A ciência vem sendo usada por charlatões para "provar" falsas verdades e adoecer a população e o ecossistema.
Quem está por trás da tão possível privatização da água? Se ela for privada, como ficará a vida de quem não puder pagar por ela? A privatização das coisas públicas faz bem para quem?
Um jovem prodígio brasileiro, com muito pouco recurso, na sua escola técnica desenvolveu uma tecnologia capaz de tornar pessoas em coma comunicáveis.
As tecnologias da comunicação interconectaram o mundo, mas agora estão dando brecha para que mentiras e fatos mal-interpretados decidam o destino das pessoas. A quem interessam as Fake News?
O mistério dos corpos que não se desfazem depois da morte. A santidade da personalidade que ali habitava é que causa esse fenômeno? Mistério!

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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Japão, 30 Mil Suicídios Por Ano: Riqueza, Tecnologia, Mas… Vazio Na Alma?

agosto 28, 2018
 Bispo do país atribui as causas à falta de sentido existencial, conectada à profunda carência de espiritualidade e religiosidade.
Uma análise do período compreendido entre 1998 e 2010 apontou que mais de 30 mil pessoas se suicidaram no Japão em cada ano desse intervalo, taxa que, aproximadamente, continua se aplicando até o presente. Cerca de 20% dos suicídios se devem a motivos econômicos e 60% a motivos relacionados com a saúde física e a depressão, conforme recente pesquisa do governo.
O assunto é abordado pelo bispo japonês dom Isao Kikuchi em artigo divulgado pela agência AsiaNews. Ele observa que o drama se tornou mais visível a partir de 1998, “quando diversos bancos japoneses se declararam falidos, a economia do país entrou em recessão e o tradicional ‘sistema de emprego definitivo’ começou a colapsar”.
Durante os 12 anos seguintes, uma média superior a 30 mil pessoas por ano tirou a própria vida num país rico e avançado. O número, alarmante, é cinco vezes maior que o de mortes provocadas anualmente por acidentes nas rodovias.
Riqueza, tecnologia e… vazio na alma
Rodeados por riquezas materiais de todo tipo, os japoneses têm tido graves dificuldades em encontrar esperança no próprio futuro: perderam esperança para continuar vivendo, avalia o bispo.
Paradoxo: após histórica tragédia nacional, suicídios diminuíram
Um sinal de mudança, embora pequeno, foi registrado por ocasião do trágico terremoto seguido de tsunami que causou enorme destruição em áreas do Japão no mês de março de 2011: a partir daquele desastre, que despertou grande solidariedade e união no país, o número de suicídios, de modo aparentemente paradoxal, começou a diminuir. Em 2010 tinham sido 31.690. Em 2011, foram 30.651. Em 2012, 27.858. Em 2013, 27.283. A razão da diminuição não é clara, mas estima-se que uma das causas esteja ligada à reflexão sobre o sentido da vida que se percebeu entre os japoneses depois daquela colossal calamidade.
Motivos para o suicídio
Dom Isao recorda a recente pesquisa do governo que atrela 20% dos suicídios a motivos econômicos, enquanto atribui 60% a fatores de saúde física e depressão. Para o bispo, os estopins do suicídio são complexos demais para se apontar uma causa geral. No entanto, ele considera razoável e verificável afirmar que uma das razões do fenômeno é a falta de sentido espiritual na vida cotidiana dos japoneses.
O prelado observa que a abundância de riquezas materiais e o acesso aos frutos de um desenvolvimento tecnológico extraordinário são insuficientes para levar ao enriquecimento da alma. A sociedade japonesa focou no desenvolvimento material e relegou a espiritualidade e a religiosidade a um plano periférico da vida cotidiana, levando as pessoas a se isolarem e se sentirem vazias, sem significado existencial. E é sabido que o isolamento e o vazio de alma estão entre as principais causas do desespero que, no extremo, leva a dar fim à própria vida.

sábado, 25 de agosto de 2018

Deus, o ser mais malévolo que jamais existiu - Parte II

agosto 25, 2018
Seria Deus o planeta? O universo? O criador de tudo? Ou mero capricho tortuoso e inapto de
nossas mentes que buscam a verdade? 



Continuando com a coletânea de textos polêmicos - que irá se prolongar até uma terceira parte -, damos uma conotação continuada desta temática tão importante para o exercício pleno da racionalidade. 
Ainda seguindo a linha raciocinio da postagem anterior, porém agora com um viés muito mais aprofundado, mais contundente e claro. A parte I deste artigo era praticamente um esboço provocador - uma sátira criada para gerar désdem e revolta por aqueles que admiram (e idolatram) esta suposta "entidade" viva que rege o universo. 
Mas diferente do artigo anterior, este aqui não foi criado para aqueles mentecapitos que idolatram esse ser e refletem nele suas próprias alucinações. Não. Esta segunda parte foi criada exclusivamente para você, leitor, que por muito tempo vem lutando contra uma ideologia atual, cercado por pessoas ignorantes que se julgam muito inteligentes. Você que, mesmo após críticas, discussões e afrontas, continua firme em suas convicções, não se amedrontado inclusive por ameaças advinda de sua própria familia. Essa postagem é para você que, acima de tudo, busca A VERDADE, seja lá de que forma ela se apresente até você. É um caminho árduo, de fagulhos e pedras, um caminho de solidão - mas o caminho até o conhecimento é assim mesmo. Lhe adianto de antemão que você não encontrará a salvação eterna, nem a paz ou conforto no final deste caminho (se é que esse caminho de autoconhecimento tem algum fim, não é mesmo?), mas encontrará algo muito melhor: A liberdade. A liberdade de ser QUEM TU ÉS de verdade. 
E antes de mais nada, lembre-se que, aqui no Força Suboconsciente, você encontra refugio. Refugio contra a ignorância endêmica que rege nossa nação - seja religiosamente, politicamente e espiritualmente. 
E acima de tudo, não acredite em nada, mesmo no que está escrito aqui. EXPERIMENTE. Tenha suas próprias experiências com a verdade. Seja um verdadeiro Agnóstico. 

