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terça-feira, 31 de maio de 2016

NORMOSE: A DOENÇA DE SER NORMAL

maio 31, 2016
A humanidade pode estar sendo acometida por uma epidemia global: a normose, uma obsessão doentia por ser normal



Já foi normal duas pessoas se digladiarem até a morte para entreter a multidão. Também já foi normal queimar mulheres na fogueira por bruxaria e fazer pessoas trabalharem sem remuneração com direito a castigos físicos só pela cor da pele. Era normal também humanos se alimentarem de sua própria espécie e casarem sem amor. Já foi normal passar 40 horas da semana fazendo algo que se detesta, mentir para ganhar dinheiro e devastar florestas inteiras em busca de um suposto desenvolvimento. Peraí, este último ainda é normal. Afinal, será que ser normal - e achar normais coisas que não deveriam ser - pode ser uma doença?

Segundo alguns psicólogos, sim. A doença de ser normal chama-se, segundo eles, normose: um conjunto de hábitos considerados normais pelo consenso social que, na realidade, são patogênicos em graus distintos e nos levam à infelicidade, à doença e à perda de sentido na vida.
O conceito foi cunhado quase que simultaneamente pelo psicólogo e antropólogo brasileiro Roberto Crema e pelo filósofo, psicólogo e teólogo francês Jean-Ives Leloup, na década de 1980. Eles vinham trabalhando o tema separadamente até que um terceiro psicólogo, o francês Pierre Weil, se deu conta da coincidência. Perplexo, Weil conectou os dois, e os três juntos organizaram um simpósio sobre o tema em Brasília, uma década atrás. Do encontro, nasceu uma parceria e o livro Normose: A patologia da normalidade.

No fim dos anos 70, Crema estava encucado com o fato de muitos autores apontarem uma "patologia da pequenez": o medo de se deixar ser em sua totalidade. Ele deparou-se com muitos pensadores, entre eles o alemão Erich Fromm (1900-1980), que falava do medo da liberdade, e o suíço Carl Jung (1875-1961), que afirmava que só os medíocres aspiram à normalidade. Crema misturou ao caldo a célebre declaração do escritor britânico G.K. Chesterton (1874-1936), que disse que "louco é quem perdeu tudo, exceto a razão", e acrescentou os anos de observação e prática em sua clínica pedagógica.
Charlie da série Dois Homens e Meio é um personagem que
expressaria muito bem a conduta normótica de um homem ocidental ideal:
Vive sob efeito de droga, rico, pouco pensante e entregue à vadiagem e impulsos.
O personagem fez muito sucesso. 

Assim nasceu o conceito de normose, que, segundo ele, "ocorre quando o contexto social que nos envolve caracteriza-se por um desequilíbrio crônico e predominante". A normose torna-se epidêmica em períodos históricos de grandes transições culturais - quando o que era normal subitamente passa a parecer absurdo, ou até desumano. Foi o que aconteceu no final do período romano, em relação à perseguição de cristãos, ou no início da Idade Moderna, com o fim da legitimidade da Santa Inquisição, ou no século 19, com a perda de sustentação moral da escravidão. E, segundo Crema, Leloup e Weil, é o que está acontecendo de novo, com a crise dos nossos sistemas de produção, trabalho e valores.

"O novo modelo é ainda embrionário, e os visionários dessa possibilidade de sociedade não-normótica ainda são minoria", diz Crema. Enquanto a maioria de nós se adapta a um ambiente social doente, quem resiste à normose acaba considerado desajustado, por não obedecer ao estado "normal" das coisas.

Como aquele cara que, mesmo ganhando o suficiente para fornecer educação, moradia e alimentação para si e seus filhos, é considerado vagabundo e louco por, em plena quarta-feira ensolarada, liberar as crianças da aula e levá-las à praia. Mas como? Em dia de semana? As crianças vão faltar aula? Pois é. De repente, ele acha que um dia na natureza vai fazer mais bem a seus filhos do que horas sentados em sala de aula. Será que ele não é saudável, e doentes estão os outros?

Desnormotização

Para a filósofa Dulce Magalhães, que escreve sobre mudanças de paradigmas, o normótico acredita que geração de renda e falta de tempo para si ou para a família são indissociáveis. "As pessoas consideram que trabalhar muitas horas, colocar em risco sua saúde e suas relações é normal", diz ela. "Mas isso tem um custo pessoal e social alto demais, que acabam levando a problemas de saúde pública e violência, por exemplo."

Dulce acha que a cura para a normose está em mudarmos de modo mental, abandonando o modelo da escassez, que hoje rege o mundo, e abraçando o da abundância. Ela explica: "Desde a infância, aprendemos que o que vem fácil vai fácil e que, se a vida não for difícil, não é digna. Precisamos mudar isso e entender que esforço não é tarefa." Quantos de nós chegamos em casa reclamando para mostrarmos (a nós mesmos e aos outros) que trabalhamos muito e tivemos um dia duro, como se isso trouxesse algum tipo de mérito?

Segundo Crema, cada um de nós tem talentos diversos, mas "o normótico padece de falta de empenho em fazer florescer seus dons e enterra seus talentos com medo da própria grandeza, fugindo da sua missão individual e intransferível". "Quando temos necessidade de, a todo custo, ser como os outros, não escutamos nossa própria vocação", acredita.

O carioca Eduardo Marinho, hoje com 50 anos, percebeu cedo que não queria ser como os outros. Filho de militar, abriu mão de sua condição financeira e de sua faculdade ao se dar conta, aos 18 anos, que não queria olhar para sua vida quando velho e pensar que não tinha feito nada relevante. "Não queria ser bem-sucedido e me sentir fracassado". Eduardo saiu pelo País pedindo abrigo e comida em troca de favores e buscando algo que o preenchesse. Depois de passar por poucas e não tão boas pelo Brasil, deu voz a sua vocação. Hoje é artista plástico.

Ele acredita que a desnormotização se inicia dentro de cada um: "Que tal olhar para dentro de si mesmo? É aí que começa a revolução", sugere. Claro que, para isso, não é mandatório dormir nas ruas. Fazer o trajeto que Eduardo escolheu para si pode ser perigoso e não há nenhuma garantia de sucesso.

Bug cerebral

A cura da normose é trabalho individual, mas alguns esforços sociais podem ajudar. Para começar, seria um adianto se tivéssemos um novo modelo educacional. A escola poderia ser o lugar onde as crianças descobrem suas verdadeiras vocações - em vez de tentar padronizar os alunos e convencê-los a serem normais.

Mundo afora, estão surgindo escolas com uma nova lógica, como a Escola da Ponte, em Portugal. A instituição não segue um sistema baseado em séries, e os professores não são responsáveis por uma disciplina ou por turmas específicas. As crianças e os adolescentes que lá estudam definem quais são suas áreas de interesse e desenvolvem seus próprios projetos de pesquisa, tanto em grupo como individuais.

