A ciência vem sendo usada por charlatões para "provar" falsas verdades e adoecer a população e o ecossistema.
Quem está por trás da tão possível privatização da água? Se ela for privada, como ficará a vida de quem não puder pagar por ela? A privatização das coisas públicas faz bem para quem?
Um jovem prodígio brasileiro, com muito pouco recurso, na sua escola técnica desenvolveu uma tecnologia capaz de tornar pessoas em coma comunicáveis.
As tecnologias da comunicação interconectaram o mundo, mas agora estão dando brecha para que mentiras e fatos mal-interpretados decidam o destino das pessoas. A quem interessam as Fake News?
O mistério dos corpos que não se desfazem depois da morte. A santidade da personalidade que ali habitava é que causa esse fenômeno? Mistério!

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

O que é Fascismo? Entenda o termo

janeiro 24, 2019
O que é fascismo?

Matéria da Superinteressante


Em tempos de polarização política, é cada vez mais comum ouvir pessoas se chamando de “comuna” ou “coxinha”. Mas sempre aparece aquele mais entendido que resolve xingar o outro de “fascista”. Faz sentido? Ele realmente sabe o que a palavra significa? E você?


A palavra “fascismo” vem do italiano fascio, que significa “feixe”. Na Roma Antiga, o fascio (também conhecido como fascio littorio), era um machado revestido por varas de madeira. Ele geralmente era carregado pelos lictores, guarda-costas dos magistrados que detinham o poder. O fascio podia ser usado para punição corporal, e também era um símbolo de autoridade e união: um único bastão é facilmente quebrável, enquanto um feixe é difícil de arrebentar.
No século 20, o político italiano Benito Mussolini se apossou desse símbolo para seu novo partido. Em 1914, ele fundou o grupo Fasci d’Azione Rivoluzionaria (mais tarde, em 1922, surgiria o conhecido Partido Nacional Fascista). O uso do fascio não foi à toa. A Itália enfrentava uma profunda crise desde sua unificação tardia (concluída em 1870), e as consequências da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) pioraram a situação. Mussolini prometia, com o fascismo, trazer de volta os tempos áureos do antigo Império Romano.
Em 1919, os italianos Alceste de Ambris e Filippo Marinetti publicaram o Il manifesto dei fasci italiani di combattimento, texto hoje conhecido como Manifesto Fascista, que propunha um conjunto de medidas para resolver a crise da época. Nas décadas seguintes, o termo “fascismo” passou a ser usado para designar as políticas adotadas por Mussolini e seus seguidores. 
O regime de Mussolini começou oficialmente em 1922, quando ele assumiu o cargo de primeiro ministro da Itália, e foi um sistema político nacionalista, imperialista, antiliberal e antidemocrático. Ele implantou um governo totalitário que privilegiou conceitos de nação e raça sobre os valores individuais. O fascismo italiano quase acabou em 1943, quando os países Aliados invadiram a Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas os nazistas ainda deram uma segunda chance ao ditador: os alemães reocuparam a Itália, resgataram Mussolini e o levaram para o norte do país, onde ele tentou restituir seu governo. No fim, em 1945, os Aliados tomaram o norte e Mussolini foi capturado e fuzilado por guerrilheiros da resistência italiana. Seu corpo foi exposto em praça pública. Com a derrota da Itália (e das forças do Eixo) na guerra, “facista” virou um termo pejorativo.
Mas, o que exatamente foi o fascismo nem os maiores estudiosos sabem definir com precisão. Não existe nenhuma definição universalmente aceita do fenômeno, seja quanto sua abrangência, origens ideológicas ou formas de ação que o caracterizem. Algumas das principais características atribuídas ao fascismo  italiano -nacionalismo, corporativismo, racismo- não estão presentes em todos os regimes ditos fascistas. 
George Orwell, no seu “O que é Fascismo?”, afirma que as definições populares do termo vão de “democracia pura” a “demonismo puro”. Ele mesmo afirma que é uma palavra “quase inteiramente sem sentido”. Isso se deve, principalmente, ao fato de o fascismo não possuir um arcabouço teórico forte, e ter sido determinado, na prática, pelas atitudes de Mussolini. Nas palavras do próprio: “Não temos uma doutrina pronta; nossa doutrina é a ação.” Outros movimentos são bem mais formalizados. O marxismo, por exemplo, antes de ser uma prática política, é uma doutrina com base teórica nos escritos de Marx e Engels. O nazismo, mais próximo do fascismo, teve no livro Mein Kampf (Minha Luta), escrito em 1925 por Adolf Hitler, seu manual de instruções. Mas as regras do regime de Mussolini foram basicamente definidas na hora, no calor do momento.
O fascismo propriamente dito ocorreu em um contexto bem específico da história, mas há quem considere que o regime de Franco, na Espanha, ou o de Salazar, em Portugal, também tenham sido fascistas. Talvez dessa indefinição surja a generalização. Hoje, a palavra virou sinônimo de “extrema direita”, mas é usada até para se referir a “totalitarismo” e “autoritarismo” – o que não faz sentido, já que o regime comunista de Stalin foi ainda mais autoritário que o de Mussolini.
Em suma: a própria definição de fascismo é relativa. E as pessoas vão continuar usando essa palavra cada uma à sua maneira. Mas, na próxima vez em que você escutar alguém usando o termo, saberá do que se trata: alusão a um antigo instrumento de poder romano, que virou símbolo de alguns dos piores momentos do século 20.  