William C.  

21 de Agosto de 2018 


"Afirma-se que um Deus infinito criou todas as coisas, que governa todas as coisas e que suas criaturas devem ser obedientes e gratas ao criador; que tal criador exige certas coisas, e a pessoa que concorda com tais demandas é religiosa. Este tipo de religião tem sido substancialmente universal.

Por muitos séculos e em muitos povos existiu a crença que tal Deus exigia sacrifícios — que lhe agradava quando pais derramavam o sangue de seus bebês. Posteriormente, supôs-se que ficava satisfeito com o sangue de bois, cordeiros e pombas, e que, em troca ou em consideração a tais sacrifícios, Deus dava a chuva, o sol e a colheita. Também se acreditava que se os sacrifícios não fossem feitos, este Deus enviaria pestilência, fome, inundação e terremotos. 

A última fase desta crença no sacrifício foi, de acordo com a doutrina cristã, que Deus aceitou o sangue de seu filho — que, depois de seu filho ter sido assassinado, ele, Deus, satisfez-se e deixou de desejar sangue.

Durante todos esses anos e em todos esses povos, havia a crença de que este Deus ouvia e respondia orações, que perdoava pecados e salvava as almas dos verdadeiros fiéis. Isso, de um modo genérico, é a definição de religião.

Agora, as questões são estas: será que a religião foi fundamentada em qualquer fato conhecido? Será que este tipo de ser — Deus — existe? Será que foi ele quem nos criou? Será que alguma oração já foi respondida? Será que algum sacrifício de bebês ou bois assegurou a mercê deste Deus invisível?

Primeiro:

Um Deus infinito criou os homens?

Por que criou os intelectualmente inferiores?

Por que criou os deformados e os desvalidos?

Por que criou os criminosos, os dementes, os loucos?

O poder e a sabedoria infinitas podem apresentar qualquer justificativa para a criação dessas falhas?

Tais falhas estão sob a obrigação de seu criador?

Segundo:

Um Deus infinito é o governador deste mundo?

É o responsável por todos os chefes, reis, imperadores e rainhas?

É o responsável por todas as guerras que foram travadas, por todo o sangue inocente que foi derramado?

É o responsável por séculos de escravidão, pelas costas que foram feridas pelo flagelo, pelos bebês que foram vendidos ainda no seio de suas mães, pelas famílias que foram separadas e destruídas?

Este Deus é o responsável pela perseguição religiosa, pela Inquisição e por todos os instrumentos de tortura?

Este Deus permitiu que os cruéis e vis destruíssem os bravos e os virtuosos? Permitiu que tiranos derramassem o sangue de patriotas?

Permitiu que seus inimigos torturassem e queimassem seus amigos?

Quanto vale um Deus dessa espécie?

Um homem decente, tendo poder para evitá-lo, permitiria que seus inimigos torturassem e queimassem seus amigos?

É possível concebermos uma malevolência suficiente para dar preferência aos inimigos em vez dos amigos?

Se um Deus bondoso e infinitamente poderoso governa este mundo, como podemos justificar os ciclones, os terremotos, a pestilência e a fome?

Como podemos justificar o câncer, os micróbios, a difteria e o milhar de outras doenças que atacam durante a infância?

Como podemos justificar as bestas selvagens que devoram seres humanos e as serpentes cujas mordidas são letais?

Como podemos justificar um mundo onde a vida alimenta-se da vida?

Será que os bicos, garras, dentes e presas foram inventados e produzidos pela infinita misericórdia?

A bondade infinita deu asas às águias para que suas presas fugazes pudessem ser arrebatadas?

A bondade infinita criou os animais de rapina com a intenção de que eles devorassem os fracos e os desamparados?

A bondade infinita criou as inumeráveis criaturas inúteis que se reproduzem dentro de outros seres e se alimentam de sua carne?

A sabedoria infinita produziu intencionalmente os seres microscópicos que se alimentam do nervo óptico?

Pense na ideia de cegar um homem para satisfazer o apetite de um micróbio!

Pense na vida alimentando-se da própria vida! Pense nas vítimas! Pense no Niagara de sangue se derramando no precipício da crueldade!

Tendo em vista tais fatos, o que é, afinal, a religião?

É o medo.