Algo similar parece estar acontecendo no mundo empresarial, onde mais e mais empreendimentos estão dando voz à liberdade individual. O caso clássico, sempre citado, é o do Google, cuja sede, em Mountain View, na Califórnia, conta com salas de jogos, videogames, espaços ao ar livre e tempo reservado para que cada funcionário desenvolva seus próprios projetos para a empresa, com total autonomia.

Claro que não há vagas para todos nós no Google nem para todos os nossos filhos na Escola da Ponte. A cura da normose não vai ser resultado de uma ou outra iniciativa isolada - ela só vai ser possível quando houver no mundo gente suficiente disposta a questionar tudo o que achamos normal.

E talvez isso demore anos para acontecer. A explicação para isso pode estar num bug que todos carregamos no cérebro, que tem uma tendência de recusar sempre novos jeitos de olhar o mundo. É o que explica o psicólogo israelense Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 2002, em seu livro Rápido e Devagar: Duas formas de pensar. Segundo ele, nosso cérebro confunde o que é familiar com o que é correto: ao ver ou sentir algo que desperta alguma memória, o cérebro define aquele "familiar" como "correto", da mesma maneira que o novo é decodificado como passível de desconfiança.

Esse sistema foi muito útil para nossos antepassados homens das cavernas, que não podiam mesmo sair comendo qualquer frutinha nova que aparecesse à sua frente. Mas, nos dias de hoje, que exigem novas ideias para lidar com um mundo em mudança constante, esse mecanismo cerebral virou um entrave à inovação. Segundo essa tese, a normose não é uma doença: é uma característica humana, moldada pela evolução. Ou seja, talvez ser normótico seja normal.

Para saber mais
Normose: A patologia da normalidade
Jean-Yves Leloup, Pierre Weil e Roberto Crema, Verus, 2003
Rápido e Devagar: Duas formas de pensar
Daniel Kahneman, Objetiva, 2012

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Consciência Superior - Iniciados do Salto previram Impeachment e Guerra Civil Brasileira?

maio 18, 2016
Eu costumo definir a Supraconsciência (Consciência Superior) como um nível psíquico nosso, assim como são o inconsciente, pré-consciente e consciente. Esse nível é inerente a todos os seres do Universo, mas pela desventura da sabotagem que as almas sofrem ao ingressarem no sistema da Terra, tivemos a comunicação com ela perdida.

O Salto Quântico Genético (melhor explicado nos links porvir) é a iniciação paranormal que restabelece a comunicação voluntária e consciente com esse nível psíquico.

A "Supra" fala através de símbolos dentro da nossa mente, sensações durante a meditação especial do Salto e sonhos.

E para fins de alerta daqueles que tiverem acesso a este artigo e também como forma de provar/evidenciar que a nossa paranormalidade é verdadeira, que a consciência superior existe, republico este artigo do ministrante da Iniciação referida, Bruno Guerreiro de Moraes, com adendos meus sobre os acontecimentos que foram se desenrolando após as previsões.

Antes do artigo, quero compartilhar o sonho que eu tive na mesma época. Eu comentei com o próprio Bruno sobre minha previsão, mas não relatei em detalhes e não documentei o sonho, infelizmente, para relatar ele da forma mais completa aqui.
Essa printscreen pode mostrar a vocês que comentei com o Bruno sobre as previsões me referindo a uma outra conversa que tivemos sobre elas, mas que não encontrei para compartilhar, infelizmente.

Agosto de 2015 (data aproximada):

No meu sonho eu caminhava por um bairro pobre aqui da minha cidade. Haviam muitas pessoas caminhando rápido e correndo por ali. Todas elas tinham aspecto muito pobre nas roupas. Algumas, crianças, jogavam futebol em uma grama barrenta perto de córregos de esgotos. O céu era nublado.
Eu andava e me sentia relativamente bem apesar daquele sentimento de pobreza me incomodar. Me incomodava também ver as pessoas desesperadas e outras brincando mesmo naquela situação difícil.

Eu caminhava indo para a casa dos meus familiares que ficava dentro desse bairro. O caminho aparentava muita lama, tudo era barrento. As pessoas caminhavam pisando em lama mesmo estando na calçada e suas pernas sujavam. Esse bairro é cheio de prédios, afinal é um conjunto habitacional. Em algum momento algo vem do céu e atinge um prédio que fica parcialmente destruído. Na mesma hora eu lembro dentro do sonho do 11 de setembro de 2001 e penso que aquilo é um atentado. 

O bairro fica perto de um aeroporto. Um avião passa em chamas e cai ao longe, perto da casa dos meus pais. Muito preocupado eu fico e sinto a supraconsciência falando no meio da minha testa que eles estão bem: "Eles estão bem, eles estão bem". Mesmo assim continuo muito preocupado e me apresso para chegar na casa deles. 

Do céu algo cai e atinge mais prédios. Acho que um deles cai. Vejo casas danificadas e prédios com fumaça. Eu tento caminhar rápido para chegar na casa da minha família, mas sou muito impedido por pessoas no meio do caminho desesperadas, visivelmente irracionais por causa da situação de caos.

Não lembro de muitas coisas do sonho. Sei que no final cheguei na casa dos meus familiares e os tirei de lá. Terminei o sonho com uma sensação de que eu eles ficamos bem apesar de cercados pelo caos.

Interpretação do sonho:

- A lama representa sujeira da sociedade, muita coisa ruim vindo à tona, provavelmente relacionado à fragilidade da democracia brasileira que se tornou evidente com o golpe de estado dado pela direita.

- As pessoas muito pobres eram a simbologia de que a sociedade brasileira vai empobrecer devido à instabilidade política que deixará sequela na nossa economia.

- As pessoas que brincavam mostram que muitos dentro da sociedade, mesmo pisando na lama, mesmo cercadas de caos, seguem alienadas e pensando que vivem em um paraíso. São emocionalmente crianças que não tem condições racionais de confrontar a realidade com a dureza que ela tem.

- As bombas caindo do céu são aquilo que parecia no sonho literalmente: atentado!
Recentemente circulou a notícia de que o Estado Islâmico estaria articulando ataque ao Brasil o que pode confirmar minha previsão.

Confira na imagem o endereço eletrônico e a data da notícia


Confira na imagem o endereço eletrônico e a data da notícia.


- O avião acidentado - Aviões nos meus sonhos sempre representam "voos financeiros", "dinheiro inesperado", "oportunidades de trabalho" e negócios. O avião era grande e nesse caso representava que a sociedade brasileira ia perder oportunidades de negócios, acordos econômicos e isso vai deixar a população mais no "chão" sem poder "voar", fazer novos investimentos ou gastos supérfluos (como viagens caras, comprar de bens caros).

- Pessoas impedindo minha passagem - Significava que apesar de eu estar preocupado, mas bem, as pessoas ao redor em estado de caos atrapalham o meu caminho, atrapalham o andar umas das outras, pois irracionais não conseguem manter a ordem. É o que o Brasil está vivendo agora com tantos protestos contra o governo ilegítimo do Michel Temer e todos os retrocessos que ele vem causando.

- As pernas das pessoas sendo tomada por lama tem a ver com o impedimento delas de poderem caminhar com tranquilidade no mundo já que a crise econômica está atingindo a todos, mas principalmente as mais pobres e a classe média brasileira.

- Não lembro de nada que remetesse a uma guerra civil propriamente dita, mas o quadro geral do meu sonho é de um caos na sociedade por todos os motivos mencionados. Então já sabemos o que esperar.



Pela data da publicação no facebook você pode ver o quanto antecipada foi a previsão.

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Artigo de Bruno Guerreiro de Moraes:

Estaríamos prestes a nos afundar numa guerra civil aqui no Brasil? Uma guerra e crise provocada por radicais de direita se aproveitando da crise econômica? Os corruptos milionários planejando uma guerra para tirar o PT do governo para assim pararem as investigações contra a corrupção? Eu sou o ministrador da iniciação o “Salto Quântico Genético”, para saber sobre o assunto [Clique Aqui], e quem passa pela iniciação acaba adquirindo capacidades de clarividência, e um dos Dons mais comuns que são ativados é a premonição do futuro por meio da “Consulta ao Plexo” e por sonhos. A consulta ao plexo eu explico para quem vem ao Seminário iniciático, mas a premonição pelo sonho eu posso explicar aqui, afinal é muito simples, a pessoa tem um sonho que é simbólico, e cada simbologia significa uma coisa, o significado de cada aspecto do sonho depende da pessoa e suas vivencias, por isso varia um pouco. Geralmente quem sonha com alagamento quer dizer crise financeira, e quem sonha com alagamento em grande escala, quer dizer crise financeira na sociedade toda. (Continua Abaixo).

[Obs. Quem tiver Sonhos com Premonição Semelhante, poste o seu relato em comentários aqui da pagina, a reunião de todas as premonições dará maior credibilidade a esse alerta. A intenção é que a pagina chame a atenção de pessoas influentes que possam fazer algo para impedir a Desgraça].

[Ps. Até onde entendi parece que há pessoas conspirando para provocar uma imensa crise, ao tentarem tirar o PT do governo à força vão destruir o País. Vão dar a desculpa se aproveitando da atual crise, mas ao tentarem o golpe vão mergulhar o País numa crise muito pior, talvez numa guerra civil, uma crise sem fim, uma total desgraça para todo o povo, a miséria vai imperar por longo tempo, até por décadas... Essa Desgraça não pode acontecer, quem estiver sabendo de alguma trama para matar a presidente, ou dar Golpe militar, denuncie enquanto há tempo, denuncie para a policia, escancare no internet, venha aqui no facebook, na pagina, em qualquer lugar e denuncie, não vamos deixar esse premonição acontecer, quem está tramando é pessoas da Elite, corruptos que não querem ir presos].

Inconformados com a derrota nas eleições 2014 a Elite pode estar planejando um golpe politico que vai resultar numa guerra civil que gerará uma crise quase interminável no País afundando o Brasil na miséria e decadência por décadas...

Eu o ministrador da iniciação tenho sonhos com premonição há muito tempo, desde que fui iniciado no “Salto”, os sonhos premonitórios geralmente diz respeito às pessoas mais próximas, e a sociedade num geral. No caso no dia 19 do 09 de 2015 eu tive um sonho que relatei abaixo pelo WhatsApp e outro iniciado no “Salto” relatou um sonho dele que diz a mesma coisa, mas com simbologias diferentes. 

Vou postar aqui o relato e interpretação dos dois sonhos para no mínimo ficar registrado. As premonições são recados que recebemos da nossa consciência maior, o “Eu Maior”, ou Deus, como muitos preferem dizer, mas não é que eles vão acontecer com toda a certeza, o Deus Interior dá esses recados que é para fazermos algo para impedir a coisa negativa. É como alguém que avisa que logo a sua frente tem um buraco, se for avisado você tem tempo de parar e não cair, ou pode escolher não acreditar no aviso, e seguir em frente, até comprovar da pior forma...

Divulgando aqui no site essas premonições eu tenho a esperança que chegue esse assunto aos ouvidos de pessoas com poder real, quem sabe os próprios conspiradores, para que então desistam da ideia de golpe, ou que chegue aos ouvidos da Dilma e governo num geral para que se previnam contra isso.
Ao que tudo indica pessoas insensatas estão conspirando para aproveitar a crise financeira atual que é internacional para começar uma guerra civil e tirar o governo do PT a força do governo, isso não vai terminar bem, e o país vai cair num profunda e longa guerra civil onde muitos morrerão e a prosperidade vai demorar a voltar ao país, assim como acontece nos países Árabes e Africanos.
Pessoas insanas, inconsequentes podem estar planejando a morte da Presidente Dilma, a Elite inconformada quer mergulhar o país numa guerra civil para as investigações contra a corrupção parar

Por WhatsApp Premonições do Futuro:      

[14/9/2015, 05:54] Alexandre: Não sei se foi aviso, ou só um sonho. Mas eu tava meditando ontem e adormeci, sonhei com o Shopping Bourbon aqui de SP pegando fogo [Clique Aqui]. 

[14/9/2015, 11:01] Willian: Eita. Será que foi algo simbólico?

[14/9/2015, 11:14] Alexandre: Não faço ideia... No sonho eu entrei no shopping, e tinha pessoas cortando colunas e colocando explosivos, para derrubar o shopping durante o incêndio, talvez estejam planejando mais um 11 de Setembro...

[26/9/2015, 18:57] +55 11 98891-8597 – Bruno Guerreiro de Moraes: é simbólico Alexandre, pode na verdade se tratar de um plano idiota para matar a Dilma, ou começar uma Guerra Civil, eu sonhei com coisas negativas também, eu estava num prédio em SP, de repente as pessoas começaram a olhar para fora, eu fui olhar também e a cidade toda estava alagada de água suja, os rios tinham transbordado, eu pensava dentro do sonho quanto ao meu carro que estava estacionado em algum estacionamento próximo. Eu pensava sobre o perigo dele estar sendo levado pelas águas, e seria um grande prejuízo, mas ai do nada um grande tsunami toma conta de tudo, uma grande, enorme quantidade de água vem e toma conta de tudo. 

A água como se fosse um tsunami entra no edifício violentamente, as pessoas correm, a luz falha, fica tudo escuro, ouço vidros se quebrando, as pessoas gritando de pavor, um barulho de água violenta, dentro do sonho eu também fico com medo, eu corro e tento chegar na parte de cima, em subir no edifício, mas a água é muito forte, numa quantidade só comparável com o tsunami do Japão de 2011, assim a quantidade de água enorme que entra  toma conta de tudo, e empurra as pessoas para cima, a ponto de eu conseguir tocar o teto muito alto do Hall de entrada do edifício que devia ter mais ou menos uns 25 metros. 

