neutros nisso tudo e nós, eu, tu, como associados à grande liga.

Lendo esta conversa você passa a entender a razão da destruição e desvalorização sistemática proposta pelo ocidente contra a filosofia/tradição africana. Veja mais sobre isso clicando aqui.
Bruno Guerreiro de Moraes
Os Orixás são arquétipos representativos das forças da natureza, tal como o ar, terra, fogo, etc... são personalizações dessas forças. Essas forças tem inteligência, e digamos que alguns elementais.
DHIN
Certo, acho que Jung disse isso e eu já supunha mesmo.
https://fbstatic-a.akamaihd.net/rsrc.php/v2/y4/r/-PAXP-deijE.gif
Bruno Guerreiro de Moraes
Acabaram por se destacar e se tornaram "Reis" dos elementais de cada área, esses elementais Reis, Rainhas, pelo que entendi, se encarnaram como humanos, compreenderam a natureza humana, e agora trabalham junto à humanidade obedecendo a alma da Terra.
A alma da Terra quer, e precisa, intervir na raça humana por que nós estamos aqui, vivendo encima do corpo dela, ela se incomoda com a nossa dor, ela se revolta com as injustiças, ela se comove com a nossa miséria.
Mas essas forças, esses Reis e Rainhas dos elementos da Terra não são exclusividade dos africanos, as mesmas forças tem outros nomes nas culturas das várias raças.
A coruja que o pessoal da Bohemian Crove idolatra nada mais é que a Mãe Terra,
Mas eles são maus? Ou eles são bons? O que tá acontecendo?
Tá acontecendo uma grande confusão, mesmo os líderes dos Iluminati são apenas pessoas sendo enganadas.
DHIN
Barbaridade....

Orixás
Bruno Guerreiro de Moraes
Os Orixás sendo forças que mantém a Terra em funcionamento não podem ir contra os escravistas, mas também não são a favor...
Digamos que os escravistas mantêm a Terra sequestrada, eles implantaram bombas aqui, e se caso for preciso, podem explodir o planeta, que é a casa desses seres todos.
DHIN
Então esses seres que são força da natureza estão simplesmente a serviço de quem estiver aqui independente das intenções?
Bruno Guerreiro de Moraes
Não que eles queiram, mas são obrigados, eles não ajudam na alienação, apenas mantém a coisa funcionando.
DHIN
Puta merda....
Bruno Guerreiro de Moraes
Não podem despertar ninguém, por que são proibidos de fazer isso.
DHIN
Mas nós podemos despertar as pessoas porquê?
Bruno Guerreiro de Moraes
Eles são poderosos aqui na Terra, pois aqui é o território deles. Pode comparar isso com delegados de uma cidade, as autoridades de uma cidade, prefeito, vereadores, delegado, etc... Mas o que são as autoridades municipais em comparação com as autoridades federais, ou pior, das maiores superpotências?
“Dhin”, se a Terra é prisão, então naturalmente os presos podem receber alguma visita. Eles têm direitos básicos e podem receber algum auxílio, mas não a ponto de, por exemplo, serem libertados, não escancarando a porta principal da prisão. Até "podem sair" mas apenas por meios legais, seguindo instruções do advogado.
DHIN
Aham... Então nós, com o que fizermos aqui não vamos libertar, mas amenizar o sofrimento da humanidade?
Bruno Guerreiro de Moraes
Aqueles que foram espertos o suficiente para fazer amizade com o eletricista, o homem da manutenção, com o entregador de mercadorias, etc... vão ter uma vida um pouco melhor, aqui dentro da cadeia. É o que faço...
Vamos amenizar, e no caso do autoconhecimento, dá para mostrar o caminho de saída, no mapa. Assim os prisioneiros ao invés de ficarem totalmente desbaratados, estarão sabendo o básico para quem sabe, seguindo a supra, saírem daqui, quando não sei... depende do empenho de cada um.
DHIN
Eita...então é melhor eu cravar meus dois pés mais fundos ainda no chão, sem muitas pretensões. Só de dar dicas do mapa já estamos fazendo muito, fora a minha própria situação que tenho que safar.
Bruno Guerreiro de Moraes
Pois é, eu por exemplo nunca me vendi como "salvador", o fodão que pode derrotar os caras maus e libertar todo mundo.
DHIN
Sim, claro... não que eu pensasse em fazer isso, mas em divulgar informações mais concretas e verificáveis.. Sei lá.
Bruno Guerreiro de Moraes
Quando fui iniciado, ainda bem no início compreendi a situação toda, e sabia que fantasiar que poderia ajudar milhões e até bilhões a saírem da cadeia, tipo pegando todos no colo e saindo correndo, era pura fantasia...
DHIN
O importante é deixar algo de significativamente bom aqui até a morte.
Bruno Guerreiro de Moraes
...não mesmo, a situação é muito mais séria, e exige atenção e empenho, se conseguir salvar o próprio pescoço já é um grande progresso. Pelos outros, no máximo, podemos apenas os instruir para seguirem a sua supra e assim andarem sozinhos.
DHIN
Até por que, nós nunca deixaremos de ser crianças se alguém intervir sempre por nós. O que é bem a lógica religiosa, esperar por um salvador.
Bruno Guerreiro de Moraes
É. Não tem salvador, salve a si mesmo, a Terra realmente tem de ser entendida como um sistema prisional.
Imagine o PCC organizando um ataque para libertar os líderes da facção?Tem futuro uma ação dessa? Pode dar certo uma merda dessa? Com certeza não... Assim também é com relação à Terra.
DHIN
Saquei, tá sacado. Rsrsrs...
E olhando de fora daqui haveria algum problema em usar magia pra destruir alguém, como digamos um inimigo faça magia negra contra ti ou magia pra amor e amarrar alguém?
Bruno Guerreiro de Moraes
Eu acho que o uso da magia é valido, seja para qual fim for, oras...
As mulheres por acaso não se manquiam para "encantar" e conquistar? O que são a maquiagem e as roupas sensuais senão magia de sedução?
Se você acredita que a magia dá certo, por que não usá-la para ter vantagem sob os outros que não acreditam ou não conhecem?
É um recurso que está aí à disposição de quem for inteligente para usá-lo, e quem for derrotado "injustamente" por que um outro usou de magia, bem feito! Na verdade não foi "injusto" quem mandou não usar do mesmo recurso?
É o que aconteceu com o caso Collor e Lula.
DHIN
To ligado nesse caso deles.
Bruno Guerreiro de Moraes
Era para o Lula ser o presidente, mas o Collor pegou pesado e venceu, não ficou muito tempo, por que essa mudança no cenário causou reações terríveis, tanto que a mãe de santo dele ficou louca, a mulher dele também, etc...
Ah muito importante você ler o livro dela, deveria comprar,
DHIN
Disse que é até favorável à maçonaria?