O medo constrói altares e oferece sacrifícios.

O medo erige catedrais e curva a cabeça dos homens em adoração.

O medo dobra os joelhos e profere as orações.

O medo finge amar.

A religião ensina virtudes escravizantes — obediência, humildade, autonegação, perdão e conformismo.

Lábios — religiosos e tementes — repetem, tremulantes, esta passagem: “Ainda que ele me mate, nele confiarei” (cf. Jó — 13:15). Isso é um abismo de degradação.


A religião não ensina autoconfiança, independência, hombridade, coragem, autodefesa. A religião faz de Deus o mestre e do homem seu servo. E tal mestre não consegue ser suficientemente grandioso para fazer da escravidão algo aprazível. 


II

Se Deus existe, como podemos saber se ele é bom? Como podemos provar que é misericordioso, que se importa com sua criação? Se tal Deus existe, então viu, em muitas ocasiões, milhões de suas pobres criaturas arando os campos, semeando grãos, e quando os viu, sabia que dependiam da colheita para sobreviver e, ainda assim, esse bondoso Deus, esse ser compassivo, não lhes proveu chuva.

Deveriam as raças superiores agradecer a Deus pelo fato de não serem inferiores? Se dissermos que sim, então faço outra pergunta: deveriam as raças inferiores agradecer a Deus por não serem superiores, ou talvez deveriam agradecer a Deus por não serem bestas selvagens?

Quando Deus fez essas raças diferentes, sabia que as superiores escravizariam as inferiores, sabia que os inferiores seriam conquistados e, finalmente, destruídos.

Se Deus fez isso, se sabia do sangue que seria derramado, das agonias que seriam enfrentadas, se viu os incontáveis campos repletos de cadáveres, se viu as costas ensanguentadas dos escravos, todos os corações partidos das mães cujos bebês foram roubados — se Deus viu e sabia disso tudo, será que conseguiríamos conceber um demônio mais malevolente?


Por que, então, deveríamos dizer que Deus é bondoso?


As paredes úmidas dos calabouços contra as quais os bravos e os generosos viram-se definhar, os patíbulos manchados e glorificados com sangue nobre, os escravos sangrando e sem uma gota de esperança, os mártires que foram envolvidos em chamas, os virtuosos estirados em aparelhos de tortura, vendo suas juntas e músculos desfazendo-se, os corpos feridos e sanguinolentos dos justos, os olhos que foram extintos por buscarem a verdade, os incontáveis patriotas que lutaram e pereceram em vão, as esposas exploradas, espancadas e infelizes, os rostos esquálidos de bebês desprezados... 
os hipócritas de batina, com suas mãos ensanguentadas e unidas em oração, agradecendo seu Deus — este fantasma demoníaco — pela liberdade ter sido banida do mundo: essas recordações de um passado amedrontador, esses horrores ainda existem. Tais fatos aterrorizantes negam a existência de qualquer Deus que deseja e possui poder para proteger e abençoar a raça humana. 

A maior parte das pessoas se apega ao sobrenatural. Se abandonarem um Deus, logo em seguida imaginam outro. Tendo posto Jeová de lado, falam sobre o poder que trabalha pelo bem.

O homem avança, e necessariamente avança através da experiência. O homem segue pelo caminho da esquerda, acreditando ser esse o caminho certo, e continua a viajar até descobrir que tomou o caminho errado. Então redefine seu percurso e toma o caminho da direita, chegando, assim, ao local desejado. A próxima vez em que o homem quiser ir àquele lugar, não seguirá pelo caminho da esquerda, pois já fez essa trajetória e sabe que é errada. Assim, ele segue pelo caminho da direita, e por isso os teólogos dizem: “Há um poder que trabalha pelo bem”.

Uma criança, encantada pela beleza de uma chama, tenta pegá-la com a mão. A mão é queimada, e após isso a criança mantém sua mão longe do fogo. "O poder que trabalha pelo bem" ensinou uma lição à criança.

A experiência acumulada do mundo é o poder e a força que trabalha pelo bem. Essa força não é consciente, não é inteligente. Não tem vontade, não tem objetivo. É somente um resultado.

Milhares também tentaram estabelecer a existência de Deus pelo fato de termos aquilo que se denomina senso moral; isto é, uma consciência.


Teólogos e muitos dos assim chamados “filósofos” insistem que este senso moral, este senso de dever, de obrigação, veio de fora, e que a consciência é algo especial. Partindo da ideia de que este senso moral não foi produzido aqui, que não foi produzido pelos homens, então imaginam um Deus do qual isso proveio.  

O mais grandioso dos seres humanos disse: “A consciência nasce do amor”.

Este senso de obrigação, de dever, foi produzido naturalmente.

Entre selvagens, as consequências imediatas das ações são levadas em consideração. Na medida em que os povos avançam, as consequências mais distantes são percebidas. O padrão de conduta torna-se mais elevado. A imaginação é cultivada. O homem torna-se capaz de colocar a si mesmo no lugar do outro. O senso de dever torna-se mais forte, mais imperativo. O homem passa a julgar a si próprio.