Nisso, desesperado, eu procuro uma forma de sair, e encontro uma claraboia, eu forço a claraboia e saio para o teto, olho para trás e a água chega até o topo, uns 25 metros, ai me levanto, vou até a beirada do edifício [se tratava de um patamar mais baixo, mas os andares do edifício prosseguia acima]. Eu olho o cenário de destruição, bem similar ao cenário das cenas do tsunami do Japão,  prédios desabando, fumaça, carros flutuando, enfim, um cenário bem parecido com o tsunami do Japão, nisso o sonho muda, eu sou um loiro de olhos azuis (??) e estou chegando num país estrangeiro, sou um refugiado, e o meu país (Brasil) foi destruído... eu estou sendo recebido ali como um refugiado e estou recebendo ajuda desse país, que parece ser um pais da Europa com cultura da região da Holanda, Dinamarca, etc... eu lamento a situação, perdi tudo e as pessoas do meu país morreram, sobraram poucas, e esses poucos estão sendo recebidos em outros nações por piedade, eu converso com as pessoas dessa outra nação, e eles/elas demostram dó, tentam me consolar, e é isso... ai me levam para o local que eu tenho que ficar até ter mais condições, o lugar é simples e pobre, eu continuo lamentando por ter perdido tudo, e o sonho termina com eu falando com as pessoas do local, fazendo amizade com essas pessoas desconhecidas.

Interpretação:

Tudo no sonho é simbólico, a água suja que inunda a cidade toda é Crise financeira, como no clip da Rianna: Artigo Sobre o Assunto [Clique Aqui] Vídeo, Veja Aqui um tsunami tomando conta de tudo, as coisas sendo destruídas e as pessoas morrendo,  num grande caos, inclusive com prédios caindo seria forte crise, não só financeira, mas num geral. Eu posso supor que talvez esse assunto de quererem derrubar a presidente da republica de qualquer  maneira, talvez fazendo ataques terroristas, ou por o exercito nas ruas, isso vai gerar uma guerra civil, que vai destruir todo o país, a economia vai ser arruinada, e a miséria vai ser profunda, a ponto das pessoas morrerem de fome.

Willian: Nossa Bruno é realmente preocupante. Vcs sabem eu acompanho estes movimentos de perto desde adolescente. Eu nunca vi uma ofensiva tão poderosa como esta que estamos vivendo.

Bruno Guerreiro de Moraes: Uma guerra civil motivada por crise financeira e politica, com intenção de tirar a força uma presidente eleita democraticamente vai ser uma guerra longa e difícil, e até o país se recuperar demora... vai levar décadas, vai ser uma desgraça completa. Esse sonho do Alexandre confirma, são pessoas planejando destruir as estruturas da prosperidade, representado pelo Shopping,  não é que isso vai acontecer, com certeza absoluta, na verdade a premonição serve para a gente evitar a coisa negativa. Mas uma coisa que envolve assuntos nacionais, pessoas como nós não temos muito o que fazer, o futuro tá na mão dos que estão no poder, Dilma, Lula, lideres dos principais partidos sim estão na posição de impedir a tragédia.

O Shopping estava pegando fogo, e tinha pessoas colocando explosivos para derrubar o shopping durante o incêndio. O incêndio inicial é a simbologia da crise econômica, para o Alexandre crise econômica é o fogo, que queima e destrói a riqueza... Mas ai, talvez motivados pela crise, pessoas loucas estão colocando bombas para derrubar o prédio de vez. Isso bate perfeitamente com a situação atual. É a mesma mensagem que recebi, só que com simbologias diferente  mas querendo dizer a mesma coisa. Se matarem a Dilma, num acidente de Avião por exemplo, como é que fica? Caos total...⁠⁠⁠⁠

[Nota: Espero claro que isso não venha a acontecer, quem ler essa pagina e puder informar os políticos, o PT, a Dilma, etc... faça, assim talvez poderemos impedir a tragédia de acontecer. Nem que o jeito seja a presidenta abdicar do seu cargo, mesmo sem ter feito nada que justifique esse ato...]


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~Din

Aqui abaixo, para finalizar, dois videos que sintetizam muito bem o cenário todo político do Brasil atualmente e como essa crise se instalou, os motivos e os agentes desse golpe anti-democrático.




quinta-feira, 12 de maio de 2016

Dez Métodos Modernos de Controle da Mente

maio 12, 2016
Por Nicolas West


Quanto mais pesquisamos sobre Controle da Mente, mais nos aproximamos da conclusão de que realmente existe um roteiro pré-estabelecido há um longo tempo a fim de tornar a raça humana em simples autômatos não-pensantes. Ao longo de todo o tempo em que o homem tem buscado poder sobre as massas, o controle da mente foi orquestrado por aqueles que estudam o comportamento humano, em ordem de dobrar grandes populações à vontade de um pequeno grupo de "elite".

Hoje, entramos em uma fase perigosa, onde o controle da mente assumiu uma dimensão física, científica que ameaça tornar-se um estado permanente se não tomarmos conhecimento das ferramentas à disposição do desdobramento da ditadura tecnocrática em escala mundial.

O controle da mente moderno é, ao mesmo tempo, tecnológico e psicológico. Testes realizados mostram que através de uma simples exposição aos métodos de controle da mente, os efeitos podem ser reduzidos ou eliminados, ao menos em relação ao controle da mente presente em publicidades e propagandas. Mais difíceis de conter são as alterações psicológicas, as quais o complexo militar-industrial continua a desenvolver e a melhorar.

1. Educação

Essa é a forma mais óbvia de controle da mente e, mesmo assim, continua a ser a mais insidiosa. Essa tem sido desde sempre a aspiração e fantasia de todo ditador para “educar” naturalmente crianças impressionáveis, assim tendo sido um componente central de tiranias comunistas e fascistas ao longo da história. Ninguém tem contribuído mais para a exposição da agenda da educação moderna que Charlotte Iserbyt – para aqueles que quiserem iniciar a pesquisa nessa área, pode-se fazer o download do PDF grátis de seu livro The Deliberate Dumbing Down of America (O emburrecimento deliberado da América, em tradução livre), o qual expõe o papel das fundações globalistas na formação de produzir drones servis dominados próximos a uma classe de elite plenamente educada e consciente.

2. Publicidade e Propaganda

Edward Bernays tem sido citado como o inventor da cultura consumista que foi projetada principalmente para atingir a autoimagem das pessoas (ou a falta dela) a fim de transformar um desejo em uma necessidade, tendo sido inicialmente desenvolvida para produtos como cigarro, por exemplo. De toda forma, Bernays também escreveu em seu livro de 1928, Propaganda, que “propaganda é o braço executivo do governo invisível”. Isso pode ser visto mais claramente no estado de polícia moderno, e na crescente cultura do delator, embrulhado na pseudo-patriótica guerra ao Terror. A crescente consolidação da mídia tem ativado toda a estrutura corporativa para se fundir com o governo, que agora utiliza o conceito de colocação de propaganda. A mídia, a imprensa, os filmes e a televisão, tanto canais fechados quanto os abertos ao público, agora trabalham para integrar uma mensagem universal que parece ser a mais verdadeira, pois é disseminada por tantas fontes diferentes simultaneamente. Quando uma sintoniza a principal “mensagem”, a outra propaga esta por todo canto. E isso sem mencionar as mensagens subliminares.

