A ciência vem sendo usada por charlatões para "provar" falsas verdades e adoecer a população e o ecossistema.
Quem está por trás da tão possível privatização da água? Se ela for privada, como ficará a vida de quem não puder pagar por ela? A privatização das coisas públicas faz bem para quem?
Um jovem prodígio brasileiro, com muito pouco recurso, na sua escola técnica desenvolveu uma tecnologia capaz de tornar pessoas em coma comunicáveis.
As tecnologias da comunicação interconectaram o mundo, mas agora estão dando brecha para que mentiras e fatos mal-interpretados decidam o destino das pessoas. A quem interessam as Fake News?
O mistério dos corpos que não se desfazem depois da morte. A santidade da personalidade que ali habitava é que causa esse fenômeno? Mistério!

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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

3 Objetos do nosso tempo encontrados milhões de anos atrás

novembro 09, 2018
1. Martelo de Kingoodie
Fóssil de Martelo com mais de 400 milhões de anos! Quem estava usando um martelo há mais de 240 milhões de anos antes dos dinossauros surgirem? O instrumento descoberto em MyInfield na Escócia pelo Físico David Brewster em 1844 ficou conhecido como Martelo de Kingoodie.
2. CD de informações de 12 mil anos anos atrás
Eis aqui algo realmente muito significativo,esses discos que se parecem com CDs de musica modernos tem mais de 12 mil anos! Esses são apenas dois de mais de 715 encontrados na China numa região chamada de Baiam-Kara-Ula, foram sendo encontrados desde os anos de 1950, eles ao que parece foram usados como parte de algum mecanismo eletrônico desconhecido, eles possuem Hieróglifos impressos, um tipo de escrita totalmente desconhecida na terra, mas após vinte anos graças a ajuda das tribos locais daquela região da China foram decifrados. A escrita escondia histórias fantásticas de uma viagem de seres pelo espaço em busca de abrigo, fugindo de uma guerra em seu mundo. Até hoje não se conhece a veracidade dos fatos e os CD’s foram recolhidos pelo governo Chinês. É amigo… e você aí pensando que Star Wars era só um filme.
3. Dedo Humano Fossilizado de 110 milhões de anos
Dedo Humano fossilizado de mais de 110 Milhões de anos. No meio da era dos Dinossauros alguém perdeu o dedo… Esse Fóssil foi achado em Axel Heiberg uma Ilha no Ártico Canadense (América do Norte). Ele está exposto no “Evidency Museum” naquele país. Note que ele é exatamente como um dedo humano do nosso estágio de evolução.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Brasileiro de 20 anos cria sistema de comunicação com pessoas em coma

novembro 06, 2018

Luiz Fernando da Silva Borges desenvolveu um sistema capaz de traduzir pensamentos que será testado na Santa Casa de Campo Grande (MS)

Por Letícia Naísa



São Paulo — Com apenas 20 anos, o jovem cientista brasileiro Luiz Fernando da Silva Borges está desenvolvendo um sistema de comunicação com pessoas que estão em coma. Dentro de seu quarto em Aquidauana, interior do Mato Grosso do Sul, Borges criou um computador capaz de ler as mentes dos pacientes.

O brasileiro venceu na categoria engenharia biomédica em 2016 e 2017 o Intel International Science and Engineering Fair, prêmio promovido pela multinacional de tecnologia Intel e que destaca projetos em ciência e engenharia.

O reconhecimento ajudou Borges a encontrar investidores. Em 2017, ele recebeu um investimento de 150 mil reais para desenvolver um computador que, quando conectado ao cérebro de pacientes em coma, consegue detectar e traduzir sinais para que a pessoa possa se comunicar.

O patrocínio veio de Ricardo Nantes, fundador do Portal Educação, presidente da startup Empodera e investidor-anjo. “É uma aposta. Pode ter um retorno alto, mas também tem um risco alto”, afirma Nantes.

Entusiasta de projetos relacionados à ciência e educação, Nantes vê futuro na ideia de Borges. “Percebi que ele tinha uma capacidade de empreender muito grande. Com 17 anos, sem recursos e sem acesso, ele já começou a fazer ciência sem se importar com as dificuldades”, conta o investidor.