O homem ama, e o amor (ou a virtude) é o princípio, a fundação das mais elevadas virtudes. Se fere alguém que ama, então vem o remorso, o arrependimento, a tristeza, a consciência. Nisso tudo não há nada de sobrenatural.  

[...] Por milhares de anos homens e mulheres têm tentado reformar o mundo. Criaram deuses e demônios, paraísos e infernos; escreveram livros sagrados, realizaram milagres, construíram catedrais e calabouços; coroaram e destronaram reis e rainhas; maltrataram e aprisionaram, torturaram e queimaram pessoas vivas; pregaram e rezaram; valeram-se de promessas e ameaças; adularam e persuadiram; apregoaram e ensinaram; de diversos modos, empenharam-se em tornar as pessoas honestas, temperadas, laboriosas e virtuosas; construíram hospitais e asilos, universidades e escolas. Parecem ter feito o máximo que estava ao seu alcance para tornar a humanidade melhor e mais feliz, e ainda assim falharam.

Por que falharam? Vou dizer o porquê.

Ignorância, pobreza e vício estão povoando o mundo. A sarjeta transformou-se num berçário. Pessoas incapazes de sustentarem a si próprias enchem lares, casebres e choupanas de crianças, ficando à mercê do “Senhor”, da sorte e da caridade. Não são suficientemente inteligentes para pensar sobre as consequências ou sentir responsabilidade. Ao mesmo tempo, não querem crianças, pois estas são uma maldição — para os pais e para si próprias.

[...] A religião foi utilizada e, em todos os países, em todos os tempos, ela falhou.

A religião nunca tornou o homem misericordioso.

Lembre-se da Inquisição.

Que efeito teve a religião na escravidão?

A religião sempre foi inimiga da ciência, da investigação e do livre-pensamento.

A religião nunca tornou os homens livres.

Nunca tornou o homem moral, moderado, laborioso e honesto.

Os cristãos são mais moderados, sequer mais virtuosos, sequer mais honestos que selvagens?

Entre selvagens não percebemos claramente que seus vícios e crueldades são fruto de suas superstições?

Para aqueles que acreditam na uniformidade da natureza, a religião é impossível.

Podemos afetar a natureza e as características da matéria através da oração? Podemos apressar ou atrasar as marés através da oração? Podemos mudar a direção dos ventos oferecendo sacrifícios? Se nos ajoelharmos, isso nos trará saúde? Podemos curar uma doença através da súplica? Podemos enriquecer nosso conhecimento através de uma cerimônia? Podemos receber virtude ou honra como esmolas?

Não são os fatos do mundo mental produzidos de um modo tão necessário quanto os fatos do mundo material? Deste modo, aquilo que chamamos de mente não é precisamente tão natural quanto aquilo que chamamos de corpo?

A religião apoia-se na ideia de que a natureza tem um Mestre, que este mestre ouve preces e orações, que este mestre pune e recompensa, que ama a adoração e a lisonja e odeia os bravos e os livres.

O homem obteve, alguma vez, qualquer ajuda do céu?


  PRESTE ATENÇÃO NESSAS ÚLTIMAS LINHAS

A religião nunca poderá reformar a humanidade porque religião é escravidão.

É muito melhor ser livre, abandonar os fortes e as barricadas do medo, erguer-se com firmeza e encarar o futuro com um sorriso.

É muito melhor, às vezes, dar a si mesmo momentos de desprendimento, para divagar e navegar segundo a maré com a força cega do mundo; pensar e sonhar, esquecer as correntes e limitações da vida, esquecer propósitos e objetivos e viajar pela galeria de imagens em nossa mente; sentir novamente os abraços e beijos do passado, relembrar a manhã de nossas vidas; ver novamente os falecidos, as suas faces; pintar um quadro sensato do futuro, esquecer todos os deuses, suas promessas e ameaças; sentir novamente em nossas veias o fluir da felicidade e ouvir a música marcial, o bater rítmico de um coração destemido.

E então se colocar a serviço de todas as coisas úteis e, através do pensamento e da ação, alcançar o seu ideal; dar asas aos seus sonhos para que eles, como abelhas, possam realizar a arte de encontrar néctar nas coisas mais comuns; buscar, com olhos treinados e decididos, pelos fatos; encontrar as sutis ligações que conectam o distante e o agora.


Aumentar o conhecimento, aliviar o fardo dos fracos, desenvolver o cérebro, defender a justiça, construir um palácio para nossa alma. Isso é a verdadeira religião, isso é a verdadeira adoração." 

Para finalizar, veja esse vídeo de Neil deGrasse Tyson, onde ele menciona um fato ARREBATADOR sobre a suposta existência divina. Será que deus houve as orações mesmo?

(vá para o minuto 0:27)  


FORÇA SUBCONSCIENTE

Ad verum ducit

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Fundação Cacique Cobra Coral - Capacidades paranormais aplicadas ao controle climático - Médium Adelaide Scritori

agosto 21, 2018
Caro leitor, você em algum momento já tentou mover algum objeto usando simplesmente o poder da sua mente? Trazer algo para perto quando não consegue alcançar de onde está, fechar uma gaveta ou porta que ficou aberta, pegar o controle remoto da Tv ou até mudar de canal com suas habilidades mentais? Caso não saiba, esse fenômeno é conhecido pela Parapsicologia por Telecinese, a capacidade de influenciar a matéria com o poder da mente. O russo Alexander N. Aksakof, filósofo, jornalista, tradutor, editor e pesquisador, foi o responsável por dar reconhecimento a este fenômeno e atribuiu o nome de Telecinese, em 1890. Esse poder, que mais parece ser uma capacidade, foi retratado por Hollywood em diversos filmes, como Carrie, a estranha, Eu sou o número quatro, Poder sem limites, e talvez a referência mais conhecida seja a série Star Wars, onde é chamado de "Força", e os personagens Jean Grey e Professor Xavier, do universo X-men.

Telecinese.
Habilidade de manipular objetos pela da força da mente.

Em um artigo anterior (Veja aqui)
 falamos sobre a Telecinese, uma capacidade que é reativada por muitos que passam pelo Salto Quântico Genético ministrado por Bruno G. de Moraes. Após iniciados nós podemos provocar à vontade estes efeitos telecinéticos e dissipar nuvens, e também desenvolver outras capacidades com a devida prática e persistência. Porém percebemos que também até mesmo quem não é iniciado pode provocar tais efeitos de Telecinese mesmo que seja em menor grau, é claro.


Nós, do ForSub, encorajamos todos aqueles que queiram despertar e desenvolver suas capacidades ocultas com estudos e muito discernimento, pois reconhecemos os benefícios que podem trazer para a vida neste planeta se usados pelo/para o bem, pois não é de ontem que desejamos ter poderes paranormais, capacidade de controlar o tempo, super força, pirocinese, esses “delírios” vem de muito tempo atrás, mas que com o passar do tempo foram se tornando mitos, superstição e alegorias para o conhecimento da população comum devido a situação que estamos submetidos neste planeta, e toda sua extensão extrafísica.


A veracidade desses fenômenos pode sim ser comprovada facilmente através da ciência, com cientistas sérios e comprometidos com a verdade. Porém a mídia dificilmente irá admitir a veracidade dos mesmos pois existe toda uma tendência deliberada e um pseudoceticismo bem maquiado e envolvente da parte deles, mostrando uma perspectiva enviesada. Trazendo ao conhecimento somente aquilo que reforça suas decrépitas crendices para o público e de fazer isso tudo parecer charlatanismo e enganação. Muitos desses fenômenos já foram a muito tempo comprovados pela parapsicologia. Por exemplo a mulher chamada Nina Kulagina, que foi investigada pela União Soviética ao longo de 20 anos, e que podia fazer objetos se moverem e até mesmo fazer o coração de um animal parar, e enquanto realizava tais ações seus batimentos cardíacos subiam para 240 bpm!

Por isso devemos investigar por diversas vezes e das mais variadas fontes , pois alguma hora a verdade aparece, mesmo que de mansinho.

Jean Grey usando a telecinese para reconstruir a 
Escola para Superdotados, em X-men.

Obi Wan usando a Força, em Star Wars.

E não precisamos ir longe, nem sequer fora do Brasil, para encontrar uma grande paranormal, autêntica e em atuação reconhecida e procurada mundialmente!



A Fundação Cacique Cobra Coral foi criada, com a proposta de intervir nos desequilíbrios provocados pelo homem na natureza, por Ângelo Scritori (1898-2002) diretor de um Centro Espírita, e que incorporava o espírito do Padre Cicero. No dia do nascimento de sua filha, Adelaide Scritori, o espírito do Padre Cicero se manifestou, como de costume, e disse que o mais novo membro da família teria capacidade de comunicar com um outro espírito, este tão poderoso a ponto de manejar o clima. Este espírito é o Cacique Cobra Coral, que diz ter sido em vidas passadas Galileu Galilei e Abraham Lincoln, e se manifestou pela primeira vez em Adelaide quando tinha 7 anos de idade através de mensagens em um Centro Espírita. Segundo a Adelaide, a mesma vem de uma família de médiuns, imigrantes da Ilha de Capri, na Itália. Sendo ela a quarta geração. A FCCC foi criada anos mais tarde e Adelaide passou a fazer a frente da Fundação, com seus trabalhos a fundação passou a adquirir seguidores e colaboradores pelo mundo.

"A melhor forma de prever o futuro, é construindo-o."
Abraham Lincoln.
Galileu Galilei. 

A fundação é mantida através da Tunikito Seguros que é um conjunto de diversas empresas, desde capas de chuva a até mesmo seguros de vida, saúde, além de ser dedicada à pesquisa e previsão meteorológica a longo prazo, e tem aproximadamente 20% de seus lucros encaminhados para financiar as atividades da fundação. Em troca desse financiamento quem recorrer aos serviços prestados pela empresa Tunikito recebe uma ajuda no clima de seu interesse, segundo Osmar Santos, marido de Adelaide e porta-voz da FCCC.