Bruno Guerreiro de Moraes
Você sabe o que a maçonaria faz de fato? Sabe a historia deles?
DHIN
Só o que passa por esses documentários aí, como tudo em geral. Não estudei a fundo. Minha referência é tu, teu material online, etc.
Bruno Guerreiro de Moraes
Esses DOCs que se espalham pela Web num geral é tudo distorcido, pois são feitos por cristãos, geralmente evangélicos, para colocar medo nas ovelhas, para fazer os ignorantes correrem para as igrejas.
Eu não poderei ficar aqui horas te explicando, posso falar apenas o básico, mas pesquise no google e acesse sites oficiais, pesquise livros maçônicos.
DHIN
Lógico.
Bruno Guerreiro de Moraes
A maçonaria foi criada para combater os reis absolutistas e a igreja católica.
DHIN
Hummm
Bruno Guerreiro de Moraes
Houve essa necessidade depois que o rei Felipe o Belo da França resolveu matar todos os cavaleiros templários, pois foram os cavaleiros templários os inventores do conceito de bancos, como conhecemos atualmente.
Ele, (Felipe) devia muito para os cavaleiros e concluiu que se fosse pagar toda a dívida, teria de dar a coroa da França, todo o reino da França aos templários.
Ao invés disso, ele matou o Papa, impôs um papa da sua preferência, matou centenas de arcebispos, e feito a limpa dentro do vaticano, criou do nada as acusações sobre os templários.
DHIN
Baaah
Bruno Guerreiro de Moraes
Houve então uma cruzada contra os templários, e todos do continente foram torturados e mortos. Os poucos que conseguiram fugir, foram para a Inglaterra que era contra a igreja católica, ali eles se organizaram para retaliar.
DHIN
oO
Bruno Guerreiro de Moraes
Daí vem o mítico "Rito escocês antigo e aceito", a sede da maçonaria no mundo é a Inglaterra.
Eles financiaram e apoiaram os iluministas, eles conspiraram de todas as formas para enfraquecer os Reis absolutistas. Esse Felipe O Belo foi assassinado, o Papa também, a igreja católica dominada 100%.
Aliás, a conspiração foi tão bem feita que eles conseguiriam até mesmo demolir o vaticano, mas pensaram, "as pessoas comuns precisam ter algo para acreditar, e não podem todos ser admitidos dentro da maçonaria". Então resolveram manter a igreja, porém a controlariam completamente. Foi por isso mesmo que o Papa João Paulo I foi envenenado 33 dias depois da sua posse, por que ele sabia disso, e tolamente achou que poderia "expurgar" os maçons da igreja. Leso engano, eles querem manter o domínio sobre ela até hoje, mais do que nunca.