3.Programação profética

Muitos ainda negam que a programação profética seja real. Eu convidaria qualquer um a examinar a extensa documentação coletada por Alan Watt e chegar a qualquer outra conclusão além da que as formas de controle da mente são amplas. A programação profética tem suas origens na predominantemente elitista Hollywood, onde a grande tela pode oferecer uma larga visão de onde a sociedade é dirigida. Basta olhar para os livros e filmes que você achava que eram exagerados ou muito repletos de “ficção científica” e olhar ao redor, para a sociedade em que vivemos atualmente. Para uma detalhada demistificação ou exemplos específicos, Vigilant Citizen é uma ótima fonte que provavelmente fará você olhar para o “entretenimento” com uma nova perspectiva.

4. Esportes, Política e Religião

Alguns talvez se ofendam ao se deparar com religião, ou mesmo política e mesmo esportes como formas de controle da mente. O tema central é o mesmo ao longo: dividir para conquistar. As técnicas são muito simples: curto-circuito a tendência natural das pessoas a cooperar para a sua sobrevivência, e ensiná-los a formar equipes querem dominar e ganhar. Os esportes sempre tiveram um papel como distração chave que desencadeia tendências tribais em um evento não-importante, que na América moderna atingiu proporções ridículas onde os protestos vai sair mais de uma celebridade esporte deixando sua cidade, mas questões humanas essenciais, como liberdade, são afastados como inconsequente. O discurso político é estritamente de um paradigma de esquerda-direita da oposição facilmente controlado, enquanto a religião é o pano de fundo de quase todas as guerras ao longo da história.

5. Alimentação, Água e Ar

Aditivos, toxinas e outros venenos de alimentos literalmente alterar a química do cérebro para criar docilidade e apatia. Flúor na água potável tem sido provado QI mais baixo; Aspartame e MSG são excitotoxinas que excitam células do cérebro até que morram; e fácil acesso ao fast food que contém esses venenos em geral criou uma população que carece de foco e motivação para qualquer tipo de estilo de vida ativo. A maioria do mundo moderno está perfeitamente preparado para a receptividade passiva - e aceitação - da elite ditatorial. E se você optar por assistir diligentemente sua dieta, eles estão totalmente preparados para pulverizar a população a partir do acima.

6. Drogas

Isso pode ser qualquer substância viciante, mas a missão de controladores mente é ter a certeza que você está viciado em alguma coisa. Um grande braço da agenda de controle da mente moderna é a psiquiatria, que visa definir todas as pessoas por seus distúrbios, ao contrário de seu potencial humano. Este foi prenunciada em livros como Brave New World. Hoje, ele foi levado para até mesmo mais extremos como uma tirania médica tem tomado conta onde quase todo mundo tem algum tipo de transtorno - particularmente aqueles que questionam autoridade. O uso de drogas nervosas nas forças armadas levou a gravar o número de suicídios. Pior de tudo, o estado da droga moderna tem agora mais de 25% das crianças norte-americanas sobre a medicação entorpecente.

OBEDEÇA: Nunca confie nos seus próprios olhos, acredite no que te contam

7. Testes Militares

Os militares tem uma longa história como o campo de testes para controle da mente. A mente militar é talvez a mais maleável, como aqueles que buscam a vida nas forças armadas em geral ressoam com as estruturas de hierarquia, controle, e a necessidade de obediência inquestionável para uma missão. Em relação ao aumento do número de pessoal militar questionar a sua doutrinação, uma história recente destacou os planos da DARPA capacetes de controle da mente fortranscranial que irá mantê-los focados.

8. Espectro Eletromagnético

Uma sopa eletromagnética a todos envolve, cobrado por dispositivos modernos de conveniência que foram mostrados para ter um impacto directo sobre o funcionamento do cérebro.
Em uma admissão tácita do que é possível com este método de controle da mente, um pesquisador tem vindo a trabalhar com um "capacete de Deus" para induzir visões, alterando o campo eletromagnético do cérebro.
A nossa sopa moderna nos tem passivamente banhados por ondas potencialmente alterando-mente, enquanto uma vasta gama de possibilidades, tais como torres de telefonia celular já está disponível para o controlador que pretende ser a mente de uma intervenção mais direta.

9. Televisão, computador, e "taxa de flicker"

É ruim o suficiente que o que é "programado" na sua TV (acessado através de "controle" remoto) é projetada; tudo é facilitada por literalmente sossego sono, tornando-se uma arma psico-social. testes de taxa de Flicker mostram que as ondas cerebrais alfa são alteradas, produzindo um tipo de hipnose - ". piscando mais rápido do que os olhos podem ver", que não pressagiam bem para a mais recente revelação de que as luzes podem transmitir dados codificados Internet por taxa de cintilação do computador é menos, mas através de jogos de vídeo, redes sociais, e uma estrutura básica que sobrecarrega o cérebro com informações, o ritmo acelerado da comunicação moderna induz um estado TDAH. Um estudo dos jogos de vídeo revelou que Extended Play pode resultar em menor fluxo sanguíneo para o cérebro, minando o controle emocional. Além disso, jogos de RPG de cenários de guerra e estaduais polícia realistas servem para dessensibilizar uma conexão com a realidade. Um olhar para o WikiLeaks videoCollateral Murder deve ser familiar para quem já viu um jogo como Call of Duty.

10. Nanobots


De horror ficção científica, diretamente para o cérebro moderno; os nanobots estão a caminho. Sendo que uma modificação direta do cérebro já foi empacotado como "neuroengenharia." Um artigo da Wired partir início de 2009 destacou que a manipulação direta do cérebro através de fibra óptica é um pouco confuso, mas uma vez instalado "que poderia fazer alguém feliz com o pressionar de um botão." Nanobots tomar o processo para um nível automatizado, religação da molécula cérebro por molécula. Pior, esses mini droids podem auto-replicar, forçando um para saber como esse gênio jamais obter de volta na garrafa, uma vez desencadeada. A data de chegada? Início dos 2020s.


sábado, 7 de maio de 2016

100 Cidades Africanas Destruídas Pelos Europeus - Parte 4 - Final

maio 07, 2016

Porque existem poucos edifícios históricos e monumentos na África subsaariana?