Então gente, será mesmo que essas instituições nacionais e estrangeiras estariam colocando seu dinheiro, assinando contratos de valores, possivelmente, altíssimos nas mãos de gente charlatã? Com promessas tão duvidosas e absurdas, como controlar o tempo? Que até hoje contínua atuar livre e desimpedida?
Se você leitor fosse um super empresário faria contratos com alguém que diz trazer/espantar a chuva, sem antes investigar bem para não cair em furada, sem antes conhecer seus outros colegas investidores? Creio que não. E mesmo que o contrato fosse muito bom, não pegaria nada bem investir em um lunático que diz conjurar falsamente a chuva enquanto é bancado por outros empresários, não é?


Se você investiria no contrato com a Tunikito, creio que dificilmente esses empresários não fariam o  mesmo, então penso que seja hora de parar, respirar, e se despir de crenças e atitudes medievais e começar a pensar se essa mulher entrega o que promete, se esse cacique é o que diz ser e capaz mesmo de manejar o clima. Duvido muito que pessoas interessadas em sucesso, em qualquer área que seja, se dariam o trabalho de investir em fracasso por tanto tempo.

E quais empresas são essas? Oras, dê uma olhada:
  • Marítima- Chubb.
  • Sul América.
  • Bradesco Seguros.
  • Itaú Seguros.
  • Unibanco.
  • Porto Seguro.
  • Adelaide Scritori Imóveis.
  • Nostradamus Corretora de Seguros.
  • El Niño Administração e Participação.

A fundação atende 17 países de três continentes, e tem como clientes e admiradores o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, o primeiro-ministro inglês, Tony Blair, e os ex-administradores das duas maiores cidades do País, Cesar Maia, do Rio de Janeiro, e Gilberto Kassab, de São Paulo.



Nosso acordo tem-se mostrado produtivo em termos de informações e projeções, além de elementos de prevenção”, afirma Cesar Maia. Sobre os poderes de Adelaide em atenuar intempéries, ele suaviza, sem desmenti-los. “O que posso dizer é que as chuvas e temporais, desde a assinatura do convênio, têm sido proporcionais à nossa capacidade de enfrentá-los.
Revista Isto É, 31/01/2007



Atualmente a FCCC mantém convênios, gratuitamente, com Rio Grande do Sul e Santa Catarina e duas prefeituras, do Rio de Janeiro e de São Paulo, que contam com a força da fundação para lidar com tempestades, enchentes ou algum outro evento climático, e podem ser conferidos em seu site


A fama mundial de Adelaide começou a surgir na Inglaterra após um inverno rigoroso de -30°c atingir Londres, durante o governo da primeira-ministra Margaret Thatcher. Não se sabe a pessoa quem a aconselhou, mas Thatcher recorreu aos serviços da Fundação que em menos de 24 horas já apresentou resultado, fazendo a temperatura ir para próximo de 0°c. E recebeu um apelido do jornal britânico, The Guardian, de “Interceptadores de catástrofes” em sua primeira matéria sobre a fundação, chamada de “Brazilian Magic Offers Some Cold Comfort” (“Mágica Brasileira Oferece um Pouco de Conforto no Frio”, em tradução livre), publicada em janeiro de 1987.


A segunda vez que este mesmo jornal publicou sobre a fundação, foi durante a proposta de ajuda ao Iraque, que em troca de levar chuva e vento para amenizar a situação desértica do local, era preciso que Saddam Hussein abandonasse os planos de guerra. Mas o mesmo recusou a proposta. De acordo com Rubens Junqueira Villela, meteorologista, professor aposentado da USP e colaborador da fundação desde 1986, imagens de satélite publicadas na revista Aviation Week mostraram uma alteração na atmosfera no Iraque. E a chuva apareceu, mesmo com a proposta de Adelaide recusada, ela fez o que pode para ajudar aqueles combatentes.


Recentemente seu serviço foi contratado por um bilionário britânico para um evento de imensa repercussão mundial, o casamento real.E é claro não choveu, havia apenas um céu de brigadeiro, claro e limpo, mesmo com a previsão meteorológica constando a possibilidade de chuva, que é um fato por lá essa época do ano, feita por ninguém menos que a BBC!


Seria mero acaso? Seria uma feliz coincidência a favor da dona Adelaide?  Estar lá de bobeira passeando em um casamento real em clima muito perfeito, e supostamente improvável, para um casamento grandioso?


No dia do casamento a previsão era de chuva.
Veja como este dia estava comprometido pelas nuvens carregadas.


Pode ser que não, porque não foi a primeira vez que atua como espanta chuva de casamento real, a primeira vez foi no casamento de Kate Middleton com o príncipe William, que também escolheram céu claro.


Mesmo sendo contratado por um bilionário, que parece ser da empresa British Petroleum, para um evento grandioso desses, a fundação não recebe maiores atenções e divulgações da mídia e tão pouco a credibilidade que merece pelos serviços que dispõem. Esse tal bilionário seria um lunático de contratar alguém que diz ser capaz de encaminhar a chuva a outro local? Ou esse bilionário sabe mesmo em quem investir seu dinheiro e conseguir o que deseja?