Rito
DHIN
Hummm
Bruno Guerreiro de Moraes
A maçonaria era então uma organização que conspirava contra os governos tirânicos e a igreja. Eles por 1 século lutaram contra e finalmente os derrotaram, aí tomaram seus postos e criaram o mundo moderno através principalmente dos EUA.
Atualmente não é mais uma organização secreta, mas sim discreta, que visa manter as conquistas.
É instruído aos maçons agirem juntos para nunca mais deixar o governo das nações caírem em mãos ignorantes, despreparadas, nunca podem deixar os ignorantes governarem novamente.
Todas as desgraças que aconteceram na idade média eram por que idiotas estavam governando.
DHIN
Entendi.
Bruno Guerreiro de Moraes
Hoje em dia a maçonaria age poderosamente para conter os evangélicos e outros religiosos, para não permitir que esses venham a tomar o poder.
DHIN
Mas eles não tem nada de perversos? Nada de desumanos nas suas intenções? Havia entendido que eles eram braços do império aqui na Terra... Aff
Bruno Guerreiro de Moraes
A maçonaria na verdade é uma organização muito boa, muito íntegra com princípios elevados, os EUA foram criados se baseando no ideal maçônico, mas....
Ali dentro existe um círculo de poder, uma sociedade realmente secreta que se esconde no coração da fraternidade. São os illuminati.
As intenções dos Illuminati são completo e total domínio de toda a humanidade, para o privilégio de alguns poucos. Eles são os bruxos, os magos de verdade, e acham que a Terra deve ser governada com mãos de ferro por eles, pois são como verdadeiros Deuses encarnados, assim se acham.

DHIN
Se acham... O que eles têm de Deuses de verdade?

Bruno Guerreiro de Moraes
Consideram o ser humano maligno e mal na sua essência e por isso pregam o total controle das massas.
Eles são homens e mulheres muito bem instruídos, sábios e têm contato com os seres espirituais, e é ai que são enganados...

DHIN
¬¬

Mas porque eles acham isso?
Aaaahhh...

Bruno Guerreiro de Moraes
Eles tem "mestres ocultos" as almas guias, e essas almas guias os instruem assim.
As almas guias, claro... são os escravistas.

DHIN
Por que são enganados por elas?

Bruno Guerreiro de Moraes
Por que são enganados? Por que os escravizadores querem usá-los para manter a alienação.

DHIN
Rsrsrs...tá certo.
Posso publicar essa conversa toda? Achei muito construtiva.

Bruno Guerreiro de Moraes
Pode sim, publique.
Se eu fosse fazer uma página sobre esse assunto iria argumentar mais, e mostrar mais evidências, mas o seu estilo de páginas é mais despreocupada, e as pessoas gostam muito.

DHIN
O meu estilo é simples pra que pessoas simples cheguem e entendam o básico, assim como eu tenho uma noção geral e básica do nosso cenário.
É uma forma de levarem as pessoas até a tua iniciação, fazê-las refletirem sobre a própria existência, etc. além da publicidade dos nossos trabalhos.
Mas claro que na medida em que eu tiver mais propriedade dos assuntos quero criar conteúdos mais pesados como os teus, quando eu tiver know-how pra isso.

Bruno Guerreiro de Moraes
Eu apontaria livros sobre maçonaria, indicaria documentários, links para outros sites, fotos, etc.. Dá muito trabalho, o assunto é complexo. Não gosto de fazer páginas básicas.
É o meu estilo.
Então até logo.

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