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Até hoje, a maioria dos europeus ainda considera que os africanos são selvagens, inferiores, grotescos, e pouco inteligentes. E quanto mais um africano mostra as características que encaixam no estigma, maior a possibilidade de gostarem dele ou dela.
Africanos estúpidos são os melhores companheiros dos europeus. Um africano esperto e assertivo é algo que a maioria dos europeus não está habituado e faz qualquer coisa para rejeitar ou excluir.
Por exemplo, em Paris, o povo Soninke do Mali joga com esse estigma. Dirigem-se à administração pública francesa e fazem-se de idiotas, falando mal o francês e mostrando sinais de pouca inteligência e idiotice. De repente, o funcionário público logo acorda em si um sentimento de missão humanitária, dispondo-se a ajudar aquele africano não civilizado a tratar de seus documentos e a entender até as coisas mais simples.
Dessa forma, os Soninke conseguem frequentemente o que querem dos funcionários públicos. Eles representam mais de 50% dos africanos subsaarianos que vivem na França. Um africano que vá a um departamento de administração pública francês, com uma postura inteligente e afluente passará um mau bocado, porque a reação instintiva dos funcionários será “Quer mostrar a sua inteligência, você vai ver!”.
Por essa razão você vê muitos africanos na Europa se rebaixarem voluntariamente para ser aceites. Com os brancos, agem docilmente e são submissos, aceitando e obedecendo às ordens, mas estranhamente zangam-se e tornam-se agressivos e pedantes com os irmãos negros.
Infelizmente, nada resta de nossos ancestrais. Quando os europeus invadiram a África usaram os quatro princípios básicos de uma força invasora:
  1. Primeiro, Matar os fortes e pilhar o lugar;
  2. Segundo, Criar os fracos;
  3. Terceiro, Matar, Deportar ou Exilar os mais inteligentes e hábeis;
  4. Quarto, Impor a regra colonial de ouro “Do meu jeito ou nada”.
Os reis e seus descendentes foram todos mortos. Além disso, três séculos de escravidão transatlântica exportou 12 milhões de homens e mulheres da África para a América, além dos milhões mortos nesse processo.
Imagine o que aconteceria a qualquer país ou civilização onde quase todos os escritores, contadores de histórias, engenheiros, artesãos, artistas e líderes fossem mortos ou exilados? E se, qualquer sinal de glória e engenho passados fossem destruídos ou queimados? Seus livros e conhecimentos roubados ou destruídos?
Quem transmitiria esse conhecimento acumulado secular aos cidadãos comuns?
É essa quebra de conhecimento e liderança dos últimos três séculos que levou o continente africano inteiro à idade das trevas, e deixou o povo sem orientação.
Os nossos corajosos guerreiros e os nossos construtores de civilização desapareceram. Nossos comerciantes globais, nossos construtores de pirâmides, reinos e impérios foram extintos.
Assim, nenhuma destas gerações foi criada para fazer impérios e guerras, defender território e proteger mulheres e crianças.
Não existem mais versões modernas de corajosos guerreiros africanos e construtores de civilizações.
Quando algumas pessoas perguntam porque eles são tão pobres, a resposta é, eles não são pobres, eles foram empobrecidos.
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“Sangrámos África durante quatro séculos e meio. Roubamos suas matérias primas, depois disseram-nos que eles [os africanos] não são bons para nada. Sua cultura foi destruída em nome da religião e agora, como temos de fazer as coisas com mais elegância, roubamos suas mentes com bolsas acadêmicas. Depois vemos que a África infeliz não tem uma boa condição, não gera elites. Ainda lhes damos lições depois de nos termos enriquecido nas suas costas.” Jacques Chirac, antigo presidente francês.
Hoje, se quiser ver a glória da África, vá à Europa, onde milhares e milhares de objetos roubados, artefatos de civilizações, estão em museus públicos e coleções privadas (Inglaterra, França, Alemanha, Bélgica, etc.). Se quiser ver a riqueza da África vá à Europa também onde ela está guardada em contas públicas e privadas. Cinco séculos de pilhagem e destruição deixaram um continente arrasado.
Partes da África na Europa e EUA
Como comenta PD Lawton “Do Egito ao Sudão, do Mali à Tanzânia, do Zimbábue a Moçambique, a África está cheia de testemunhos de seu passado. Em muitos casos a destruição completa das estruturas não aconteceu naturalmente, mas foi deliberada, principalmente pelo império britânico. Os museus ingleses e europeus estão cheios de objetos de pilhagem. Existem várias estruturas antigas que estão bem preservadas mas no caso de muitas cidades, palácios, templos e portos só restam registros escritos e desenhos de comerciantes e viajantes desde os tempos medievais aos últimos dias de destruição no final do século 19. Em termos de beleza, e até por vezes na arquitetura à escala das pirâmides do Egito, fraca em comparação a outras estruturas históricas da África. A diversidade arquitetônica do continente é impressionante. O uso tradicional daquilo que é chamado de escalada fragmentada em construção, demonstra uma tradição religiosa praticada em todo o continente. Escalada fragmentada é a ideia arquitetônica de Mandelbrot, onde as menores partes de uma dada estrutura se assemelham às maiores. Esta tradição cultural/religiosa foi/é praticada em todos os aspectos do cotidiano, desde a tecelagem, aos trituradores de cereais, à construção de casas e palácios, além de ser uma incorporação da própria história no dia a dia, que tenta explicar o universo e o nosso lugar nele.”[i]
Precisamos de investir tempo e recursos para reerguer nós mesmos as ruínas das nossas velhas cidades, para fortalecer a fé em uma nova geração, e na nossa capacidade de recuperação.
Já é tempo de reavivarmos na mente de uma nova geração de africanos, a verdadeira natureza dos seus ancestrais, a glória passada de seus impérios, o orgulho em seus guerreiros, conquistadores e construtores de civilizações, e fazê-la entender que cinco “Séculos de Vergonha” sob ocupação europeia termina com uma nova geração de líderes e de construtores!
Cinco séculos atrás, quando os europeus chegaram na África encontraram um povo avançado, rico, e ficaram impressionados pela abundância de natureza e a civilidade dos povos. Os europeus sentiram inveja e amargura e souberam conquistar o povo dócil, acolhedor, sem armas nem exércitos mecanizados como os seus.
Os africanos eram como o que Cristovão Colombo disse dos Ameríndios “Eles são simples e generosos com o que têm, a tal ponto que nem se acredita se não se conhecer. Tudo o que têm, se pedirmos, eles nunca dizem não, mas antes convidam a pessoa a aceitar, e mostram tanto afeto que é como darem seus corações.”
Assim, mais tarde, Colombo escreveu o que faria com aqueles índios generosos “entraremos poderosos nas suas terras, e faremos guerra de todo o jeito que podemos, e iremos submetê-los à obediência da Igreja e dos Senhores; os tomaremos e a suas esposas, suas crianças e faremos deles escravos, vendendo e dispondo deles como os senhores desejarem; e tomaremos seus bens, usando como bem entendermos, como se faz a vassalos desobedientes que se recusam a aceitar seu senhor, e resistem e o contradizem; e clamamos que as mortes e perdas que resultem disso são sua culpa, e não dos senhores, ou nossas, ou dos cavaleiros que nos acompanham…”
O destino da África a partir daí foi selado pelo maquiavélico diabo de olhos azuis. Pilharam, destruíram e queimaram tudo o que tinha valor e não podiam levar com eles.
Como vimos, “no ápice da Civilização Afrikana, havia mestria no desenvolvimento de uma alta cultura onde artes, ciências e dignidade humana tinham florescido por milhares de anos. Mas não foi desenvolvida uma solução para o problema de raiva violenta dos invasores europeus. Em nenhum lugar da África ou da América indígena. Nós e nossos descendentes teremos de resolver esse problema ou continuar sofrendo eternas reciclagens de escravidão, massacre, segundo-classismo.[ii]
Conta certa história, que quando os europeus começaram a matar escritores, artesãos, filósofos, nobres e reis africanos, um grupo de jovens aprendizes e cortesãos decidiram encontrar um lugar para esconder os livros e os manuscritos.
Em muitas partes do continente onde os europeus já tinham matado muitos escritores e filósofos, os poucos que restaram tiveram de fugir. Enquanto os europeus queimavam livros, um sábio passou alguns dos manuscritos sagrados a dois irmãos para que escondessem dos invasores.
Antes dos dois irmãos serem presos e mortos pelos selvagens, conseguiram esconder os manuscritos, dividindo-os em doze partes e dando cada, a uma dúzia de mensageiros para que levassem aos sábios de outros reinos espalhados pelo continente.
A história conta que quem achar esses manuscritos desvendará o segredo chave para o renascimento africano. Eles contêm uma mensagem codificada, embutida nas linhas, que vai abrir e iluminar o povo do continente, unindo-o a um poder ancestral exclusivamente africano.
Dizem que estes manuscritos contém o segredo que dará poder a África novamente para dominar o mundo. Virão dignitários da Europa, Ásia, América para honrar os reis africanos. O povo negro, o povo original da raça negra será o primeiro entre nações. As pessoas viajarão pelo mundo atrás da sua proteção e conhecimento.
Até agora ninguém foi bem sucedido na busca de tais manuscritos, mas é tempo de procurar esses documentos e eu me comprometo a tal durante a minha vida. Passei os últimos quinze anos nessa pesquisa, perguntando em todos os lugares.
É certo que eles existem e a minha missão é encontrá-los. Quero descobrir o nome dos irmãos, seguir o seu caminho de fuga, viajar pelas estradas dos doze mensageiros que carregaram os doze capítulos, descobrir o esconderijo dos manuscritos e descodificar a mensagem, expondo-a a quantas crianças africanas for necessário para recuperar a nossa glória ancestral e construir o nosso caminho até à grandeza.
Quanto tempo esta busca levará não sei, mas a minha determinação é completa e inabalável.
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Notas:
[i] “Africa Before The 20Th Century” in “Invisible Empire”.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

100 Cidades Africanas Devastadas Pelos Europeus - Parte 3

maio 06, 2016
<< Parte 3

Os têxteis congoleses superam em matéria de panos. Vários escritores europeus dos séculos 16 e 17 descreveram as artes delicadas dos povos vivendo no Congo leste e regiões adjacentes, que teciam adamascados, sedas, cetins, tafetás, tecidos delicados e veludos. O Professor DeGraft-Johnson fez a seguinte observação: “Seus brocados, altos e baixos, eram bem mais valiosos que os italianos.”
Sobre a metalurgia congolesa da idade média, disse um acadêmico moderno: “Não há dúvida … a existência de uma arte metalúrgica especializada no antigo Congo… Os Bakongo tinham consciência da toxidade dos vapores de chumbo. Eles tinham métodos preventivos e curativos, tanto farmacológicos (doses massivas de papaia, óleo de palma) quanto mecânicos (exercer pressão para libertar o tubo digestivo), de combate ao envenenamento pelo chumbo.”
Na Nigéria, o palácio real na cidade de Kano data do século 15. Fundado por Muhammad Rumfa (governou de 1463 a 1499) evoluiu gradualmente ao longo das gerações se tornando num complexo imponente. Um relatório colonial de 1902 sobre a cidade, descreveu-a como “uma rede de edifícios cobrindo uma área de 33 acres rodeada de uma muralha com entre 6 e 9 metros de altura do lado exterior, e cerca de 4,5 do lado interior… uma boa cidadela”.
Um viajante do século 16 visitou a civilização da África central de Kanem-Borno e comentou que a cavalaria do imperador tinha “estribos, esporas, acessórios e fivelas” de ouro. Até os cães do governante possuíam “correntes do mais fino ouro”.
Uma das posições governamentais no Kanem-Borno medieval era Astrônomo Real.
Ngazargamu, a capital do Kanem-Borno, era uma das maiores cidades do mundo no século 17. Em 1658 d.C., de acordo com um acadêmico de arquitetura, a cidade tinha “cerca de um quarto de milhão de pessoas”. Possuía 660 ruas. Muitas eram largas e direitas, consequência da existência de planejamento urbano.
A cidade nigeriana de Surame floresceu no século 16. Mesmo em ruínas era uma visão impressionante, construída em grelha horizontal e vertical. Um acadêmico moderno descreveu assim a cidade: “As muralhas de Surame têm 16 quilômetros de circunferência e incluem muitos bastiões ou subúrbios muralhados que começam em ângulos retos na muralha principal. O edifício maior em Kanta ainda é visível do centro, no meio das ruínas de muitos outros edifícios, um dos quais dizem ter tido dois pisos. O aspecto mais impressionante das muralhas e ruínas é a grande utilização de pedra e tsokuwa (cascalho laterítico) ou de barro vermelho, que obviamente foi trazido de um lugar distante. Existe um morro deste material, com mais de 2 metros de altura perto do portão norte. Os muros são feitos de alvenaria regular com cerca de 6 metros de altura e até mais em alguns pontos. A parte mais bem conservada é a que é conhecida como (a ponte) situada um pouco a norte do portão oriental… As muralhas principais da cidade aparentam ter fornecido uma entrada principal bem guardada com cerca de 9 metros de largura.”
Em 1851, a cidade nigeriana de Kano produzia uma média por ano de 10 milhões de pares de sandálias e 5 milhões de couros para exportação.
Em 1246 d.C., Dunama II do Kanem-Borno trocou embaixadas com Al-Mustansir, rei de Tunes. Mandou à corte norte africana um presente caro que incluía uma girafa. Uma velha crônica conta que o raro animal “causou grande sensação em Tunes”.
Na África do Sul, existem pelo menos 600 ruínas de edifícios de pedra, nas regiões do Zimbábue, Moçambique e África do Sul. Essas ruínas pertenciam a Mazimbabwe em Shona, que na língua Bantu dos construtores quer dizer grande casa respeitada, equivalendo à corte.
O Grande Zimbábue era a maior dessas ruínas. Com 12 conjuntos de edifícios, abrangia mais de 7 quilômetros quadrados. A muralha exterior foi construída com 100,000 toneladas de tijolos de granito. No século 14, a cidade tinha 18,000 habitantes, podendo ser comparada em números à cidade de Londres na mesma época.
Existia uma cultura de ostentação na região. A última vez que visitamos o Museu Horniman em Londres vimos vários suportes de cabeça em exposição com a seguinte legenda: “Suportes para cabeça são usados na África desde o tempo dos faraós egípcios. Restos de alguns suportes para cabeça, que já tinham sido folheados de ouro foram encontrados nas ruínas do Grande Zimbábue e em túmulos como o de Mapungubwe que data do século 12 d.C.”
Sobre a cultura da ostentação, um visitante do século 17 ao império de Monomotapa que dominava esta vasta região, disse o seguinte: “O povo se veste de diversas formas: nas cortes dos reis, seus adjuntos vestem roupas de seda, adamascados, cetim, tecidos de ouro e sedas; existem 3 tamanhos de cetim cada um com quatro côvados [2.64m], cosidos entre si, por vezes com tiras de ouro, decorado dos dois lados como uma carpete, com uma franja de ouro e seda cosida com um laço de dois dedos e tecida com rosas douradas sobre seda.”
Aparentemente, o palácio real de Monomotapan no Monte Fura tinha candelabros de teto. Um livro de geografia do século 18 deu a data: “O interior consiste de grande variedade de apartamentos suntuosos, áreas espaçosas e elevadas, todas decoradas com magníficas tapeçarias de algodão, a manufatura do país. O chão, teto [sic], traves e vigas são todos revestidos de ouro, curiosamente ornamentados, assim como os tronos, mesas, bancos e companhia. Candelabros e ramais feitos de marfim incrustado a ouro, pendurados no texto com correntes feitas do mesmo metal ou de prata.”