Não tendo revelado seu nome demonstra que é uma pessoa que sabe o que está fazendo porque lidar com assuntos exotéricos ou paranormais causa rapidamente uma repercussão negativa por parte da sociedade, quando recebe muita atenção, e ele e seus negócios sofreriam rapidamente algum tipo de supressão, boicote ou depreciação pelos seus investidores, clientes e pessoas próximas. Então para se preservar, de qualquer situação prejudicial, neste caso é sensato ter recorrido ao anonimato, o que em contrapartida gera descrenças e descredibiliza a veracidade de todo essa capacidade paranormal de Adelaide, pois se alguém com tanto poder aquisitivo e possível empresário de uma gigantesca empresa, imagina-se ser uma pessoa que tenha conhecimento e discernimento, e consiga fontes confiáveis a respeito desses fenômenos, para não cair em armadilhas de charlatões e golpistas.


Para você, leitor, ter noção de quão complexo é o clima, aqui estão alguns fatores que o influenciam:
  • Vapor de água presente na atmosfera.
  • Massas de ar.
  • Anomalias cíclicas climáticas.
  • Pressão atmosférica.
  • Latitude.
  • Altitude.
  • Maritimidade.
  • Relevo.
  • Vegetação.
  • Etc.
São muitas variáveis, não? Até para fazer previsões é usado computadores e programas sofisticados, e nem assim são 100% confiáveis.


Então alguém capaz de manejar ou mitigar eventos climáticos deve ter muito poder, conhecimento e competência pois, caso contrário, não estaria nesse ramo a muito tempo, menos ainda com reconhecimento internacional. Adelaide, talvez por orientação do cacique, criou a agencia de dados meteorológico chamada de “La Niña”, uma agência da Tunikito, pois sabiam que precisariam desse tipo de informação a disposição deles para fazer um trabalho mais competente e completo para lidarem com eventos climáticos.  Outro fator é que tendo melhores informações sobre o clima, saberiam o que precisa ser feito com o menor desgaste de suas energias e tempo.


Como foi o que aconteceu no Rio Grande do Sul, quando Villela foi procurado por Adelaide e Osmar para saber o que deveria acontecer para a temperatura cair, o mesmo informou que a pressão atmosférica subindo para 1.020 [hPa] ou 1.025 [hPa], o frio se faria presente na região. Bastou lidar apenas com a pressão atmosférica para se obter o resultado que desejavam. É muita astucia dessa médium!

Adelaide Scritori
Seria besteira enviar chuva a um local que não precisaria de água, ou realocar a chuva que já estaria indo a uma região seca e necessitada de água. Portanto, eles precisam dessas informações para saber o que precisa ser feito para obter o resultado desejado, sem prejudicar a população e causar danos as regiões vizinhas. No caso do casamento real, o que precisou ser feito, segundo conta Osmar Santos, foi apenas colocar um sistema de alta pressão, causando um isolamento local, e redirecionar a chuva para regiões que necessitavam de água.


Ao que parece, Adelaide não só é responsável por fazer levantamentos de dados aqui na terra e repassar o que for preciso para a entidade do Cacique Cobra Coral que, do outro lado, faz seu trabalho, mas também por funcionar como uma especie “ancora” para o Cacique, caso contrário qual seria a necessidade de ela sair por aí viajando? É só repassar onde o cacique deve atuar e pronto, e ela nem precisaria sair de casa!


O motivo deve ser que por reconhecer a “presença” de Adelaide com mais facilidade, o Cacique atue através dela e, com ela no local, pode fazer seu trabalho. Mas nada impede que Adelaide também influencie o clima, e assim, trabalhe de igual para igual com o Cacique, além de funcionar como mera ancoragem no local.


Além destes eventos, a fundação já foi atuou em GP de F1 de Mônaco, e são contratados desde 2008, e o Festival de Cinema de Cannes. Não se sabe também quem os contratou, mas é de se imaginar que é alguém com muita grana e interessado que o evento siga com menos inconvenientes possíveis.
Quem também participou da fundação foi o escritor Paulo coelho, durante 2004 a 2006, como vice-presidente e que ajudou a expandir a fama e as bem-feitorias da fundação pelo mundo.

Adelaide e Paulo Coelho.


No Brasil.

Como dito acima alguns governadores, talvez os mais sensatos, mantêm convênio com a FCCC, e vale lembrar que ao contrário de contratos privados, como o do casamento que são pagos, os convênios firmados com o governo brasileiro são IRRISÓRIOS, mas com a condição de que o governo se comprometa, por exemplo, a fazer obras anti-enchentes, como era a situação com o governo municipal de SP em 2005, mas que falhou em cumprir sua parte do acordo com a fundação. Houve então a suspensão do acordo, porém Andrea Matarazzo, a secretária das Subprefeituras, revalidou a parceria. Segundo ela: "O convênio é inodoro, incolor e sem valor financeiro, apenas continuou”


Parece ser assim que a FCCC mantém seus convênios com o poder público: eles são gratuitos, mas o governo precisa se comprometer e investir em obras anti-enchentes. Muito humilde da parte da FCCC exigir isso em troca do seus poderes e habilidades, não é?

Cesar Maia comentando sobre o serviço fornecidos durante seu mandato.