Na adolescência, Borges criou um novo método de controle de próteses. Seu sistema visava para recuperar a sensibilidade tátil de pessoas que perderam o antebraço. Sua prótese venceu o prêmio da Intel em 2016.

No ano seguinte, o jovem apresentou o projeto Hermes Braindeck. “Existe uma técnica que mostra que pessoas em coma podem se comunicar, mas até hoje não existia uma tecnologia portátil para isso”, afirma.

Entusiasta de projetos relacionados à ciência e educação, Nantes vê futuro na ideia de Borges. “Percebi que ele tinha uma capacidade de empreender muito grande. Com 17 anos, sem recursos e sem acesso, ele já começou a fazer ciência sem se importar com as dificuldades”, conta o investidor.

Na adolescência, Borges criou um novo método de controle de próteses. Seu sistema visava para recuperar a sensibilidade tátil de pessoas que perderam o antebraço. Sua prótese venceu o prêmio da Intel em 2016.

No ano seguinte, o jovem apresentou o projeto Hermes Braindeck. “Existe uma técnica que mostra que pessoas em coma podem se comunicar, mas até hoje não existia uma tecnologia portátil para isso”, afirma.

Inspirado em uma pesquisa do neurocientista britânico Adrian Owen publicada na revista Science em 2006, Borges desenvolveu um equipamento portátil que poderia traduzir os sinais de quem estivesse em coma. Em sua pesquisa, Owen mostrou que é possível se comunicar com pessoas em coma usando um aparelho de ressonância magnética.

Borges pegou o conceito e tornou-o portátil. “Quis tornar esse tipo de comunicação possível ao lado do paciente”, diz. Borges criou um computador que lê as reações do cérebro do paciente ao ouvir perguntas.

O paciente usa uma touca com vários fios conectados a sensores e um fone de ouvido para receber instruções. Pede-se ao paciente para imaginar o movimento da mão direita e o da mão esquerda. Cada pensamento ativa uma parte diferente do cérebro. A máquina de Borges traduz esses padrões em respostas positivas (sim) ou negativas (não). Dessa forma, o paciente consegue responder perguntas dos médicos e dos familiares.

“Nos hospitais, não existe ferramenta para medir a resposta da pessoa em coma sem ser a ressonância magnética, que não tem como ser usada no dia a dia”, afirma Borges.

Em testes com pessoas saudáveis, seu sistema teve 80% de precisão em reconhecer os dois padrões de resposta. Borges testou o Hermes Braindeck em 50 voluntários.

Até o fim deste ano, o jovem espera poder testar o aparelho portátil em pacientes da Santa Casa de Campo Grande com ajuda de profissionais da Universidade Católica Dom Bosco, no Mato Grosso do Sul.

Esperança

“O coma é a perda do sistema de alerta”, explica o neurologista Ivan Okamoto, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, que não está envolvido no projeto de Borges. Diferentes tipos de lesão podem levar uma pessoa ao coma: traumáticas, inflamatórias, infecciosas, sistêmicas, tumoral, vascular.

Existem várias fases do coma. O estado mais grave é o vegetativo. “Continua funcionando coração, a respiração, o intestino, mas não tem consciência. É como se a máquina funcionasse no automático”, diz Okamoto. Durante um coma, no entanto, o cérebro continua na ativa. A possibilidade de sair do estado varia da gravidade do caso. “O coma não é uma sentença, é um sintoma”, afirma.

Quem sobrevive à situação, às vezes relata momento de consciência, conta Borges. O neurologista afirma que, por conta desse tipo de relato, há uma orientação aos médicos de não comentar sobre a situação do paciente perto dele.

Para os familiares de um paciente em coma, o momento também é delicado e exige cuidado. Com sua invenção, Borges espera entregar aos parentes a possibilidade de ouvir novamente o ente querido.

“Quero que pessoas irresponsivas possam ter a dignidade de se comunidade ou de ter suas últimas palavras. Têm histórias de pessoas, que, mesmo conscientes, não conseguiram se despedir dos familiares”, diz Borges. “É uma questão de humanidade.”