Monomotapa tinha um sistema de segurança social. Antonio Bocarro, um português contemporâneo, informa que o imperador mostrava grande caridade com os cegos e os aleijados, que eram chamados de pobres do rei, tendo terras e rendas para sua subsistência, e quando fosse necessário circularem pelos reinos, onde fossem recebiam comida e bebida financiada com dinheiro público onde permanecessem, e quando viajassem receberiam o que precisassem para a viagem, e um guia e alguém para carregar sua carteira até chegarem ao novo destino. Onde quer que fossem essas obrigações existiam.
Em 1571 forças portuguesas invadiram Munhumutapa, dando inicio à destruição daquele lugar. Em 1629, o Imperador Mavhura torna-se o capacho dos portugueses no governo de Munhumutapa.
Registros chineses do século 15 d.C. observam que Mogadishu tinha casas com “quatro e cinco andares”.
“Gedi, perto da costa do Quênia, é uma das cidades fantasma da África oriental. Suas ruínas datam dos séculos 14 e 15, incluindo as muralhas, o palácio, casas particulares, a Grande Mesquita, sete mesquitas menores, e três mausoléus.
A mesquita em ruínas na cidade queniana de Gedi tinha um purificador de água de calcário para reciclar água.
O palácio na cidade queniana de Gedi é prova da existência de água canalizada controlada por torneiras. Possui também banheiros e toaletes no interior.
Um visitante em 1331 d.C. considerava de grande qualidade a cidade de Kilwa na Tanzania. Escreveu que era “a cidade principal da costa e que a maioria dos habitantes eram Zanj, um povo de pele muito negra.” Mais tarde ele disse: “Kilwa é uma das cidades mais belas e bem construídas do mundo. O todo é muito elegante.”
A cultura de ostentação existia já nos primórdios da Tanzânia. Um cronista português do século 16 escreveu que: “Eles se vestem com finura em ricas vestes de seda e algodão, e as mulheres também; e ainda com muitas correntes de ouro e prata e pulseiras, que usam nas pernas e nos braços, e com muitos brincos nas orelhas”.
Em 1961, um arqueólogo britânico encontrou as ruínas de Husuni Kubwa, o palácio real na cidade de Kilwa na Tanzania. Tinha mais de cem quartos, incluindo uma recepção, galerias, pátios, terraços e uma piscina octogonal.
As estruturas Bamilike dos Camarões são de uma delicadeza e beleza arquitetônicas impressionante. As escrituras Bamum e Shomum dos Camarões são semelhantes à da Etiópia. Existem cerca de 7000 manuscritos Bamum antigos e o Palácio Bamum ainda está perfeitamente preservado[i].”
Como as fontes acima descrevem, o continente estava cheio de monumentos. Onde estão?
A triste verdade é que os invasores europeus destruíram a maior parte fosse com ações punitivas ou sob a lei ‘Terra Nullius’ de partilha da África.
Durante a partilha de África pelos europeus, a principal forma de provar que uma terra estava qualificada para colonização ou dominação, era declará-la ‘Terra Nullius”, uma expressão Latina derivada da lei romana que significa “terra de ninguém”, usada em direito internacional para descrever território que nunca foi submetido à soberania de nenhum estado, ou sobre o qual nunca se exprimiu ou transferiu implicitamente nenhuma soberania. Soberania sobre território que é terra nullius pode ser adquirida através de ocupação”[ii].
Muitas ilhas foram adquiridas dessa forma onde era fácil matar populações reduzidas e provar com facilidade que a terra estava vazia antes da chegada dos poderes coloniais.
Mas cedo, os poderes coloniais começaram a ter dificuldades em encontrar “terras de ninguém”. África não era Terra Nullius. Consequentemente, a lei terra nullius foi alterada para tornar-se terra habitada por selvagens e não civilizada.
Cedo também, o poder colonial percebeu ser difícil provar que a África era uma terra de selvagens e gente não civilizada. Ao contrário, encontraram rainhados e reinados com palácios grandiosos e normas sociais e políticas bem desenvolvidas.
Assim, o poder colonial teve de destruir qualquer sinal de civilização.
A partir daí, o poder colonial gastou muita energia para destruir e queimar monumentos e edifícios históricos africanos, chacinando a elite africana de engenheiros, cientistas, artesãos, escritores, filósofos, etc.
Existe um museu em Paris com 18 000 cabeças humanas de gente chacinada pelas tropas e missionários coloniais franceses. Chama-se “Museu de História Natural de Paris”.

Entre as cabeças estão as de chefes africanos, suas famílias, engenheiros, escritores, militares, lideres espirituais, e também cidadãos comuns, homens, mulheres e crianças, que os franceses achassem fora do comum, ou suficientemente exóticos e interessantes para matar e encher seu museu de história natural, onde habitualmente se expunham crânios de animais representativos da biodiversidade e da evolução.
A França não era a única entre os competidores europeus querendo decepar o máximo de variedade de gente exótica. Os crânios e cabeças de muitos africanos ainda se encontram em museus e outros locais por toda a Europa.
Outra consequência da lei Terra Nullius definida como uma terra habitada por selvagens, levou à captura de africanos para exibir em zoos e eventos públicos por toda a Europa, em condições primitivas, para demonstrar a inferioridade e barbarismo dos povos africanos.

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Notas:
[i] When we Ruled, by Robin Walker