No ano de 2007, quando ocorreu o acidente nas obras da Estação Pinheiros do metrô, obras feitas pela Odebrecht, na zona oeste da capital paulista, que matou sete pessoas. A fundação foi chamada por Ricardo Teixeira, secretário-adjunto da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, e informados sobre o que havia ocorrido e com a previsão que chegaria uma frente fria nas próximas duas horas, o que poderia matar a pessoas que estavam sendo resgatadas. Então se iniciou uma operação de emergência e feito um anel entorno da cratera. De acordo com Teixeira realmente chovia em Santo Amaro, na zona sul, e ao entorno do acidente, mas não na cratera.


No início da década de 90, quando Cesar Maia venceu as eleições para a Prefeitura do Rio de Janeiro, a fundação passou a prestar serviços aos cariocas. A relação só terminou em 2017, quando o evangélico Marcelo Crivella assumiu o comando da liderança municipal. Quanto a isso Maia disse estar preocupado com o não prosseguimento dos serviços da fundação.


Adelaide diz não cobrar nada para desviar chuvas e temporais, mas pede essa troca com o governo pois diz que seu trabalho funciona como se fossem um airbag, amortecendo os danos causados pelas intempéries. Como a mesma diz: "Minha missão é minimizar catástrofes que podem ocorrer em razão dos desequilíbrios provocados pelo homem na natureza. ”


É provável que a fundação faça esse tipo de acordo, se pondo a agir apenas como mitigadores de danos, com os governos como forma de exigir mais atuação da parte deles para com seu povo pois sabem dos deveres do governo, de assegurar uma melhor qualidade de vida para a população; segurança, saúde, educação, promover o bem de todos, garantir desenvolvimento nacional, administrar orçamentos públicos, etc. e de sua inadimplência para com seus contribuintes.
Assumir essa postura reflete a maturidade de Adelaide e sua família. Lidar com tamanha responsabilidade de prever e manejar chuvas e temporais, amenizar a seca e a crise hídrica, minimizar precipitações que causariam enchentes, a fundação se sobrecarregaria com responsabilidades que podem estar fora do seu interesse e que, se assumidas, poderiam prejudicar a qualidade de seu trabalho, pondo em risco sua credibilidade do mesmo e consequentemente da fundação.


Ao mesmo tempo que não toma as responsabilidades do governo para si, reforça o dever que temos de fiscalizar e cobrar melhores ações, estratégias e resultados do governo que elegemos de modo mais assíduo. Ao contrário do espírito, temos apenas Adelaide para recorrer, o governo é algo tangível para todos, seja pelo computador, celular ou através de órgãos públicos. “O cacique não pode servir de muleta para os humanos. ” Explica Adelaide.

Osmar Santos com o quadro do retrato do Cacique.


Rock in Rio



A fundação tem relações próximas com Roberto Medina, vice produtor, idealizador e responsável pela contratação dos artistas do Rock in Rio, que chegou até a mencionar o cacique em sua biografia, O Vendedor de Sonhos. O acordo entre os dois começou em 2001, desde então a chuva não deu mais sinal no céu. Exceto pelo último dia do evento em 2015, que o temporal caiu com tudo durante o show de Kate Perry.


Osmar informa que a chuva ocorreu por estarem em área de instabilidade, que foi comprovado pela meteorologista do Climatempo Bianca Lobo, e que a umidade e o calor contribuíram para o surgimento da chuva.


Osmar também explica que a culpa foi do atraso devido a falta do adesivo de identificação para o passe livre, esquecido pelo motorista, e com um atraso de 30 minutos já não era mais suficiente para "manobrar" a chuva de lá. “Quando se trata de uma operação local e outras regiões próximas precisam da chuva, temos de estar in loco para o isolamento da área” explica a médium.


Mesmo com essa eventualidade o casal continua a ser chamado pelo evento tanto que em 2016 atuaram na Olimpíada, circulando pelo Rio com as credenciais e tudo mais! Roberta Medina, filha de Roberto Medina, que é responsável pela execução do evento, ressalta que o relacionamento entre os Medina e a fundação é ótima e que nunca falharam com eles.

Osmar Santos e Adelaide Scritori.

Matéria RedeTv

No dia 19 de janeiro desde ano em rara aparição na TV, Adelaide Scritori e sua família, falam sobre a parceiria com políticos brasileiros e estrangeiros, o programa de Tv da apresentadora Mariana Godoy fez uma entrevista sensacional mostrando documentos oficiais, você consegue prever do que mais Adelaide é capaz?



Às vezes, segundo ela, a entidade surge no meio da noite, para sussurrar alguma premonição em seu ouvido. “Durmo com um caderninho para anotar as revelações. ”


E finalizando, estes são alguns eventos em que a fundação foi chamada para atuar no ano de 2016.

São Paulo
  • Resgate dos bombeiros após acidente da Linha 4 do metrô, em janeiro.
  • Visita do presidente americano George W. Bush, em março.
  • Visita do papa, em maio.
  • Virada Cultural, em maio.
  • Visita dos representantes da Fifa ao Morumbi, em agosto.
  • Desfile de 7 de setembro

Brasil
  • Carnaval do Rio de Janeiro, em fevereiro.
  • Jogos Pan-Americanos Rio 2007, em julho.
  • Lançamento do foguete VSB-30, na base de Alcântara, no Maranhão, em julho.

Outros países
  • Incêndios florestais na Grécia, em agosto.