Físicos russos querem reconstruir a Torre Tesla para distribuir energia sem fio

novembro 06, 2018

Dois físicos russos da Sibéria lançaram uma campanha para elevar a 800.000 dólares americanos necessários para concluir o projeto ambicioso de Nikola Tesla no campo da transmissão de energia sem fio, a Torre de Tesla. De acordo com Sergey Plekhanov e Leonid Plekhanov, físicos russos, a versão moderna de Wardenclyffe, Tesla ou torre, também conhecido como "transmissor planetário", vai ”transmitir energia através da Terra a qualquer distância do planeta“ , o que ajudará a resolver muitos problemas tecnológicos. “Tesla estava certo e nós estamos prontos para provar isso!” dizem os físicos que acabam de lançar uma campanha em Indiegogo , o maior sítio de captação de recursos do mundo para reconstruir a torre de Wardenclyffe no outono de 2014.

A Torre Wardenclyffe, também conhecida como a Torre de Tesla, era uma torre-antena de telecomunicações sem fio projetada para a telefonia comercial transatlântica, radiodifusão e para demonstrar a transmissão de energia sem conectar cabos entre 1901 e 1917. As instalações centrais não se tornaram totalmente operacionais e o projeto não foi concluído devido a problemas financeiros. A torre tem esse nome em homenagem a James S. Warden, um banqueiro e advogado que havia comprado terras em Shoreham (Long Island) cerca de 60 milhas (96.5 kms) de Manhattan.

Aqui cresceu uma comunidade conhecida como Wardenclyffe-On-Sound. Warden acredita que, com a implementação do Sistema Global de Nikola Tesla a “Radio City” iria desenvolver-se na área e ofereceu a Tesla 200 acres (81 hectares) de terra ao lado de uma linha férrea para construir a sua torre e laboratório de telecomunicações. Tesla conseguiu implementá-lo várias vezes com grande sucesso, mas, em duas dessas instalações excedeu o limite de potência e elas queimaram parcialmente. Durante a primeira Guerra Mundial foi destruída, o que prejudicou a implantação de balões cativos, que também poderia servir como ponto de referência para os submarinos alemães.


Fonte limitada de energia

Se Tesla estava certo, algo que os físicos russos não duvidam, depois de um estudo aprofundado do projeto da torre, o projeto pode fornecer um sistema de distribuição eficaz e transmissão em todo o mundo. E no mais se tratará de energia limpa. Leonid Plekhanov e Sergey Plekhanov passaram os últimos cinco anos estudando e modelando as notas e patentes de Tesla para a torre e estão confiantes de que o projeto é viável com materiais e tecnologia de hoje. O princípio por trás do projeto atual é que temos uma fonte ilimitada de toda a energia de que precisamos: o Sol.

Um painel solar de 100 mil quilômetros quadrados em um agradável deserto ensolarado em algum lugar do mundo poderia cobrir todas as necessidades de energia do mundo. O problema está na distribuição dessa energia, uma vez que os sistemas atuais têm muitos vazamentos. A rede proposta por Tesla foi projetada para aproveitar a condutividade da própria Terra, a transmissão de energia através da Terra e a ionosfera com pouco desperdício.
Enquanto a torre original de Tesla, construída em Long Island, pesava 60 toneladas, o plano dos Plejánov é construir um protótipo de apenas duas toneladas graças aos avanços nos materiais. A bobina de Tesla (um tipo de transformador ressonante, patenteado pelo cientista em 1891) será de uns 20 metros de comprimento.


Drone faz imagens incríveis da gigantesca torre de Tesla em teste na Rússia
Fontes russas afirmam que geradores poderão dobrar produção energética do país

Distante cerca de 40 quilômetros a oeste de Moscou, uma estrutura gigantesca e futurista chama a atenção em meio à neve e aos pinheiros que compõem a paisagem local: ali, cientistas trabalham no Centro de Pesquisa de Geradores de Alta Voltagem Marx e Tesla. Baseada na tecnologia inventada por Nikola Tesla nos últimos anos do século XIX e também no gerador desenvolvido pelo alemão Erwin Marx alguns anos mais tarde, a estação seria capaz de gerar enormes quantidades de energia elétrica.

De acordo com uma TV russa, a eletricidade gerada no local é equivalente à produção de todas as outras matrizes energéticas do país, incluindo termoelétricas, hidroelétricas, nuclear, solar e eólica - todas combinadas. Só que este pico não se sustenta por mais de 100 microssegundos, de acordo com o site RT. Os pesquisadores agora se esforçam para tentar superar esta limitação.








Fonte: Mystery Planet
           RT.com