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

30 mil cientistas acreditam que a mudança climática é um engano

janeiro 15, 2019

Incríveis 30 mil cientistas se apresentaram confirmando que a mudança climática provocada pelo homem é uma FARSA perpetuada pela elite para ganhar dinheiro.


Um dos especialistas é o fundador do canal meteorológico, John Coleman, que adverte que grandes fortunas estão sendo feitas por defensores da mudança climática provocados pelo homem, como Al Gore.

Natural News relata:

Em uma entrevista recente ao Climate Depot, Coleman disse:


“Al Gore pode emergir das sombras para declarar a vitória no debate do 'aquecimento global' se Hillary Clinton se mudar para a Casa Branca. Sim, se isso acontecer e os novos regulamentos climáticos se tornarem a lei da terra, será quase impossível derrubar por quatro a oito anos. ”


Os proponentes da mudança climática permanecem indecisos em sua missão, ignorando inúmeras descobertas científicas recentes indicando que não houve nenhuma tendência de aquecimento por quase duas décadas.

As terríveis previsões de Al Gore sobre o derretimento do gelo polar em grande escala provaram ser completamente falsas.

Na verdade, em 2014 - um ano que foi apontado como "o mais quente de todos" na história da Terra - houve quantidades recordes de gelo na Antártida, um aumento no gelo do Ártico e recordes de neve em todo o mundo.

Desmascarando a mentira dos “97%”

Além dessas “verdades inconvenientes”, a afirmação da Casa Branca de que 97% dos cientistas concordam que o aquecimento global é real foi completamente desmascarada.

Vários exames da literatura, pesquisados independentemente e usados para apoiar a declaração de “97%”, descobriram que as conclusões foram escolhidas a dedo e enganosas.

Pesquisas mais objetivas revelaram que há uma diversidade de opiniões muito maior entre os cientistas do que a multidão que o aquecimento global gostaria que você acreditasse.

Do National Review:

“Uma pesquisa de 2008 feita por dois cientistas alemães, Dennis Bray e Hans von Storch, descobriu que um número significativo de cientistas estava cético quanto à capacidade dos modelos climáticos globais de prever com precisão as temperaturas globais, precipitação, mudanças no nível do mar ou eventos climáticos extremos. até mais de uma década; eles eram muito mais céticos à medida que o horizonte de tempo aumentava ”.

Outras fontes noticiosas tradicionais além do National Review também foram corajosas o suficiente para falar contra a propaganda do aquecimento global - até mesmo o Wall Street Journal publicou um artigo em 2015 desafiando a pseudociência do Aquecimento Global Antropogênico (AGW) sendo promulgada pelos proponentes do aquecimento global. .

E, é claro, existem mais de 31.000 cientistas americanos (até o momento) que assinaram uma petição desafiando a narrativa da mudança climática e 9.029 deles têm doutorado em seus respectivos campos.

Mas ei, Al Gore e seus companheiros também ignoraram essa verdade inconveniente.

Muitos daqueles cientistas que assinaram a petição provavelmente foram encorajados a falar em favor da verdade depois que John L. Casey, cientista atmosférico sênior da NASA, revelou que os ciclos solares são os principais responsáveis pelos períodos de aquecimento na Terra - não atividade humana.

Al Gore e seus amigos continuam ficando mais ricos com o boato do aquecimento global

Mas a multidão do aquecimento global continua a empurrar sua agenda para o público enquanto alinham seus bolsos no processo.

Se você ainda está inclinado a acreditar no que Al Gore tem a dizer sobre o aquecimento global, considere o fato de que desde que iniciou sua cruzada, sua riqueza cresceu de US $ 2 milhões em 2001 para US $ 100 milhões em 2016 - em grande parte devido a investimentos em empresas falsas de “tecnologia verde” e o desvio efetivo de inúmeros subsídios e empréstimos.

Você pode levar em consideração todas essas informações antes de votar na eleição de novembro (2016).

Fontes: NaturalNews; YourNewsWire; Petição de Aquecimento Global; Pesquisa revisada por pares;

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Aqui no Brasil se tornou conhecido o Professor de Geoclimatologia Ricardo Felício, da Universidade de São Paulo, por afirmar categoricamente que o aquecimento global é uma grande farsa criada e mantida para o enriquecimento de certos empresários. Ricardo contesta vários mitos criados acerca do aquecimento planetário e, apesar disso, reforça a necessidade de preservação da natureza.

Algumas de suas entrevistas estão disponíveis abaixo: